(Eugen Rosenstock-Huessy, Huessy2002)
A fala começa com vocativos e imperativos. Começa com uma fala formal que move os homens à ação e se incorpora num ritual. Nossos livros de gramática, no entanto, começam com o nominativo e o pronome “eu”. O nominativo só pode ser utilizado quando uma experiência está terminada. Eu só posso responder como “eu” depois que alguém tenha se dirigido a mim como “tu”. “Eu” é o último pronome que uma criança aprende a usar.
[…]A inspiração através de um vocativo ou de um imperativo dirige-se a nós como um “tu”, então nos força a responder como um “eu”, depois faz com que nos relacionemos como um nós, e no fim a história fala de nós como um eles. Assim, somos unidos conjugados dos estágios de experiência.