Capítulo II. A hermenêutica organicista
Dilthey: a história como expressão da vida
As obras incompletas
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Vida e compreensão da vida
A facticidade em oposição à razão
A primazia irredutível do fato vital em expansão de mundo e de consciência
O campo unitário da inteligibilidade
As unidades de vida (Lebenseinheiten) como significações vividas
Rumo às categorias da vida e da história
A hermenêutica da vida como projeto de uma análise existencial e de um empirismo fenomenológico
O impasse e os limites da inteligibilidade
Esgotar o mar com um copo
A problemática das ciências humanas: Comte e Stuart Mill
A unidade da ciência
Dilthey admite a duplicidade da inteligibilidade: natureza e cultura, explicar e compreender
O saber romântico percebe o mundo como morada do homem
Uma inteligibilidade intrínseca
A consciência como dado imediato
Uma retórica da vida
A oposição entre natureza e cultura não é romântica
Filosofia da natureza (Naturphilosophie) e filosofia da cultura (Kulturphilosophie)
Görres associa natureza e cultura sob a noção de organismo
A verdade como unidade indivisa e dinamismo evolucionista das formas vivas
Mitologia e história em
Görres
As metamorfoses da espécie humana e a germinação da verdade na evolução das formas da vida cultural
A história espiritual como potência superior da história natural
A espiral da história
A vida política como crescimento evolutivo segundo
Görres
Organicismo e tradição vital
A política romântica, tanto de esquerda quanto de direita, adota o modelo biológico
Tönnies: Comunidade e sociedade
Novalis: a prioridade do grande Eu comunitário
Antropologia social e sacralização da ordem social
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Saint-Simon: a fisiologia social e o paradigma organicista
A nostalgia da unanimidade espiritual
Baader: a sociedade não é uma soma de indivíduos
Adam Müller: Elementos de ciência política
O Estado como totalidade viva e o indivíduo como abstração
Vitalismo, animismo e socialismo
Schleiermacher: os Monólogos e a relação entre pessoa e comunidade
Eu, Tu e Nós
A totalidade orgânica da humanidade segundo Schubert
A hermenêutica conduz à historicidade da espécie humana
Um substancialismo vital
As ciências humanas remetem à consciência da vida unitiva
A celebração da presença
Uma apologética da vida
A linguística orgânica e o florescimento da palavra
A linguagem como presença do espírito na natureza
Fechner: alma e linguagem das flores
A vida das línguas na história natural
A linguística comparada segundo o modelo de Cuvier
A paleontologia linguística
A biologia cultural e a arte como sublimação da cultura
As ciências humanas manifestam a consciência do homem em devir histórico
O erudito identifica-se com seu objeto: história e memória
A historicização do saber e do próprio erudito
O espírito de Berlim em oposição ao de Göttingen
Filologia e história
Jacob e Wilhelm Grimm como fundadores da germanística
As antiguidades nacionais
A alma popular e sua cultura
Michelet: O povo (1846) e a verdade instintiva
Os ritmos vitais da cultura popular
Da filosofia da natureza à filosofia da cultura
A Gramática alemã, de Jacob Grimm (1818)
A poesia originária e popular
As canções populares
A maravilhosa cornucópia do menino (1808)
Os contos e a cultura popular
Folclore (1846), espírito do povo (Volksgeist) e comunidade criadora
A obra dos irmãos Grimm
O termo germanista (1846)
O novo espírito das antiguidades nacionais: coisas vivas e coisas mortas
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A permanência do vitalismo entre os eruditos: a escola histórica
A intuição da unidade
A busca da verdade e a descoberta de si
O princípio regulador da figura humana
Renan e a origem das línguas como «embriogenia» do espírito humano
A categoria da evolução reafirma o paradigma biológico
Bréal contra Darmesteter: a ruptura entre natureza e cultura
O niilismo contemporâneo e a perda do contato vital com a natureza
As intuições vitalistas de Renan, naturalista frustrado
O paradigma do crescimento biológico na apologética de Newman e Darwin
Uma biologia sem metafísica aparente
A seleção pressupõe uma finalidade
O paradigma darwiniano não obscurece as intuições românticas
Balzac como naturalista da espécie humana antes do naturalismo de Zola
Antropologia e zoologia na Comédia humana
Sainte-Beuve como naturalista: «a história natural literária»
Taine: a ciência literária da natureza humana
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