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Karl Renz : responsabilidade

lundi 6 janvier 2020

Nossa transcrição e tradução? de encontro em 03-03-2009

Q : Não? entendi ontem se você disse que ela é ou não é responsável ?

R : Ela é absolutamente responsável.

Q : Em outros momentos entendo v. dizer que se pensa ser? o fazedor mas não se é o fazedor.

R : Imagina-se que se é um? relativo? fazedor mas se é o absoluto? fazedor. O que quer que seja feito é feito por Isso que és.

Q : Não pelo fantasma? ?

R : Eis o paradoxo?. Nunca o fantasma faz algo. O que quer que seja feito ou sonhado, qualquer ação? vem de Isso que és. És a origem? de tudo. Se queres culpar alguém, culpes a Ti mesmo. És absolutamente responsável.

Q : És responsável pelo que quer que aconteça em qualquer lugar? ?

R : És responsável pelo que acontece em qualquer lugar, pelo que aconteceu, pelo que vai acontecer, pelo absoluto passado e pelo absoluto futuro?. És absolutamente responsável pelo que acontece.

Q : Porque sou o fazedor ?

R : Não ! Porque sou Isso que é, então sou responsável seja até pela menor ideia? ou pela maior ideia. Tudo isto é porque estou imaginando isto.

Q : Porque estou imaginando ?

R : É ! Porque tudo isto é fabricado pela imaginação?. Todas estas imagens são imaginadas.

Q : Então tudo está sendo criado pela imaginação ?

R : Crias até o Criador. Mas Isso que está imaginando o Criador, não pode imaginar a si mesmo. Tentas imaginar a ti mesmo e te tornas numa imagem? de ti mesmo. Eis o problema?.

Q : Mas está acontecendo de modo? automático ou apesar de...?

R : Não, este o modo de se realizar a si mesmo, em experiências imaginárias. Mas somente o experienciador é uma imaginação.

Q : Somente o experienciador é uma imaginação ?

R : JÁ é uma imaginação. Disse JÁ é... Já o experienciador é imaginado. E o que quer que está imaginando o experienciador ou o criador nunca pode ser imaginado. Nem por si mesmo e nem por quem quer que seja. Isso é a tua natureza? ! Não é uma imagem de modo algum. Neste sentido? és responsável pelo que imaginas. Mas, por outro? lado, não podes imaginar o que imaginas antes de imaginar o que imaginas. És absoluta inocência em qualquer imaginação. Mas não podes encontrar ninguém para culpar. Teu estado? natural? é Isso que não pode ser imaginado por ninguém. Tua natureza não pode ser imaginada nem mesmo pela natureza ela mesma. Porque não é uma imagem de modo algum.

[Karl Renz, 03-02-2009]


Voir en ligne : KARL RENZ (áudio de encontro em 2009)