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Karl Renz : harmonia

samedi 11 janvier 2020

nossa tradução

O que é esse? ’eu?’ ? Um? fantasma?. O fantasma precisa sobreviver, precisa de algo. Ele precisa sofrer porque, sem sofrer, não? existe. Então cuidas do seu sofrimento?. Certificas-te de que sofre, porque apenas no sofrimento existes, apenas no distúrbio que podes existir?. Em harmonia? não podes existir. Então, fazes o teu melhor para criar perturbações para poderes existir. Quando há harmonia, quando há paz?, não podes permanecer como és, então tentas sobreviver e só podes sobreviver em desarmonia. Essa é a natureza? do ’eu’, não podes existir em harmonia. Toda noite, quando calas a boca, a harmonia começa ... porque quando estás, a harmonia não pode ser?. E toda manhã a desarmonia acorda. O corpo? já é uma desarmonia. É uma experiência? desconfortável. Depois vem a história? da desarmonia : então tentas trazer harmonia à desarmonia, esse é o teu trabalho? diário. Diariamente tentando trabalhar, tentando te curar, tentando estar? em harmonia com esse corpo, cuidando apenas dele para que não o perturbe. Mas cuidar de não incomodá-lo cria a perturbação. Dás atenção? ao corpo porque achas que o corpo não deve te perturbar para ser saudável.

Mas ser Isso-que-é não precisa de nenhuma harmonia ... É harmonia. E isto que precisa de harmonia é algo artificial. Buscas uma harmonia artificial ao tentar entender as coisas?, porque então ficas confortável, porque então te situas em consentimento.

Original

What is this ‘me’ ? A phantom. The phantom needs survival, it needs whatever. He needs to suffer because without suffering it doesn’t exist. So you take care about your suffering. You make sure that you suffer because only in suffering you exist, only in disturbance you can exist. In harmony you cannot exist. So, you do your best to create disturbance so that you can exist. When there would be harmony, when there would be peace, you cannot remain as what you are, so you try to survive and you can only survive in disharmony. That’s the nature of ‘me’, you cannot exist in harmony. Every night when you shut up, the harmony starts... because when you are, harmony cannot be. And every morning the disharmony wakes up. The body already is a disharmony. It’s a discomfort experience. Then comes the story of disharmony : then you try to bring harmony to disharmony, that’s your daily work. Daily trying to work, trying to cure yourself, trying to be in harmony with this body, taking care about it only so that it doesn’t disturb you. But taking care that it doesn’t disturb you, creates the disturbance. You give attention to the body because you think the body should not disturb you to be healthy.

But being Itself doesn’t need any harmony... it is harmony. And that what needs harmony is an artificial one. You fish for an artificial harmony by trying to make sense out of things because then you’re comfortable, because then you land in a consent.


Voir en ligne : PEACE OFF : AND BE WHAT YOU ARE