A história da historiografia e a história das mentalidades revelam que não há interpretação total, pois o homem é a medida e opera pelo princípio de analogia, resultando em um conhecimento projetivo onde, conforme Nietzsche, não há verdade em si do objeto, e segundo
Goethe, o objeto afirma-se a nós a partir de dentro, conferindo prioridade da teoria sobre o fato e demonstrando que as mutações das significações dependem do olhar que constitui o objeto.