Capítulo VII. A existência estética
Sujeito racional e indivíduo estético
O princípio dos indiscerníveis e a axiologia não galileana
Reabilitação da ordem sensível e rejeição do intelecto
A Estética (1750) e a ordem da imaginação
O recalcamento da preocupação estética na época clássica após seu florescimento renascentista
O poeta desmitificado
Inexistência de uma estética cartesiana
Separação dos poderes entre o artista e o teórico
A autoridade das grandes obras independe das justificações teóricas
A especulação estética no século XVIII como atividade independente das obras
O artista torna-se modelo de humanidade
A promoção romântica da estética, que se estende por todo o espaço cultural
Diderot e a estética transformada em abordagem da antropologia
Classicismo alemão e classicismo francês
A vida e a obra de Winckelmann demonstram que a arte é uma das vocações da humanidade
Do Sturm und Drang ao classicismo goethiano
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A nova abordagem da Antiguidade
Corinne no Museu do Vaticano
O classicismo francês como intelectualismo
O monismo estético do abade Batteux
A imitação da bela natureza como revelação natural dos dogmas da arte
Winckelmann ou o crítico como artista
O testamento literário de Boileau ou o crítico como pensador
O gosto do presidente de Brosses
A renovação gótica na Inglaterra no início do século XVIII
Rumo a uma estética da individualidade: a beleza é um estado da alma
Um novo consentimento universal
Persistências intelectualistas e influência de
Leibniz
O estetismo de Shaftesbury: o poeta demiurgo
Reabilitação da sensibilidade e valorização da imaginação
A imaginação criadora do neoplatonismo à Renascença
Imaginação e magia
Addison: os prazeres da imaginação
Uma nova arte poética
Akenside
Rumo à imaginação romântica: Blake e Jean Paul
Du Bos
A especificidade da atividade artística: o sentido artístico como sexto sentido
Autonomia da vida emocional e naturalização do gênio
Bodmer e Breitinger, os professores de Zurique, e a abertura ao sentimento
A. G. Baumgarten, inventor da palavra Estética
Evidência sensível e persuasão estética
A virada de 1750
Uma nova figura do homem, definida pela vocação estética, põe em xeque o utilitarismo das Luzes
O caso de Diderot
O artista como paradigma do florescimento humano
O Gênio como transcendência na imanência
O gênio como inspiração cósmica segundo Diderot
O artigo Gênio da Enciclopédia
O gênio como potência dos extremos, existência nos limites e extremismo selvagem
Young e a apologia da originalidade: elogio da liberdade criadora
O gênio na Alemanha (1751): Sulzer
O Sturm und Drang ou a era dos gênios
O demônio de Sócrates e a paixão pela autenticidade
A temporada no inferno da cultura alemã
O gênio segundo Lavater
A moda do Schénie julgada por
Goethe e Bouterwek
O Sublime a partir de Longino e Boileau, na ordem do discurso
O sublime segundo a Enciclopédia: da expressão à impressão
O sublime da desproporção e da ruptura
A descoberta da montanha
Os ingleses e a Grande Viagem (Grand Tour)
O Belo e o Sublime segundo Burke (1757): rumo à literatura do desmedido
O sublime segundo
Kant na Crítica da faculdade de julgar (1790): o sublime está no homem
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