Plenitude das estrelas
BLUMENBERG, Hans. Die Vollzähligkeit der Sterne. 2. Aufl ed. Frankfurt am Main: Suhrkamp, 1997.
I. PROFUNDIDADE DO POÇO E ALTURA DO CÉU
- Duas canções noturnas
- A totalidade das estrelas
- Pôr-se diante do poema
- Na esteira do poço
- Uma das estrelas mais silenciosas
- Vimos sua estrela
- A estrela própria e a estrela alheia
- Contato entre estrelas
II. ESTUDOS DE CASO
- A queda: o segundo do mundo
- Quando tudo cai, só existe aquilo que é o caso
- A queda de Ícaro
- O esquecimento de Newton
- A história da maçã
- A história da maçã — Apêndice
- Também Lichtenberg, um astronoético
- Freud não foi apenas o Copérnico, mas também o Newton da alma?
- Do mundo das resenhas
- Digressão rumo ao infinito
III. A VIDA TRANSBORDANTE — A EXPANSÃO EXCESSIVA DA VIDA
- Expansão da vida
- Paisagem dos primeiros sonhos
- O ocaso do mundo diante da vida
- O horizonte das necessidades de tempo
IV. TRANSMISSÃO E RECEPÇÃO
- Rilke recebe sinais do universo
- Nós existimos!
- Atitudes de apresentação
- Mensagens radiofônicas
- A necessidade de espectadores — uma herança animal
- O fator esquecimento
- Terremotos de ordem superior
V. RETROSPECTIVA SOBRE OS HABITANTES DA TERRA
- Os nomes dos juízes dos mortos
- A ficção da onisciência
- Deuses emigrados
- O subjuntivo: o sorriso dos mortos
- O sorriso zombeteiro de um ponto
- Como se alguém nos observasse
- Testemunhas inalcançáveis
- Esquecidos no cosmos
- Exoteologia
- O telescópio platônico
- Esperança em outros Outros sem temor deles?
VI. SOB A LUA
- Lua minguante
- A Lua de outrora era mais redonda
- Singularidade da Lua terrestre
- A Lua como fenômeno poético
- O homem da Lua
VII. NOVOS PLANETAS, INCLUSIVE FALSOS
- A lua solar desconhecida quase se torna uma estrela
- Mais planetas ou menos dores?
- Assim no céu como na Terra
- O objeto “Apolo” “1989-FC”
- Novos planetas, verdadeiros e falsos
VIII. DESEJO DO ESPAÇO — ANTES DA DECOLAGEM
- A velocidade da ascensão aos céus
- Um profeta que prega mal: Wilkins
- Antecipação da viagem espacial como metáfora
- Rio acima, como os salmões na época da desova
IX. EINSTEIN
- A ameaça de perda de uma anedota
- Einstênio
- Tato e método
- O inevitável retorno ao antropomórfico
- O telhadista de Einstein
- Eclipses solares
X. VIVER COM COMETAS
- Um balanço do século
- A renúncia de Humboldt ao cosmos
- O cometa como duração de uma vida
- O esclarecido se dissolve
- Defesa do Iluminismo contra novos temores dos cometas
- A cadeira voadora e as agitações domesticadas
- “O cometa” — uma comédia
XI. PÁTHOS COSMOLÓGICO
- Paraísos perdidos
- Lidar com a transitoriedade
- Os enigmas do mundo e a superestimação de seus solucionadores
- Um caso de vingança estética contra o teórico
- A precariedade do nada
- Entre a “morte térmica” e o ciclo do carbono
XII. O OLHAR AGUÇADO PARA O UNIVERSO
- Diante do telescópio, separam-se espíritos e sexos
- A cisão entre visibilidade e invisibilidade
- A escuridão do céu noturno
- O direito infantil de ser ptolomaico — o dever infantil de tornar-se copernicano
- A reflexão como ponderação cautelosa
- Tempo real e autenticidade
- Um túmulo ao pé do telescópio
XIII. EXATAMENTE COMO ENTRE NÓS — OU COMPLETAMENTE DIFERENTE?
- Um caso de convicção definitiva
- Em algum lugar, mas em outro lugar
- Também os egípcios têm seus bárbaros
- Visitas à Terra para turistas espaciais
- Antes da aterrissagem
- A heterogonia de “inimigo” e “amigo”
- Estrela sem curiosidade
- O que faremos então?
- O quero-quero
- Outros inteiramente diferentes?
- A condução da guerra em Marte
- Os mundos e as razões
XIV. RETROSPECTIVA E RETORNO
- Vista exterior
- O afastamento socrático do céu — continuação
- O mais longo de todos os desvios
- Mais uma vez, o tema humano do “retorno ao lar”
- Conhecimento contra admiração
- Retorno do ensinar e aprender — aos que não se deixam ensinar?
- Investigações sobre o homem extinto
- Sem abrigo
- Canto de despedida aos habitantes do mundo
- Desligamento das antenas
- Nenhuma chance para Vênus
- Em busca de inteligências superiores
XV. TUDO COMO ANTES — TUDO COMO SEMPRE?
- Delegação ao espaço sideral
- Filosofias fortes e fracas no cosmos
- O que a chegada à Lua trouxe
XVI. OS FUTURÓLOGOS DESAPARECIDOS — ADVERTÊNCIA AOS QUE VIRÃO
- A distância máxima ainda suportável da Terra
- Nem tudo como antes
- Sóis. Sem mim
XVII. O QUE RESTA É O MEIO AMBIENTE
- Opacidade
- Legitimação pela convergência
- O ano de 1969: conquista da Lua e proteção ambiental
- As estrelas e o dinheiro
XVIII. INDIFERENÇA DE AMBOS OS LADOS
- A desproporção de todas as conquistas do mundo
- Abismo e ponte
- A inversão do riso — como alguém se torna cínico
- Julgamento injusto
- Iluminismo anacrônico
- Sem obrigação: diálogo com o universo
- Sobre como lidar com os enigmas do mundo
- Nenhum mundo da vida
XIX. FÍSICA LUNAR
- A singularidade da Lua
- Com a viseira fechada
- O cheiro da Lua
- A Terra no céu da Lua
- Autoperpetuação
- Vestígios que não podem ser apagados pelo vento
XX. NO CENTRO DA RAZÃO
- Quanta importância o homem pode atribuir a si mesmo?
- Astronáutica cega
- Glosa astronoética
- Consequências da intuitividade
- Uma academia para elaborar as decepções da razão
- Talvez estejamos no alto
- Quando a razão se divide
- Iluminismo
- Avaliações concorrentes
- As mensagens da razão que não chegam
- É permitido morrer pela verdade?
- Estado de espera
XXI. SOBRE BLOCOS DE GELO À DERIVA
- O solo do mundo da vida — um bloco de gelo à deriva
- Nada de novo no espaço
- Espaçonave Terra?
- Aspectos de uma mesma coisa
XXII. O QUE É A ASTRONOÉTICA?
