PLESSNER, Helmuth. Die Stufen des Organischen und der Mensch: Einleitung in die philosophische Anthropologie. Berlin/Leipzig: Walter de Gruyter, 1928. (2ª ed. ampliada com prefácio teórico: Berlin: Walter de Gruyter, 1965).
OS GRAUS DO ORGÂNICO E O HOMEM
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I. Objetivo e objeto da pesquisa
II. A objeção cartesiana e a posição do problema
1. A alternativa da extensão e da interioridade e o problema do fenômeno
2. A recondução do fenômeno à interioridade
3. O princípio de imanência. A anterioridade do dado da interioridade e sua reificação
4. Extensão como mundo exterior, interioridade como mundo interior
5. O princípio de representação. O elemento sensação
6. A inacessibilidade do ego alheio segundo o princípio do sensualismo
7. A exigência de uma revisão do princípio alternativo cartesiano no interesse da ciência da vida
8. Formulação da questão de partida sob o ângulo do método
III. A tese
1. A temática
2. A dualidade de aspectos no modo de aparecimento da coisa percebida
3. Contra a má interpretação dessa análise. Versão concentrada da tarefa
4. A dualidade de aspectos da coisa percebida animada. Sua interpretação em termos de teoria da forma. Köhler contra Driesch
5. Como a dualidade de aspectos é possível? A essência do limite
6. A tarefa de uma teoria das características essenciais do orgânico
7. Definição da vida
8. Caráter e objeto de uma teoria das características essenciais do orgânico
IV. Os modos de ser-aí da vitalidade
1. Características essenciais indicativas da vitalidade
2. A posicionalidade do ser vivo e sua natureza espacializante
3. Caráter processual e tipologização do ser vivo. Caráter dinâmico da forma viva. Individualidade da coisa singular viva
4. Caráter evolutivo do processo vital
5. A curva do desenvolvimento. Envelhecimento e morte
6. Caráter sistemático da coisa individual viva
7. Faculdade de autorregulação da coisa individual viva e equipotencialidade das partes
8. Ser organizado da coisa individual viva. Dualidade de sentido dos órgãos
9. Natureza temporalizante do ser que vive
10. União espaço-tempo posicional e lugar natural
V. Os modos de organização do ser-aí vivo. O vegetal e o animal
1. O ciclo vital
2. Assimilação – dissimilação
3. Adequação e adaptação
4. Reprodução. Transmissão hereditária. Seleção
5. A forma de organização aberta dos vegetais
6. A forma de organização fechada dos animais
VI. A esfera do animal
1. A posicionalidade da forma fechada. Centralidade e frontalidade
2. A coordenação da excitação e da reação no caso do sujeito desconectado (tipo da organização descentralizada)
3. A coordenação da excitação e da reação pelo sujeito (tipo da organização centralizada)
4. Articulação do campo circundante do animal em complexos qualitativos e em coisas
5. Inteligência
6. Memória
7. A memória como unidade de um resíduo e de uma antecipação
VII. A esfera do homem
1. A posicionalidade da forma excêntrica. O Eu e o caráter da pessoa
2. Mundo exterior, mundo interior, mundo comum
3. As leis antropológicas fundamentais: I. A lei da artificialidade natural
4. As leis antropológicas fundamentais: II. A lei da imediatidade mediada. Imanência e expressividade
5. As leis antropológicas fundamentais: III. A lei do lugar de implantação utópica. Inanidade e transcendência