Capítulo IV. Sociologia do saber mecanicista
A ciência não é um império dentro de outro império
O reconhecimento social da função científica
A oligarquia cultural no século XVII
O novo tipo de cientista: a ciência torna-se paixão da alma e utilidade social
A dessacralização do campo epistemológico
A separação entre experiência científica e experiência religiosa
Puritanismo e filosofia experimental
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O tipo ideal do virtuoso
Os libertinos eruditos e a crítica histórica
A profissão de historiador
O declínio das universidades francesas, que rejeitam a ciência mecanicista
O caso inglês: Gresham College, universidades tradicionais e Royal Society
As academias, protegidas pelo poder, como centros da filosofia experimental
O projeto enciclopédico de Colbert
As academias e sociedades eruditas colocam em prática o espírito mecanicista
Unidade da ciência e unidade da humanidade segundo Comenius e
Leibniz
Os grandes programas do século XVII: utopias e realidades
O Grande Eleitor Frederico Guilherme
A fundação da Universidade de Halle (1694)
As universidades de Altdorf e Leiden
A organização do trabalho científico
A circulação das ideias: Philosophical Transactions e Journal des savants (1665)
Acta Eruditorum (1682)
Nouvelles de la République des Lettres (1684)
Livros e revistas
A aceleração da história cultural
A nova Europa dos espíritos: publicidade dos trabalhos e relações internacionais
Sociedades literárias, valores mundanos e valores científicos
A cultura transforma-se em uma sociedade anônima
O surgimento de um público e de uma literatura de divulgação
Aristocratas, parlamentares e burgueses
A questão financeira e o financiamento da pesquisa
Amadores, religiosos e professores
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A intervenção do Estado
A política científica de Colbert