GABRIEL, Markus. Ich ist nicht Gehirn: Philosophie des Geistes für das 21. Jahrhundert. Berlin: Ullstein Verlag, 2015. / Eu não sou meu cérebro. Petrópolis: Vozes, 2021.
Introdução
Mente e Geist
Partículas elementares e organismos conscientes
A década do cérebro
A mente pode ser livre em um exame de imagem cerebral?
O si-mesmo como dispositivo USB
Neuromania e darwinite — o exemplo de Fargo
Mente — cérebro — ideologia
A cartografia da autointerpretação
Notas
1. O QUE ESTÁ EM JOGO NA FILOSOFIA DA MENTE?
A mente no universo?
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O animal histórico no palco social
Por que nem tudo, mas pelo menos alguma coisa, é teleológico
Notas
2. CONSCIÊNCIA
Eu vejo algo que tu não vês!
Tempestades neuronais e a arena da consciência
Buda, a serpente e o morcego — mais uma vez
Surfando na onda do neokantismo neuronal
Nada está além de nossa experiência — ou será que está?
Fé, amor, esperança — seriam tudo apenas ilusões?
Um altruísta habita em cada ego
O cão de Davidson e o gato de Derrida
Consciência saborosa
A inteligência do robô aspirador de pó
Strange Days — o ruído da consciência
O que Mary ainda não sabe
A descoberta do universo em um mosteiro
Sensações não são legendas de um filme chinês
O ponto de vista de Deus
Notas
3. AUTOCONSCIÊNCIA
Como a história pode ampliar nossa consciência
Mônadas no moinho
O biológico nem sempre é melhor que o tecnológico
Como o palhaço tentou se livrar da onipotência
Autoconsciência em um círculo
Notas
4. QUEM OU O QUE É AQUILO QUE CHAMAMOS DE SI-MESMO?
A realidade das ilusões
Reducionismo da puberdade e a teoria do banheiro
O si-mesmo é Deus
Fichte: o grande mestre quase esquecido do si-mesmo
Os três pilares da Doutrina da Ciência
No ser humano, a natureza abre os olhos e percebe que existe
“Deixa que o papai cuide disso”:
Freud e Stromberg
As pulsões encontram os fatos concretos
Édipo e a embalagem de leite
Notas
5. LIBERDADE
Posso querer não querer aquilo que quero?
O si-mesmo não é um caça-níqueis de um braço só
Por que causa e razão não são a mesma coisa e o que isso tem a ver com molho de tomate
O sujeito amigável golpeia o sujeito malvado e derrota o pessimismo metafísico
A dignidade humana é inviolável
No mesmo nível de Deus ou da natureza?
P.S.: Não existem selvagens
O homem não é um rosto desenhado na areia
Notas