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| + | ====== GIUSEPPE LUMIA: A FILOSOFIA DA EXISTÊNCIA - KIERKEGAARD ====== | ||
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| + | ==== Pensamento Moderno ==== | ||
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| + | === Filósofos e Estudos === | ||
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| + | //LUMIA. (Giuseppe) O EXISTENCIALISMO PERANTE O DIREITO, A SOCIEDADE E O ESTADO. Tradução de Adriano Jardim e Miguel Caeiro. Colecção « Doutrina ». N.º 3. Livraria Morais Editora. Lisboa. 1964. | ||
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| + | O existencialismo floresceu contemporaneamente, | ||
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| + | «Um dia, não somente os meus escritos, mas a minha própria vida serão atentamente estudados», | ||
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| + | O conceito de singularidade ocupa um lugar central no pensamento de Kierkegaard. Aquele não é, recorda ele, uma sua descoberta tardia, mas antes a proposição da qual tomou os pontos de partida. Kierkegaard conhece a importância de uma tal descoberta, à qual sente tão ligado o seu nome que manifestou o desejo de que sobre a sua campa se escrevesse simplesmente: | ||
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| + | Nos dois volumes de Aut-Aut, Kierkegaard traça dois planos de existência: | ||
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| + | O plano estético da existência alterna com o plano ético, ao qual não se passa, segundo Kierkegaard, | ||
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| + | A análise da vida ética é feita por Kierkegaard no segundo volume de Aut-Aut sob a forma de uma carta que o assessor Guilherme escreve ao autor dos ensaios contidos no primeiro volume, no qual se havia descrito o ideal do esteta. Battaglia e Paci fazem notar que a ética do assessor Guilherme é muito semelhante à hegeliana. Ali se encontra afirmada a positividade das relações sociais, ali se proclama a necessidade do matrimônio, | ||
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| + | Mas nem na vida ética se realiza para Kierkegaard a existência autêntica. O mundo do assessor Guilherme revela-se-lhe, | ||
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| + | Na existência realiza-se a nossa liberdade, mas a liberdade é angústia. A angústia, sentimento revelador, para Kierkegaard, | ||
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| + | //PS: SEQUÊNCIA: [[art1261]]; | ||
