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cavell:1979:start

Razão

CAVELL, Stanley. The Claim of Reason: Wittgenstein, Skepticism, Morality, and Tragedy. Oxford; Nova Iorque: Oxford University Press, 1979.

Prefácio à nova edição em brochura

Apresentação

Primeira parte — Wittgenstein e o conceito de conhecimento humano

I — Critérios e julgamento

II — Critérios e ceticismo

III — Austin e os exemplos

IV — O que uma coisa é (chamada)

V — Natural e convencional

  • Normal e natural

Segunda parte — Ceticismo e existência do mundo

VI — A investigação da epistemologia tradicional: abertura

  • A razoabilidade da dúvida
  • O recurso à imaginação projetiva
  • A irrelevância da imaginação projetiva como crítica dirigida
  • Um problema adicional

VII — Digressão sobre a visão da linguagem em Wittgenstein

  • Aprender uma palavra
  • Projetar uma palavra

VIII — A investigação da epistemologia tradicional: conclusão

  • O fundamento da dúvida do filósofo exige projeção
  • A projeção do filósofo apresenta um dilema
  • A base do filósofo e um conflito mais abrangente com seus novos críticos
  • O contexto do filósofo é o da ausência de asserção
  • A conclusão do filósofo não é uma descoberta
  • Duas interpretações da epistemologia tradicional; fenomenologia
  • O conhecimento da existência

Terceira parte — Conhecimento e conceito de moralidade

IX — Conhecimento e fundamento da moralidade

X — Uma ausência de moralidade

XI — Regras e razões

  • Prometer e punir
  • O jogo e a vida moral

XII — A autonomia da moral

Quarta parte — Ceticismo e problema dos outros

XIII — Entre reconhecimento e esquiva

  • A parábola da panela fervente
  • O argumento da linguagem privada
  • A alegoria das palavras; interpretação; ver algo como algo
  • Ver os seres humanos como seres humanos
  • Embriões
  • Escravos
  • Cegueira para a alma
  • A aparência humana
  • Aquele que conhece e aquilo que é conhecido
  • Minhas relações comigo mesmo
  • Acreditar em algo e acreditar em alguém
  • Acreditar em mim mesmo
  • Argumentos por analogia e pelo desígnio
  • Corpo de rã e alma de rã
  • Sou meu corpo ou estou em meu corpo? Integridade e conexão
  • Estátuas e bonecas
  • O aperfeiçoamento de um autômato
  • Sentimentos e «sentimentos»
  • A ordenação do corpo; admiração versus assombro
  • O Polônio do problema dos outros
  • O estranho
  • O conceito de horror; do monstruoso
  • A exposição cética (ativa) acerca das outras mentes
  • Projeção empática
  • A continuidade sem rupturas da projeção
  • A questão do «melhor caso» para os outros
  • Confinamento e exposição no conhecimento
  • Reconhecimento irrestrito; o excluído
  • Em relação aos outros, vivemos nosso ceticismo
  • A suspeita de que o reconhecimento irrestrito da dívida seja patológico, adolescente ou romântico
  • O caso representativo das outras mentes não é definido pelo genérico
  • A exposição cética passiva acerca das outras mentes
  • Ceticismo e sanidade, mais uma vez
  • Assimetrias entre as duas direções do ceticismo
  • Dr. Fausto e Dr. Frankenstein
  • Passividade e atividade; o amigo e o confessor
  • O caráter extraordinário do ordinário; romantismo
  • Narcisismo
  • Provar a existência do humano
  • O desaparecimento do humano
  • A questão da história do problema dos outros
    • 1. Distinções da loucura
    • 2. O outro como substituto de Deus
    • 3. Blake e a suficiência da finitude
    • 4. A ciência e a magia do humano
    • 5. A literatura como conhecimento do estranho
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