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Maya

samedi 6 juillet 2019

Māyā es uno de los nombres de Prakṛti, el poder o agencia formativo de la manifestación en Īśvara, es decir, en el Sí mismo Auto-determinado (ātman), Sí mismo en el que Puruṣa y Prakṛti subsisten como principios conyugados. En otras palabras, en la contención del Sí mismo, Puruṣa es "eso de lo que", ākāśa es "eso en donde", y Māyā es "eso por lo que" puede haber manifestación, actualidad (satya), "vida". (AKC Coomaraswamy
AKC
ANANDA KENTISH COOMARASWAMY (1877-1947)
)


Maya? es el poder del Ser (Self) que crea el mundo? y las mentes individuales. No se puede decir que Maya distorsiona la realidad más de lo que puede decirse que la película distorsiona la pantalla en la que es proyectada. Los objetos en la película son muchos, una sola pantalla les da soporte. (Francis Lucille Lucille Francis Lucille est un disciple de Jean Klein et aussi enseignant de le voie advaita vedanta. )
A ILUSÃO se dá quando um único e mesmo efeito pode ser produzido por duas causas completamente diferentes, sendo uma bastante frequente ; a outra, rara : o entendimento, que não possui dado algum para distinguir qual das duas causas faz efeito, visto que este é o mesmo, pressupõe em todas as vezes a causa habitual ; ora, como a sua atividade? não é reflexiva nem discursiva, mas direta e imediata, a causa falsa posta-se diante de nós como objeto? intuído, justamente a falsa aparência. Nos ensaios recém-indicados mostrei como nascem dessa maneira a visão e o tato duplos quando os órgãos dos sentidos são trazidos a uma posição inabitual : com o que justamente forneci uma prova incontestável de que a intuição existe apenas por e para o entendimento. [SCHOPENHAUER Schopenhauer ARTHUR SCHOPENHAUER (1788-1860) , Arthur. O mundo como vontade e como representação. Primeiro Tomo. Tr. Jair Barboza. São Paulo Saint Paul
São Paulo
San Pablo
 : Editora UNESP, 2005, p. 68]
Assim como no tempo cada momento só existe na medida em que aniquila o precedente, seu pai, para por sua vez ser de novo rapidamente aniquilado ; assim como passado e futuro (independentes das consequências de seu conteúdo) são tão nulos quanto qualquer sonho, o presente, entretanto, é somente o limite sem extensão e contínuo entre ambos — assim também reconheceremos a mesma nulidade em todas as outras formas do princípio de razão, convencendo-nos de que, do mesmo modo que o tempo, também o espaço e, como este, tudo que se encontra simultaneamente nele e no tempo, portanto tudo o que resulta de causas e motivos, possui apenas existência relativa, [I 9] existe apenas por e para um outro que se lhe assemelha, isto é, por sua vez também relativo. O essencial dessa visão é antigo : Heráclito Heraklit
Héraclite
Heráclito
Heraclitus
lamentava nela o fluxo eterno das coisas ; Platão Platão
Platon
Plato
Platón
Platão (grego Πλάτων, Platon) (427-348 aC)
desvalorizava seu objeto como aquilo que sempre vem-a-ser, sem nunca ser ; Espinosa Spinoza
Espinoza
Espinosa
BARUCH SPINOZA, BENEDITO DE ESPINOSA, BENEDICT DE SPINOZA (1632 – 1677)
o nomeou meros acidentes da substância única, existente e permanente ; Kant Kant Emmanuel Kant (Immanuel en allemand), philosophe allemand contrapôs o assim conhecido, como mero fenômeno, à coisa-em-si ; por fim, a sabedoria milenar dos indianos diz : “Trata-se de ΜΑΙΑ, o véu da ilusão, que envolve os olhos dos mortais, deixando-lhes ver um mundo do qual não se pode falar que é nem que não é, pois assemelha-se ao sonho, ou ao reflexo do sol sobre a areia tomado a distância pelo andarilho como água, ou ao pedaço de corda no chão que ele toma como uma serpente”. (Tais comparações são encontradas, repetidas, em inumeráveis passagens dos Vedas e dos Puranas.) O que todos pensam e dizem, entretanto, não passa daquilo que nós também agora consideramos, ou seja : o mundo como representação submetido ao princípio de razão. [SCHOPENHAUER?, Arthur. O mundo como vontade e como representação. Primeiro Tomo. Tr. Jair Barboza. São Paulo : Editora UNESP, 2005, p. 48-49]