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Renz : aquele-que-percebe

jeudi 19 décembre 2019

Isso-que-és é com e sem o aquele-que-percebe. O primeiro que percebes é o aquele-que-percebe, mas o que percebes não? podes ser?. O primeiro que experiencias é o aquele-que-experiencia. O primeiro ou último? que experiencias é o aquele-que-experiencia, mas ÉS antes, durante e além? do aquele-que-percebe. Assim ÉS com e sem o aquele-que-percebe. Tens que ser antes que o aquele-que-percebe possa ser. Isso-que-és tem que ser. Sem seres o que não pode não seres não há nenhuma possibilidade? de um? aquele-que-percebe. Então seja o que não podes não ser que é com e sem um aquele-que-percebe. O que quer que o aquele-que-percebe perceba é a estória do aquele-que-percebe, é a estória dele não tua estória, pois não tens nenhuma estória. É sempre a estória do aquele-que-experiencia ou do aquele-que-percebe, mas o que és é com e sem o aquele-que-percebe. Portanto sejas Isso.

Dito? de maneira mais simples? : toda noite és sem experiência?, em sono profundo? profundo, ausência? absoluta. Toda manhã o corpo? acorda e a experiência começa, mas onde estava o aquele-que-experiencia à noite. Assim és sem um aquele-que-experiencia, És, e pela manhã há experiência de um aquele-que-experiencia, que começa com "eu"? e então vem o resto. Toda noite o "eu" some e toda manhã ele aparece de novo. Ele te espera, talvez nem mesmo suma?. Mas toda noite, sem o "eu" sumir não há sono. Assim o "eu" some e pela manhã reaparece. (Mumbai, 12-03-2012)


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