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Nuvem do Desconhecido Esquema

terça-feira 29 de março de 2022

Resumo construído a partir do índice da obra, sobre o qual estaremos doravante aditando excertos traduzidos diretamente do original em inglês

Esquema-Resumo
  • Prefácio
  • 1. Dos quatro graus de vida do cristão; e naturalmente do curso de sua chamada que este livro se tornou
  • 2. Uma breve provocação para mansidão, e para o trabalho deste livro
  • 3. Como o trabalho deste livro deve ser levado e do valor dele antes de todos os outros trabalhos
  • 4. Da brevidade deste trabalho, e como ele não pode ser abordado pela curiosidade da sagacidade, nem pela imaginação
  • 5. Que no tempo deste trabalho todas as criaturas que sempre foram, são agora, ou venham a ser, e todos os trabalhos destas mesmas criaturas, deveriam ser ocultos sob a nuvem do esquecimento
  • 6. Uma breve opinião do trabalho deste livro, tratada pelo questionamento
  • 7. Como um homem deveria dispor-se neste trabalho contra todos os pensamentos, e especialmente aqueles que elevam-se de sua curiosidade, de sua esperteza, e de sua natural sagacidade
  • 8. Uma boa declaração de certas dúvidas que podem ocorrer neste trabalho, tratadas por questionamento, em destruindo a curiosidade própria do homem, sua esperteza e sua sagacidade natural, e em distinguindo os graus e as partes das vidas ativa e contemplativa
  • 9. Que no tempo deste trabalho a lembrança da mais santa criatura que Deus jamais fez, embaraça mais do que ajuda
  • 10. Como uma homem deve conhecer quando seu pensamento não é pecado; e se é pecado, quando é mortal e quando é venial
  • 11. O que um homem deveria ponderar cada pensamento e cada provocação que é, e sempre evitar descuido em pecado venial
  • 12. Que pela virtude deste trabalho o pecado não é somente destruído, mas também as virtudes geradas
  • 13. O que a mansidão é em si mesma, e quando é perfeita e quando é imperfeita
  • 14. Que sem a mansidão vindo adiante, é impossível para um pecador vir à perfeita virtude da mansidão nesta vida
  • 15. Uma breve prova contra o erro daqueles que dizem que não há causa aperfeiçoadora a ser abrandada, do que aquela que é o conhecimento da desgraça própria de um homem
  • 16. Que pela virtude deste trabalho um pecador verdadeiramente voltado e chamado à contemplação venha mais cedo à perfeição do que qualquer outro trabalho; e por isto mais cedo pode obter de Deus o perdão dos pecados
  • 17. Que um verdadeiro contemplativo não se intromete com a vida ativa, nem com nada que é feito ou dito sobre ele, nem mesmo em responder a seus críticos em se desculpando a si mesmo
  • 18. Como que até hoje todos os ativos se queixam dos contemplativos como Marta de Maria. Queixa causada pela ignorância
  • 19. Uma breve escusa daquele que fez este livro, ensinando como todos os contemplativos deveriam desculpar todos os ativos de suas reclamações e atos
  • 20. Como Deus Todo-Poderoso responderá beneficamente àqueles que, pela escusa deles mesmos, não deixaram seus afazeres pelo amor Dele
  • 21. A verdadeira explicação da passagem do Evangelho: Maria escolheu a melhor parte.
  • 22. Do magnífico amor que Cristo tinha por Maria Madalena, que representa todos os pecadores verdadeiramente convertidos e chamados à contemplação.
  • 23. De que, de uma maneira espiritual. Deus proverá e responderá a todos os que não abandonarem sua contemplação para prover a si mesmos.
  • 24. O que é a caridade em si mesma; como ela é delicada e se encontra totalmente contida no amor contemplativo.
  • 25. De que durante a oração contemplativa, o contemplativo perfeito não focaliza sua atenção em nenhuma pessoa em particular.
  • 26. De que sem a graça extraordinária ou uma longa fidelidade à graça comum, a oração contemplativa é muito difícil; de que este trabalho só é possível havendo graça, pois é o trabalho de Deus.
  • 27. De quem deveria aderir ao gracioso trabalho da contemplação.
  • 28. Que um homem não deve começar a contemplar, antes que sua consciência esteja purificada de todos os pecados particulares, de acordo com as leis   da Igreja.
  • 29. De que um homem deve perseverar no trabalho da contemplação; de boa vontade suportar seus sofrimentos, e não julgar ninguém.
  • 30. Quem tem o direito de julgar e censurar as faltas dos outros.
  • 31. Como os principiantes devem proceder em relação aos seus pensamentos e inclinações para o pecado.
  • 32. Duas fórmulas espirituais, proveitosas aos que iniciam a contemplação.
  • 33. De que, através da contemplação, uma pessoa é purificada dos seus pecados e de suas consequências, embora nunca atinja, nesta vida, total proteção.
  • 34. De que a contemplação nos é dada por Deus, livremente, sem auxílio de métodos; e que somente os métodos não poderão jamais levar à contemplação.
  • 35. Do Ler, do Pensar e do Orar, três hábitos que devem ser cultivados por aqueles que se iniciam na contemplação.
  • 36. Do tipo de meditação comumente usada pelos contemplativos.
  • 37. Dos tipos de orações pessoais comumente usadas pelos contemplativos.
  • 38. Como e quando uma curta oração atinge os céus.
  • 39. Como oram os contemplativos adiantados; o que é orar; e que palavras são mais apropriadas para a natureza da oração contemplativa.
  • 40. De que durante a contemplação deixamos de lado toda reflexão sobre a natureza da virtude e do vício.
  • 41. De que em tudo, menos na contemplação, devemos ser moderados.
  • 42. De que não tendo nenhuma moderação na contemplação, um homem atingirá a moderação perfeita em tudo mais.
  • 43. De que um homem deve deixar de centralizar sua atenção em si mesmo se deseja alcançar as alturas da contemplação.
  • 44. Como uma pessoa deve proceder para destruir a centralização de sua atenção em si mesma.
  • 45. Uma exposição sobre certas armadilhas que podem ocorrer para o contemplativo.
  • 46. Um ensinamento útil para evitar as ciladas; de que na contemplação devemos confiar mais em um entusiasmo jovial do que na força bruta.
  • 47. Como crescemos em refinamento de pureza de espírito; como um contemplativo manifesta seu desejo a Deus de uma maneira e aos homens de outra.
  • 48. De que Deus deseja ser servido por um homem de corpo e alma;de que Ele glorificará ambos;e de como distinguir entre os bons e os maus deleites espirituais.
  • 49. De que a essência de toda a perfeição é a boa intenção; o conforto sensível não é necessário à perfeição nesta vida.
  • 50. O que queremos dizer com "amor puro", que alguns recebem pouco consolo sensível, e outros recebem muito.
  • 51. De que o homem deve ter cuidado para não interpretar literalmente aquilo que é dito em um sentido espiritual, em particular as palavras "dentro" e "para cima".
  • 52. Como alguns jovens e presunçosos iniciantes interpretam erradamente a palavra "dentro"; a armadilha que os espera.
  • 53. Dos maneirismos usados pelos pseudo-contemplativos.
  • 54. De que a contemplação agracia o homem com sabedoria e postura, tornando-o atraente de corpo e espírito.
  • 55. De que aqueles que condenam indiscriminadamente o pecado, serão enganados.
  • 56. De que aqueles que confiam mais em sua própria inteligência e no aprendizado humano do que na doutrina e orientação da Igreja estão iludidos.
  • 57. De como alguns iniciantes presunçosos interpretam a palavra "elevar"; das armadilhas que se seguem.
  • 58. De que certas experiências das vidas de São Martim e Santo Estevão não devem ser interpretadas literalmente como exemplos de que devemos nos dirigir "para cima" durante nossas orações.
  • 59. De que a ascensão do corpo de Cristo não deve ser tomada como prova de que durante a oração devemos voltar nossas mentes "para cima"; de que na contemplação o tempo, o corpo e o lugar devem ser esquecidos.
  • 60. De que o mais sublime e seguro caminho para o céu é medido em desejo e não em quilômetros.
  • 61. De que na ordem natural, o corpo está subjugado ao espírito, e não o contrário.
  • 62. Como um homem pode saber quando seu trabalho espiritual está abaixo dele, fora dele, interior a ele; quando é igual a ele e quando está acima dele mas é inferior a Deus.
  • 63. Das faculdades do espírito; de como a mente, como primeiro poder, contém em si todas as outras faculdades e suas funções.
  • 64. Dos dois outros principais poderes, a Razão e a Vontade; como funcionavam antes do pecado original.
  • 65. Do primeiro poder secundário, a Imaginação; como funciona e como o pecado original a danificou.
  • 66. Do outro poder secundário, as Sensações; como funcionam e de que forma foram afetadas pelo pecado original.
  • 67. De como a ignorância dos poderes do espírito pode facilmente levar ao erro pela má compreensão dos ensinamentos sobre contemplação; de como uma pessoa se torna quase divina pela ação da graça.
  • 68. De que não estar em nenhum lugar espacialmente é estar em todos os lugares espiritualmente; de que nosso ser superficial verá a contemplação como uma perda de tempo.
  • 69. De como o amor de um homem é maravilhosamente transformado através da experiência interior deste "nada" e "em parte alguma".
  • 70. De que assim como começamos a compreender o espiritual onde termina nosso conhecimento sensível, também chegaremos à mais alta compreensão de Deus, tanto quanto possível nesta vida, com ajuda da graça, onde o conhecimento espiritual termina.
  • 71. De que alguns experimentam a perfeição da contemplação em raros momentos de êxtase, chamados de "arrebatamento", enquanto outros a experimentam durante sua rotina diária.
  • 72. De que um contemplativo não deve tomar sua experiência como critério a ser usado por outros contemplativos.
  • 73. De que a Arcada Aliança é um símbolo da contemplação; de que o relacionamento de Moisés, Aarão e Bezalel com a Arca representam três caminhos da contemplação.
  • 74. De que aqueles que têm vocação para a contemplação sentirão em seu espírito uma certa afinidade, quando lerem este livro; de que somente estas pessoas deveriam lê-lo.
  • 75. De certos sinais que permitem a um homem saber se Deus o está guiando para a contemplação.