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        <title>SOFIA</title>
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        <title>Clément Rosset – academicismo absoluto</title>
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        <description>Clément Rosset – academicismo absoluto

Le Réel

[...] Esse academicismo absoluto está em ação, por exemplo, no diálogo das peças de Raymond Roussel, escritas em uma linguagem de platitude extraordinária e insuperável que, por meio do uso sistemático da palavra convencional, elimina imediatamente qualquer referência realista ou psicológica:</description>
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        <title>ALEGRIA DE VIVER (2018)</title>
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        <description>ALEGRIA DE VIVER (2018)

Diria de bom grado, parodiando Aristóteles, que a alegria de viver constitui uma substância totalmente independente de seus “acidentes”. Sem dúvida, essa alegria está constantemente exposta a interrupções: pela tortura, física ou moral, pela morte. Mas essas são interrupções, não acidentes da alegria. Uma vez que a alegria da vida reina, não há nenhum fato ou circunstância que possa perturbá-la ou frustrá-la. Em uma palavra, ela é alheia aos acontecimentos, ao reino do e…</description>
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        <title>Clément Rosset – Anfítrion</title>
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        <description>Clément Rosset – Anfítrion

Le Philosophe et les sortilèges

Numa passagem particularmente interessante do Livro II do Seminário, dedicado ao Anfítrion de Plauto e de Molière, Lacan aborda o tema do duplo, que está profundamente ligado, tal como o do extraterrestre, à metafísica considerada como um saber de outro mundo. Estas páginas são um modelo de análise ilustrada, quero dizer, desta forma, em que</description>
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        <title>CRENÇA (1970:25-28)</title>
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        <description>CRENÇA (1970:25-28)

[...] nada é tão invencível quanto aquilo que não existe. Os mais profundos analistas da crença concordam em reconhecer a impossibilidade de defini-la. A sina habitual de uma crença é não somente proporcionar razões para crer, como ser paupérrima em definições de sua própria crença: sabe sempre dizer porque crê, mas nunca aquilo em que precisamente crê. Além do mais, o grande inimigo da crença não é a “verdade” (que os incrédulos opõem frivolamente a ela), mas a precisão.…</description>
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        <title>PRINCÍPIO DE REALIDADE INSUFICIENTE (CRUELDADE)</title>
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        <description>PRINCÍPIO DE REALIDADE INSUFICIENTE (CRUELDADE)

Ora, se interrogamos a história da filosofia, percebemos que a maior parte das filosofias só puderam alcançar sua meta, isto é, a proposição de uma teoria geral do real, mediante a estranha condição de dissolver o objeto mesmo de sua teoria, de reenviá-lo a este quase nada que Platão chamava o “menor ser” (mè òn) próprio às coisas sensíveis — quer dizer, às coisas reais — consideradas existentes apenas pela metade e com muito custo. Como se a real…</description>
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        <title>CRUELDADE (PC)</title>
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        <description>CRUELDADE (PC)

Por “crueldade” do real entendo em primeiro lugar, é claro, a natureza intrinsecamente dolorosa e trágica da realidade. Não me estenderei sobre este primeiro sentido, mais ou menos conhecido de todos, e sobre o qual aliás tive ocasião de falar alhures mais do que abundantemente; basta-me lembrar aqui o caráter insignificante e efêmero de toda coisa do mundo. Mas entendo também por crueldade do real o caráter único, e consequentemente irremediável e inapelável, desta realidade — c…</description>
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        <title>EXPRESSÃO TRÁGICA E EXPRESSÃO PESSIMISTA (PIOR:19-22)</title>
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        <description>EXPRESSÃO TRÁGICA E EXPRESSÃO PESSIMISTA (PIOR:19-22)

MontaignePascalSchopenhauerSchopenhauer

...SchopenhauerLeibnizLeibnizSchopenhauerLeibnizSchopenhauerLeibnizSchopenhauerSchopenhauerSchopenhauerSchopenhauerSchopenhauer

MontaignePascalSchopenhauerSchopenhauer

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rosset</description>
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        <title>IDEOLOGIA (1989:38-39)</title>
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        <description>IDEOLOGIA (1989:38-39)

Fica entendido que, de todo modo, o que caracteriza a ideologia é a sua inexistência: a ideologia fala de não-seres (como a justiça, a riqueza, os valores, o direito, Deus, a finalidade); para retomar uma palavra de Romeu em Shakespeare, ela “fala de nadas”. E a partir do reconhecimento desse nada que divergem duas direções filosóficas que não se reencontrarão jamais, caracterizadas por uma diferença no modo de olhar. Ou bem se considera que o homem não sabe que ele fala …</description>
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        <title>IDIOTICE (2012)</title>
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        <description>IDIOTICE (2012)

“”









16

rosset</description>
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        <title>ILUSÃO CEGA (2008:13-18)</title>
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        <description>ILUSÃO CEGA (2008:13-18)

Nada mais frágil do que a faculdade humana de admitir a realidade, de aceitar sem reservas a imperiosa prerrogativa do real. Esta faculdade falha tão frequentemente que parece razoável imaginar que ela não implica o reconhecimento de um direito imprescritível — o do real a ser percebido —, mas representa antes uma espécie de tolerância, condicional e provisória. Tolerância que cada um pode suspender à sua vontade, assim que as  circunstâncias o exijam: um pouco como as …</description>
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        <title>PERCEPÇÃO ILUSÓRIA</title>
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        <description>PERCEPÇÃO ILUSÓRIA

L’Invisible

Shakespeare - Hamlet

Na Cena XI de Hamlet, Hamlet conversa com sua rainha mãe depois de assassinar Polônio. O espectro do pai de Hamlet entra, a única pessoa que pode vê-lo e ouvi-lo, e fala com ele, para surpresa de sua mãe, que não vê nada do espectro e fica preocupada com essas palavras dirigidas a uma pessoa invisível:</description>
    </item>
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        <title>Rosset</title>
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        <description>Rosset


Clément Rosset (1939-2018)

Clément Rosset e a Filosofia do Real Trágico (Universalis)

	*  Centralidade do real como núcleo absoluto da reflexão filosófica
		*  Definição do real como aquilo que resiste a toda redução conceitual, simbólica ou duplicadora</description>
    </item>
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        <title>Clément Rosset – Teorema de Cripure</title>
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        <description>Clément Rosset – Teorema de Cripure

Le Démon de la tautologie

Vou concluir estas breves notas sobre a moral com o que chamo de teorema de Cripure, que tomo emprestado do romance outrora célebre de Louis Guilloux, Le Sang noir. Cripure é um professor de filosofia em uma cidade no oeste da França, que deve seu apelido de</description>
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        <title>USO DO TEMPO (2013)</title>
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        <description>USO DO TEMPO (2013)

O que chamamos de “uso do tempo” é muitas vezes, se não sempre, uma maneira de não usar o tempo, de colocá-lo em espera e em segundo plano. Mais precisamente, é uma maneira de não vivenciar o tempo como tal. O que ocupa o tempo, o uso do tempo, é também o que torna o tempo imperceptível, insensível, fora da consciência e fora da vista. É quando não há nada para fazer que o tempo se torna perceptível - não o tempo no sentido da estrutura transcendental de toda percepção possí…</description>
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        <title>VONTADE (1967)</title>
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        <description>VONTADE (1967)

ROSSETSPA

Assim, a Vontade, que governa tudo, não possui em si mesma nem fim, nem origem, nem justificativa para seu próprio poder coercitivo—e apenas se repete eternamente. Ela não procede de nada e não conduz a lugar algum. A conclusão inevitável é que a Vontade carece de todas as características da própria Vontade: a última absurdidade da vontade schopenhaueriana reside no fato de que ela é incapaz de querer. Atribuímos a noção de vontade a um conjunto de impulsos sem sentido…</description>
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