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        <title>SOFIA</title>
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        <title>HUSSERL E A CRISE DA HUMANIDADE EUROPEIA</title>
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        <description>HUSSERL E A CRISE DA HUMANIDADE EUROPEIA

PARROCHIA, Daniel. La forme des crises: Logique et épistémologie. Seyssel: Champ vallon, 2008.

	*  A questão inicial investiga em que sentido a humanidade europeia se encontra novamente em crise em 1935 e qual é a natureza profunda dessa enfermidade.</description>
    </item>
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        <title>MATEMATIZAÇÃO, A CRÍTICA DA FENOMENOLOGIA (DE CASTRO)</title>
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        <description>MATEMATIZAÇÃO, A CRÍTICA DA FENOMENOLOGIA (DE CASTRO)

Husserl , em seu texto A Crise da humanidade europeia e a filosofia, apresenta uma análise fenomenológica do que denomina cientificidade, e particularmente sua significação positivista, ou seja, redução da ciência apenas ao conhecimento dos fatos. Para ele esta tendência domina todas as ciências e denota uma crise profunda do estatuto da cientificidade. Em suas palavras: “o positivismo decapita a filosofia” (p. 7-8), e “puras ciências positi…</description>
    </item>
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        <title>CONFLITOS E TRANSAÇÕES</title>
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        <description>CONFLITOS E TRANSAÇÕES

PARROCHIA, Daniel. Mathématiques et existence. Seyssel: Champ Vallon, 1991.

	*  Toda crise é apresentada como expressão de um conflito, e toda saída de crise supõe, ao menos provisoriamente, algum tipo de resolução conflitiva.</description>
    </item>
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        <title>CRISE E CONFLITO</title>
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        <description>CRISE E CONFLITO

PARROCHIA, Daniel. La forme des crises: Logique et épistémologie. Seyssel: Champ vallon, 2008.

	*  Toda crise histórica intensifica a relação entre o indivíduo e a sociedade, transformando-a em problema e tensão.
		*  Em períodos de estabilidade relativa, essa relação tende a permanecer implícita e pouco tematizada.</description>
    </item>
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        <title>CRISE E CRÍTICA</title>
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        <description>CRISE E CRÍTICA

PARROCHIA, Daniel. La forme des crises: Logique et épistémologie. Seyssel: Champ vallon, 2008.

Foi no século XVII que a palavra “crise” assumiu um significado figurativo, que se tornaria mais político no século XVIII. Uma famosa obra de Paul Hazard, La Crise de la conscience européenne, publicada em Paris em 1935, traça essa crise figurativa, essa crise cultural, precisamente até o final do século XVII, um período de estabilidade e “contemplação”. Esse foi o período em que o es…</description>
    </item>
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        <title>ORIGEM DA PALAVRA “CRISE”</title>
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        <description>ORIGEM DA PALAVRA “CRISE”

PARROCHIA, Daniel. La forme des crises: Logique et épistémologie. Seyssel: Champ vallon, 2008.

A palavra “crise” surgiu em francês no final do século XIV. É o latim médico crisis, emprestado do grego krisis, decisão, que vem do verbo krinein, discernir. Naquela época, a palavra crise designava, na história de uma doença, um momento de clímax, um instante crucial ou um ponto de inflexão que se traduzia por uma mudança repentina no estado do doente, para melhor ou para …</description>
    </item>
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        <title>INTRODUÇÃO A &quot;O REAL&quot;</title>
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        <description>INTRODUÇÃO A &quot;O REAL&quot;

PARROCHIA, Daniel. Le réel. Paris: Bordas, 1991.

	*  A decisão de escrever sobre o real não coloca em questão o objeto do discurso, mas sim seus limites.
		*  Quem se propõe a tratar do real não enfrenta a dificuldade de escolher um tema, mas a impossibilidade de determinar o que ficaria fora dele.</description>
    </item>
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        <title>Parrochia</title>
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        <description>Parrochia



Daniel Parrochia (1951)

Para quem manifesta a intenção de escrever sobre o real, há uma questão que nunca se colocará: a de saber sobre o que irá escrever. O problema que se depara é, antes, o inverso do anterior: sobre o que não irá escrever? O que é que escapa ao real, afinal? Não devemos reconhecer mesmo ao irreal (possível, ilusório, fictício) não apenas algum grau de realidade, mas talvez, como defendem alguns filósofos, uma qualidade de existência tão “real” quanto o real, ba…</description>
    </item>
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        <title>UMA MATEMÁTICA DA EXISTÊNCIA? RISCO</title>
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        <description>UMA MATEMÁTICA DA EXISTÊNCIA? RISCO

PARROCHIA, Daniel. Mathématiques et existence. Seyssel: Champ Vallon, 1991.

	*  Projeto de uma matemática da existência, frequentemente considerado utópico, suscita objeções veementes oriundas do senso comum, da literatura e da epistemologia filosófica, as quais devem ser examinadas para estabelecer sua validade e fundamentar o empreendimento subsequente, pois o senso comum o considera alienante, oscilando entre jogo inócuo, impostura intelectual e patologia…</description>
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