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        <title>SOFIA</title>
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        <title>AMOR (1981)</title>
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        <description>AMOR (1981)

4) “... major autem harum est caritas”. Ao contrário das duas virtudes de que falamos, a caridade não dá lugar a equívoco; com efeito, a palavra caridade não conhece  nenhum uso que aponte a um estado de convicção. Não obstante, ela apresenta certa analogia com a divisão na distinção entre o amor (ou caridade), que é um esforço pela posse concreta, e aquele que dá nascimento à intuição de uma unidade livre que se consuma na entrega. Falamos desta última. Como nas outras duas virtude…</description>
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        <title>ANGELUS SILESIUS - SER E TEMPO (CE:582-599)</title>
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        <description>ANGELUS SILESIUS - SER E TEMPO (CE:582-599)

Le problème du temps est presque identique à la philosophie. Il est toutefois antérieur d’une époque. Les interrogations métaphysiques névralgiques touchant au temps ont été reprises par la philosophie aux mythes les plus vénérables. Elle les a exprimés en des termes quelque peu différents. La réalité sacrée est libérée de l’écoulement du temps, les mythes ne se déroulent pas à une époque ou à un instant déterminé, tout simplement, ils ont lieu, leur …</description>
    </item>
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        <title>PANTEÍSMO (LKCE)</title>
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        <description>PANTEÍSMO (LKCE)

LKCE

Temos alguma relutância em abordar essa questão, pois, para respondê-la adequadamente, seria necessário discutir toda a extraordinariamente prolífica literatura filosófica que se esforça para impor este ou aquele conteúdo a essa palavra nebulosa — o</description>
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        <title>POR QUE DEVEMOS PENSAR LOGICAMENTE?</title>
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        <description>POR QUE DEVEMOS PENSAR LOGICAMENTE?

KOLAKOWSKI2001

Os resultados dessa crítica — em particular a renúncia à “verdade” e à “certeza” no sentido tradicional — equivaleram, aos olhos de Husserl, à ruína da cultura europeia. A interpretação da lógica em categorias empíricas, ou o</description>
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        <title>POSITIVISMO (KOLAKOWSKI)</title>
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        <description>POSITIVISMO (KOLAKOWSKI)

KOLAKOWSKI1976

O positivismo é uma posição filosófica relativa ao saber humano e que, se não resolve sensu stricto as questões relacionadas ao modo de aquisição do saber – no sentido psicológico ou histórico –, constitui, por outro lado, um conjunto de regras e critérios de julgamento sobre o conhecimento humano. Ele aborda os conteúdos de nossas declarações sobre o mundo, necessariamente inerentes ao saber, e formula as normas que permitem estabelecer uma distinção en…</description>
    </item>
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        <title>POSITIVISMO, PRIMEIRA REGRA</title>
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        <description>POSITIVISMO, PRIMEIRA REGRA

KOLAKOWSKI1976

Em primeiro lugar: a regra do fenomenalismo. Ela pode ser brevemente formulada da seguinte maneira: não há diferença real entre a “essência” e o “fenômeno”. Em muitas doutrinas metafísicas tradicionais, supunha-se que os diferentes fenômenos percebidos e perceptíveis são modos de manifestação de uma realidade que não pode ser revelada diretamente ao conhecimento comum. Essa suposição legitimava o uso de palavras como</description>
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        <title>POSITIVISMO, QUARTA REGRA</title>
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        <description>POSITIVISMO, QUARTA REGRA

KOLAKOWSKI1976

Entre as ideias principais da filosofia positivista, enumeraremos, em quarto lugar, a crença na unidade fundamental do método científico. Mais do que nos casos anteriores, o significado deste princípio permite diversas interpretações; no entanto, a ideia em si está sempre presente nas doutrinas positivistas. De forma mais geral, trata-se da certeza de que os modos de aquisição de um conhecimento válido são fundamentalmente os mesmos em todos os domínios…</description>
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        <title>POSITIVISMO, REGRAMENTOS E DOMÍNIO</title>
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        <description>POSITIVISMO, REGRAMENTOS E DOMÍNIO

KOLAKOWSKI1976

Regras do positivismo: primeira, segunda, terceira e quarta

Em torno dessas quatro regras resumidamente expostas, a filosofia positivista elaborou uma vasta problemática, estendendo-se a todos os domínios do conhecimento humano. De maneira geral, o positivismo é um conjunto de regulamentações que regem o saber humano e visam reservar o nome de</description>
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        <title>POSITIVISMO, SEGUNDA REGRA</title>
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        <description>POSITIVISMO, SEGUNDA REGRA

KOLAKOWSKI1976

Em segundo lugar: a regra do nominalismo. Essa regra poderia, no fundo, ser considerada consequência da anterior, mas é melhor formulá-la separadamente, uma vez que é raro, em controvérsias filosóficas, que um julgamento importante sob o ponto de vista filosófico resulte de maneira absolutamente inevitável de outro julgamento igualmente importante sob a mesma perspectiva. Certo grau de indefinição nas palavras nos permite manter, com algumas distinções…</description>
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        <title>POSITIVISMO, TERCEIRA REGRA</title>
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        <description>POSITIVISMO, TERCEIRA REGRA

KOLAKOWSKI1976

A concepção fenomenalista e nominalista do saber leva a outra consequência importante, que formularemos em terceiro lugar. Trata-se da regra que nega qualquer valor cognitivo aos juízos de valor e aos enunciados normativos. De fato, os atributos que qualificam eventos, coisas ou comportamentos humanos, como: nobre, ignóbil, bom, mau, belo, feio, etc., não nos são dados pela experiência. Da mesma forma, nenhuma experiência pode nos obrigar, independent…</description>
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        <title>Kolakowski</title>
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        <description>Kolakowski

Leszek Kołakowski (1927-2009)

Martin L. WHITE. UNIVERSALIS.

Leszek Kolakowski foi um filósofo e historiador da filosofia polonês que se tornou um dos mais eminentes críticos do marxismo.

	*  Nasceu em 23 de outubro de 1927 em Radom, Polônia.</description>
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        <title>TENTATIVAS VÃS DE DEFINIR &quot;CERTEZA&quot;</title>
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        <description>TENTATIVAS VÃS DE DEFINIR &quot;CERTEZA&quot;

KOLAKOWSKI2001

O pensamento transcendental, em suas diversas formas, se rebelou contra essas conclusões irritantes. Descartes fez duas distinções cuja validade é decisiva para o destino da questão da certeza:

	*  A distinção entre o sentimento subjetivo de evidência (</description>
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