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        <title>SOFIA</title>
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        <title>CAUSA SUI</title>
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        <description>CAUSA SUI

(JULLIEN2009)

Voltando-me primeiro, por conveniência, aos termos rivais entre os quais a filosofia contemporânea se dividiu, explicarei assim mais calmamente minha surpresa (diante da fotografia de vinte anos atrás): seria a de um &#039;sujeito&#039; que de repente se descobre &#039;processo&#039; e se vê submerso – absorvido – nele. Eu me considerava um sujeito: sujeito de iniciativa, concebendo e querendo, ativo ou passivo, mas sempre mantendo a sensação de seu ser e possuindo-se a si mesmo; que, sem …</description>
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        <title>FIGURAS DA IMANÊNCIA (FJFI)</title>
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        <description>FIGURAS DA IMANÊNCIA (FJFI)

Para uma leitura filosófica do Yi King, Le Livre de Poche, 1993 (trad. em português publicada pela Editora 34)

Resumo do capítulo 1: Um “Clássico” da “Transformação”

A partir do “Grande Comentário” (ou</description>
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        <title>HEXAGRAMA (FJFI)</title>
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        <description>HEXAGRAMA (FJFI)

Estrutura do Hexagrama

	*  Primeiro princípio orgânico: o hexagrama se desdobra de baixo para cima e se decifra portanto progressivamente a partir de sua base até seu topo.

 	As duas primeiras posições (wei), em baixo da figura, correspondem ao nível da</description>
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        <title>I CHING (FJFI)</title>
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        <description>I CHING (FJFI)

	*  No ponto de partida da realidade encontramos não uma mas duas instâncias. A realidade, como vimos, não deve seu engendramento à ação pessoal, abscôndita, invisível, de um querer divino transcendente, mas à interação espontânea dos dois polos cuja existência constatamos simplesmente quando</description>
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        <title>QIAN (FJFI)</title>
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        <description>QIAN (FJFI)

Excertos resumidos de «Figuras da Imanência»

	*  As quatro palavras pelas quais começa o texto do Clássico da mutação, a propósito do primeiro hexagrama, Qian, composto de seis traços yang, devem ser entendidas do ponto de vista da capacidade: elas denotam, formando série, os diversos aspectos da aptidão de constante iniciativa que é própria do Céu e lhe permite progredir sempre, em seu curso, sem jamais se desviar nem cansar.</description>
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        <title>ALTERNÂNCIA (FJPC:25-27)</title>
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        <description>ALTERNÂNCIA (FJPC:25-27)

“No início havia alternância: entrar e sair, dia e noite, o calor do verão e o frio do inverno. Ir e vir, abrir e fechar. O dia e a noite são como a respiração do céu, o verão e o inverno reproduzem o ritmo do dia e da noite. Apenas a escala difere; toda manifestação da existência é governada por um ininterrupto vai-e-vem: contração-expansão, desdobramento-redobramento.</description>
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        <title>IMAGENS DA ALTERNÂNCIA SEM FIM (FJPC:28-31)</title>
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        <description>IMAGENS DA ALTERNÂNCIA SEM FIM (FJPC:28-31)

Imagens novamente: que a latência (como o grande vazio do céu) permanece continuamente animada, nada atesta isso melhor do que as nuvens; que uma generosa disseminação é exercida profusamente através de tudo o que existe, nada torna isso mais evidente do que a chuva. Penetração — propagação — maturação: sutileza (de passagem), mas fecundidade (de difusão). A alternância de fenômenos na natureza também nos torna conscientes de sua correlação essencial:…</description>
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        <title>ALTERNÂNCIA, ANALOGIA COM ESTADOS DA ÁGUA (FJPC:27-28)</title>
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        <description>ALTERNÂNCIA, ANALOGIA COM ESTADOS DA ÁGUA (FJPC:27-28)

Símbolos de alternância e funcionamento — funcionamento por alternância: há muito mais a se ponderar sobre esses motivos durante a leitura de Wang Fuzhi. Nem a “parede”, cuja opacidade contínua não pode ser aberta, nem o</description>
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        <title>Jullien</title>
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        <description>Jullien

François Jullien

CORNAZ, Laurent; MARCHAISSE, Thierry; JULLIEN, François (ORGS.). L’ indifférence à la psychanalyse: sagesse du lettré chinois, désir du psychanalyste; rencontres avec François Jullien. 1. éd ed. Paris: Presses Universitaires de France, 2004.</description>
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        <title>TRANSFORMAÇÃO</title>
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        <description>TRANSFORMAÇÃO

(JULLIEN2009)

Pois não devemos nos enganar sobre a dificuldade que encontramos em pensar a transformação que, por princípio, eu acredito, é sempre “silenciosa”. Não se trata apenas, de fato, de uma diferença de escala e grandeza: porque só conseguimos apreender grosseiramente e, por isso, a posteriori e de forma abrupta o que, na verdade, ocorre gradualmente e no infinitamente pequeno; porque, em suma, não temos uma visão suficientemente aguçada ou uma audição suficientemente apu…</description>
    </item>
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        <title>TRANSIÇÃO</title>
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        <description>TRANSIÇÃO

(JULLIEN2009)

“Transição”, para dizer a verdade, parece-me um termo limite, levado ao extremo, que literalmente aponta para o que está em questão, mas não permite pensar além. Ao limitar-se apenas a este termo, rapidamente se estará preso em um beco sem saída – ou como escapar da reflexão sobre o Ser que claramente tropeça aqui? Ou ainda, invertendo a questão: já que passou ao largo do Ser, o pensamento chinês não nos ofereceria novamente um viés conveniente, por meio de seu desvio, …</description>
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