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        <title>SOFIA</title>
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        <title>INTERIORIZAÇÃO</title>
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        <description>INTERIORIZAÇÃO

IRIGARAY, Luce. I Love to You: Sketch of A Possible Felicity in History. Alison Martin. London: Taylor and Francis, 2016.

A interiorização (recueillement []) do espírito no eu ainda não ocorreu, pois o homem não avançou além de uma intuição pura e simples – ou seja, a de que ele representa a humanidade. O homem não se elevou de seu ser-aí imediato para se considerar como metade da humanidade. Ele imaginou que o devir espiritual pudesse ser realizado com base em um, e não em dois…</description>
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        <title>MASCULINO E FEMININO</title>
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        <description>MASCULINO E FEMININO

IRIGARAY, Luce. I Love to You: Sketch of A Possible Felicity in History. Alison Martin. London: Taylor and Francis, 2016.

O natural é pelo menos dois: masculino e feminino. Toda a especulação sobre superar o natural no universal esquece que a natureza não é uma. Para ir além - supondo que isso seja necessário - deveríamos partir da realidade: ela é dois (um dois que contém por sua vez diferenças secundárias: menor/maior, mais jovem/mais velho, por exemplo). O universal foi…</description>
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        <title>SER HUMANO</title>
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        <description>SER HUMANO

IRIGARAY, L. Between East and West: From Singularity to Community. Stephen Pluhacek. New York: Columbia University Press, 2002.

Ao contrário da planta, o ser humano é um vivente sem raízes fixas. Um ser que caminha, é móvel. Que também se move em espírito. Diferentemente do animal? No espaço e no tempo, o ser humano se desloca. Isso possibilita adquirir alimento material e espiritual, mas também se perder, por vezes com risco da própria existência. O que pode então salvaguardar a ex…</description>
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        <title>SER - HABITAR</title>
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        <description>SER - HABITAR

IRIGARAY, Luce. Je, tu, nous. Paris: Éditions Grasset &amp; Fasquelle, 1990

Em um texto intitulado « O esquecimento de Hestia », o filósofo francês Jean-Joseph Goux analisa a trajetória nostálgica de Heidegger em busca de uma possibilidade de habitar a terra como mortais sem renunciar à dimensão do divino como festa e realização. Ele explica que o termo </description>
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        <title>Irigaray</title>
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        <description>Irigaray

Luce Irigaray (1930)

Margaret Whitford

Irigaray sentiu-se inicialmente atraída pela literatura, escrevendo sua tese de mestrado sobre o poeta Paul Valéry, cuja obra privilegia a consciência e a reflexividade. Foi somente quando deixou a Bélgica para ir a Paris, onde cursou um diploma em psicopatologia e iniciou sua formação como psicanalista, que voltou sua atenção para o inconsciente e, em particular, para a noção de um inconsciente cultural (ou “imaginário” cultural, como passou a …</description>
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