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        <title>SOFIA</title>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>VERDADE DA WISSENSCHAFTSLEHRE</title>
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        <description>VERDADE DA WISSENSCHAFTSLEHRE

MVKS

A verdade da Wissenschaftslehre está acima das discussões e disputas da época. Fichte, certamente, faria tudo para torná-la acessível aos seus contemporâneos, mas, ao persistir em expô-la contra ventos e marés, ele não trabalha por um fim contingente particular. Em última instância, é-lhe indiferente que a doutrina seja compreendida. Ele a confia, por assim dizer, ao curso do tempo, para que ela simplesmente estivesse lá. A verdade do idealismo é a luz do séc…</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>WISSENSCHAFTSLEHRE FICHTEANA</title>
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        <description>WISSENSCHAFTSLEHRE FICHTEANA

MVKS

A Wissenschaftslehre fichteana é a realização, o aperfeiçoamento da crítica da razão pura teórica. Ora, o fichteismo não se limita a completar as deficiências da Crítica , não se limita a preencher as lacunas entre as categorias. Ele também consegue enunciar, em toda a sua generalidade, a nova inteligibilidade do transcendental. A subjetividade pura, o para-si, se destaca definitivamente do em-si, do mundo. Em frente ao universo das entidades, dos eide, encont…</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>DOUTRINA DA CIÊNCIA</title>
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        <description>DOUTRINA DA CIÊNCIA

MGABRIEL2021

Ninguém investigou tudo isso tão exaustivamente quanto o grande mestre da filosofia do Eu, Johann Gottlieb Fichte. Fichte se tornou famoso em seu tempo por meio de Kant, que publicou habilmente por meio de seu editor anonimamente a primeira obra de</description>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>EU ≠ NÃO-EU</title>
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        <description>EU ≠ NÃO-EU

MGABRIEL2021

O segundo princípio da doutrina-da-ciência enuncia em uma forma algo simplificada: “Eu ≠ não-Eu”. Por trás desse princípio se esconde exatamente a ideia da objetividade absoluta. O que não é o Eu, justamente, não é – segundo</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>EU=EU</title>
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        <description>EU=EU

O primeiro princípio da doutrina-da-ciência enuncia: Eu = Eu”. Naturalmente, isso soa trivial, como, porém, lentamente notaremos, não é. Poder-se-ia pensar que se poderia igualar tudo a si mesmo de maneira não informativa. Isso é chamado de tautologia. Mas, e no que diz respeito a</description>
    </item>
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        <dc:date>2026-04-13T10:35:06+00:00</dc:date>
        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>EU PARTILHÁVEL E NÃO-EU PARTILHÁVEL</title>
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        <description>EU PARTILHÁVEL E NÃO-EU PARTILHÁVEL

MGABRIEL2021

(...) podemos nos voltar para o terceiro princípio da doutrina-da-ciência. É preciso tempo para apreciá-lo, antes de que possa explicá-lo de maneira mais compreensível para nós, nativos do século XXI: “</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>MÉTODO GENÉTICO</title>
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        <description>MÉTODO GENÉTICO

MVKS

Estudar o conhecimento em termos de advento a partir da consciência é um exemplo da busca pelas origens; porém, no idealismo transcendental, a origem é compreendida como causa, não apenas como tempo e lugar de nascimento. Desde Aristóteles, a filosofia privilegia, acima de tudo, a explicação causal, mas, de certa forma, a verdade dessa explicação só aparecerá no idealismo transcendental, através do método genético. A interrogação genética é uma busca pelas origens, mas a n…</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>MICHEL HENRY</title>
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        <description>MICHEL HENRY

HENRY, Michel. L’essence de la manifestation. Paris: Presses Univ. de France, 2003.

L’existence du mur est l’être du mur en tant que cet être est posé dans une extériorité radicale par rapport à lui-même, elle est, pour reprendre la forte expression de</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>EU SE PÕE, E ESSA AUTO-POSIÇÃO É SEU SER</title>
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        <description>EU SE PÕE, E ESSA AUTO-POSIÇÃO É SEU SER

MVKS

A realização da impossibilidade da interrogação cronológica, da busca do começo, não condena a filosofia à impotência, à simples admissão do inconcebível. Antes, permite-lhe aprofundar sua reflexão e retificar seu método. A suspensão da questão do Primeiro empírico-cronológico conduz a um alargamento, a uma formalização do Primordial. O abandono das escavações nos arquivos da consciência abre caminho para uma explicação metafísica de sua constituiç…</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>PRIMAZIA DO PRÁTICO</title>
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        <description>PRIMAZIA DO PRÁTICO

MVKS

O jovem Fichte estava convencido da verdade do espinozismo e somente a leitura de Kant lhe permitiu libertar-se da crença no determinismo universal. Foi a Crítica que o levou a fundamentar na metafísica a primazia do prático ou, mais precisamente, uma metafísica cujo primeiro princípio é o eu autônomo. Sem dúvida, o ensinamento sobre o eu é de inspiração moral, mas o moralismo se amplia e se aprofunda em uma metafísica idealista. O eu autônomo não é apenas a mola propu…</description>
    </item>
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        <title>Fichte</title>
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        <description>Fichte

Johann Gottlieb Fichte (1762-1814)

SAFRANSKI, Rüdiger. Romantismo. Tr. Rita Rios. São Paulo: Estação Liberdade, 2010

Fichte radicaliza o conceito de liberdade de Kant. Naquela versão da doutrina da ciência que ele apresenta pela primeira vez em Iena e que lá faz escola, retira da frase de</description>
    </item>
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        <title>SUJEITO TRANSCENDENTAL</title>
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        <description>SUJEITO TRANSCENDENTAL

(MVKS:339-342)

Fichte enuncia os três princípios primeiro no escrito programático O Conceito da Doutrina da Ciência, e pouco depois os desenvolverá em alguns parágrafos famosos do Fundamento. 1. O Eu se põe. 2. O Não-Eu se opõe ao Eu. 3. O Eu põe no Eu um eu divisível e um não-eu divisível. Essas três definições deveriam corresponder a três absolutos. Tratar-se-ia aqui dos números das grandes categorias metafísico-lógicas da tese, da antítese e da síntese ou das três ide…</description>
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        <title>TODA CONSCIÊNCIA É CONDICIONADA PELA CONSCIÊNCIA IMEDIATA DE NÓS MESMOS (1797)</title>
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        <description>TODA CONSCIÊNCIA É CONDICIONADA PELA CONSCIÊNCIA IMEDIATA DE NÓS MESMOS (1797)

Data: 2023-06-15 16:21

Ensaio de uma nova exposição da doutrina da ciência

Erste Einleitung in die Wissenschaftslehre

Primeiro capitulo, único publicado, do Ensaio de uma nova exposição da doutrina da ciência. Saiu no “Philosophisches Journal”, tomo VII, páginas 1 a 20, de 1797, com o titulo: “Toda consciência é condicionada pela consciência imediata de nós mesmos</description>
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        <title>RELATO SOBRE O EU</title>
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        <description>RELATO SOBRE O EU

(MVKS)

Fichte dizia aos seus alunos em Jena que queria redigir “um relato sobre o Eu”, sobre o Eu que é a alma de toda sua filosofia, o Eu de onde tudo parte. Ele celebra o princípio sublime do Eu ou da ipseidade (Ichheit), do Eu que é sinônimo de</description>
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