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        <title>SOFIA</title>
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        <title>AÇÃO</title>
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        <description>AÇÃO

GIL, Fernando. Modos da evidência. Lisboa: Casa de Moeda, 1998.

A irredutibilidade do agir manifesta-se como um estrato pré-intencional, inacessível a uma completa explicação racional. Contentar-nos-emos aqui em indicar que ela é posta em evidência, pela negativa, pela insuficiência dos critérios racionais de determinação da acção, que desembocam em paradoxos e aporias. A definição da acção coloca o problema da sua individuação. Por exemplo, são possíveis várias descrições de disse «bom d…</description>
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        <title>AÇÃO</title>
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        <description>AÇÃO

GIL, Fernando. Modos da evidência. Lisboa: Casa de Moeda, 1998.

A irredutibilidade do agir manifesta-se como um estrato pré-intencional, inacessível a uma completa explicação racional. Contentar-nos-emos aqui em indicar que ela é posta em evidência, pela negativa, pela insuficiência dos critérios racionais de determinação da acção, que desembocam em paradoxos e aporias. A definição da acção coloca o problema da sua individuação. Por exemplo, são possíveis várias descrições de disse «bom d…</description>
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        <title>ADESÃO A SI</title>
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        <description>ADESÃO A SI

(GIL1998)

Percebo-me como uma entidade dotada de realidade e sempre a mesma, que não consigo contudo capturar, quer conceptual quer experiencialmente. A consistência aparente do eu reconduz-se a outros dados, alguns deles inquestionáveis: a consciência de si e de uma interioridade, ser portador de uma experiência e de um querer sentidos como tais — enquanto que um outro dado, o sentimento da identidade pessoal, supõe ainda a crença na permanência pessoal: uma crença que, se é verda…</description>
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        <title>CRENÇA (ME:3-6)</title>
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        <description>CRENÇA (ME:3-6)

GIL, Fernando. Modos da evidência. Lisboa: Casa de Moeda, 1998.

1. A minha exposição tem a sua origem no cruzamento de um dos eixos que nos é proposto — a distinção entre juízo de existência e juízo de atribuição tal como ela se apresenta em</description>
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        <title>DOR</title>
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        <description>DOR

(GIL1998)

Uma proposição-chave das Investigações Filosóficas resume o programa de Wittgenstein: «Um ‘processo interior’ requer critérios exteriores» (secção 580). Esta tese acha-se ligada ao «argumento contra a existência de uma linguagem privada» cujo exacto alcance é aliás difícil de determinar (como tem sido por muitos observado). Prima facie, tratar-se-ia de um argumento contra a possibilidade de uma linguagem inteiramente idiolectal (seríamos então tentados a perguntar se o exercício …</description>
    </item>
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        <title>EU</title>
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        <description>EU

GIL, Fernando. Modos da evidência. Lisboa: Casa de Moeda, 1998.

Como self, «eu» e os pronomes pessoais substantivados equivalentes em outras línguas são termos que recobrem significações diversas. O eu declina-se de várias maneiras. Todas elas são objecto de reflexão, pelo menos desde o século XVII (não vou perguntar-me aqui até que ponto o eu é uma invenção moderna), e delas se ocupam também algumas escolas budistas. As significações do eu são motivo de controvérsia, desde…</description>
    </item>
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        <title>EXPERIÊNCIA DE SI</title>
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        <description>EXPERIÊNCIA DE SI

(GIL1998)

A experiência de si é diversificada.

(3a) O eu constitui uma experiência de identidade, sou para mim sempre o mesmo. Uma criança que conheci de perto — meu filho — tomou consciência muito cedo da morte, o que o apavorou. Para lhe dizer alguma coisa que o pudesse consolar respondi-lhe o que se responde nestas circunstâncias: que se morre velho e se muda muito até lá e que, portanto, o velho que ele viria um dia a ser encararia a morte de maneira diferente. Mas tive …</description>
    </item>
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        <title>FÉ</title>
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        <description>FÉ

(GIL1998)

2. Aquém do juízo de existência e de predicação existe a fé, o modo da crença «certa». Toda a modalidade da certeza, e também da dúvida, da suputação, da conjectura, remete para uma fé última e matricial. Husserl é o filósofo que formulou este pensamento na sua generalidade mais radical. «Introduzimos o termo crença-mãe (Urglaube) ou proto-doxa (Urdoxa): ele permite assinalar de um modo adequado a referência intencional [</description>
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        <description>CRENÇA (ME:3-6)

GIL, Fernando. Modos da evidência. Lisboa: Casa de Moeda, 1998.

1. A minha exposição tem a sua origem no cruzamento de um dos eixos que nos é proposto — a distinção entre juízo de existência e juízo de atribuição tal como ela se apresenta em</description>
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        <title>INEVIDÊNCIAS DO EU</title>
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        <description>INEVIDÊNCIAS DO EU

(GIL1998)

Segundo o velho e sempre bom preceito de Hughlings Jackson, apreendem-se melhor as estruturas estudando a destruturação. Por isso nos dirigimos a Sá de Miranda, que nos fornecerá uma prova pela negativa: a sua experiência é a de uma inevidência do eu em todos os aspectos referidos []. Ela assenta numa des-regulação fundamental da relação ao tempo. Dissemos que o eu é uma forma activa transportando-se entre o passado e o futuro — mas teríamos podido deduzir da própr…</description>
    </item>
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        <title>PERMANÊNCIA DO EU?</title>
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        <description>PERMANÊNCIA DO EU?

(GIL1998)

[...] Não cometemos uma deriva essencialista ao qualificar a subjectividade como uma forma — uma membrana porosa —, nem hipostasiamos o eu vendo nele um princípio de actividade que se sente detentor da experiência que de si tem. Seria este o assento genuíno da unidade do eu. Contudo, não é assim que o experienciamos, o que só complica a nossa interrogação: vivemo-lo antes como um pólo de referência fixo e permanente, ordenador do conjunto da experiência.…</description>
    </item>
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        <title>Gil</title>
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        <description>Gil



Gil, Fernando (1937–2006)

O método de Fernando Gil é ao mesmo tempo transcendental e genético, ou seja, voluntariamente «impuro»; o transcendental para o qual aponta é um transcendental em movimento. O an-historicismo de princípio dá lugar ao que poderiamos chamar a história da experiência. Esta última obriga a arranjos do campo transcendental que reactivam o seu poder específico.</description>
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        <title>SUBJECTIVIDADE</title>
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        <description>SUBJECTIVIDADE

(GIL1998)

Deixamos de lado a construtibilidade, para nos concentrarmos na acção que dela é o substrato. A visão, escreve Weyl, deve ser acção. Ora a acção é negócio do sujeito e dele apenas. Citando Fichte, «só do meu fazer tenho consciência imediata»</description>
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        <title>SUGESTÃO (ME:22-26)</title>
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        <description>SUGESTÃO (ME:22-26)

GIL, Fernando. Modos da evidência. Lisboa: Casa de Moeda, 1998.

Será então preciso recorrer a Deus para assegurar a realidade do mundo? A leitura de Rosa Alice Branco sugere, é caso de o dizer, que a percepção contém dentro de si, na sua finitude, recursos suficientes para instituir a realidade de que precisa a inteligência humana, tal qual ela é (por isso não faz no fundo sentido chamar-lhe finita, ectípica e não arquetípica) e sem tão-pouco  precisarmos de nos arrimar à i…</description>
    </item>
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        <title>TEMPORALIDADE DA CONSCIÊNCIA</title>
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        <description>TEMPORALIDADE DA CONSCIÊNCIA

(GIL1998)

Mas não se é, sempre, um outro si próprio? Não será o «sempre» da diversidade a única identidade? Mc Taggart é autor de uma distinção que ajuda a elucidar o que está aqui em jogo (ela acha-se anunciada na doutrina fichtiana da temporalidade). Temos duas intuições diversas do tempo. A primeira consiste no sentimento da duração, a passagem da vida e da história, em que há passado, presente e futuro. É uma série fluente, movente. Num outro contexto, o P.e An…</description>
    </item>
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        <title>VOLIÇÃO</title>
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        <description>VOLIÇÃO

(GIL1998)

Assiste-nos então o direito de admitir uma consciência cujo teor, irredutível, é pelo menos triplo: o sujeito é portador da sua experiência, esta experiência é sentida e o seu conteúdo é formado por actos em que a vontade se realiza. A compreensão vive de todas estas dimensões da subjectividade. Limitar-nos-emos a apurar o lugar teórico da acção, uma vez que ela é o fundamento a priori das construções do espírito e remete para um estrato não intencional (…</description>
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