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        <title>SOFIA - charles-taylor</title>
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        <title>SOFIA</title>
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        <title>FILOSOFIA MORAL E IDENTIDADE HUMANA (1997)</title>
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        <description>FILOSOFIA MORAL E IDENTIDADE HUMANA (1997)

Desejo examinar várias facetas daquilo que vou chamar de a “identidade moderna”. Uma boa primeira abordagem do que isso significa seria dizer que a tarefa envolve o rastreamento de várias vertentes de nossa concepção moderna do que é ser um agente humano, uma pessoa ou um seif. Contudo, o processo dessa investigação logo mostra que não é possível formar uma ideia muito clara disso sem alguma compreensão adicional de como nossas representações do bem ev…</description>
    </item>
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        <title>CREDULIDADE E INCREDULIDADE NA ERA SECULAR</title>
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        <description>CREDULIDADE E INCREDULIDADE NA ERA SECULAR

TAYLOR, Charles. A secular age. First Harvard University Press paperback edition ed. Cambridge, Massachusetts London, England: The Belknap Press of Harvard University Press, 2018.

	*  A explicitação das condições de experiência mostra-se mais difícil do que aparenta, em parte porque a atenção comum se fixa na crença como conteúdo e não no quadro que a torna possível.</description>
    </item>
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        <title>DIGNIDADE</title>
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        <description>DIGNIDADE

Nossa “dignidade”, na acepção particular que emprego aqui, é nosso sentido de merecer respeito (atitudinal). A questão de saber em que consiste nossa dignidade não é mais evitável que a de saber por que deveríamos respeitar os direitos alheios ou o que constitui uma vida plena, por mais que uma filosofia naturalista possa nos levar a pensar erroneamente nisso como mais um domínio de meras reações “viscerais</description>
    </item>
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        <title>EIXOS DO PENSAMENTO MORAL</title>
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        <description>EIXOS DO PENSAMENTO MORAL

A “moralidade”, com efeito, pode ser e com frequência é definida tão-somente em termos do respeito aos outros. Considera-se que a categoria da (29) moral abrange precisamente nossas obrigações para com as outras pessoas. Se, contudo, adotarmos essa definição, teremos de admitir que existem outras questões além da moral que são de essencial importância para nós e põem em jogo uma avaliação forte. Há questões sobre como vou levar minha vida que remetem ao aspecto de que …</description>
    </item>
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        <title>EPISTEMOLOGIA</title>
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        <description>EPISTEMOLOGIA

(CTAYLOR2018)
[...] referindo-se a Heidegger e Merleau-Ponty como casos paradigmáticos da refutação da epistemologia, podemos ver que essa visão foi completamente invertida. (1) Nossa compreensão do mundo não consiste simplesmente em mantermos representações internas da realidade externa. De fato, temos tais representações, que talvez sejam melhor entendidas, em termos contemporâneos, como sentenças tidas como verdadeiras. No entanto, essas representações só fazem sentido para nós…</description>
    </item>
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        <title>VIVER EM UMA ERA SECULAR?</title>
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        <description>VIVER EM UMA ERA SECULAR?

TAYLOR, Charles. A secular age. First Harvard University Press paperback edition ed. Cambridge, Massachusetts London, England: The Belknap Press of Harvard University Press, 2018.

	*  A investigação parte do reconhecimento de que, em algum sentido relevante, a condição secular caracteriza as sociedades do mundo atlântico-norte, ainda que essa condição se estenda, de modo parcial e heterogêneo, para além desse espaço.</description>
    </item>
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        <title>ÉTICA DA AUTENTICIDADE</title>
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        <description>ÉTICA DA AUTENTICIDADE

DescartesLocke







DescartesLocke</description>
    </item>
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        <title>FILOSOFIA MORAL E IDENTIDADE HUMANA (1997)</title>
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        <description>FILOSOFIA MORAL E IDENTIDADE HUMANA (1997)

Desejo examinar várias facetas daquilo que vou chamar de a “identidade moderna”. Uma boa primeira abordagem do que isso significa seria dizer que a tarefa envolve o rastreamento de várias vertentes de nossa concepção moderna do que é ser um agente humano, uma pessoa ou um seif. Contudo, o processo dessa investigação logo mostra que não é possível formar uma ideia muito clara disso sem alguma compreensão adicional de como nossas representações do bem ev…</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=charles-taylor:hartmut-rosa-resonance-sujeito-e-mundo-segundo-charles-taylor&amp;rev=1771371266&amp;do=diff">
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        <title>SUJEITO E MUNDO SEGUNDO CHARLES TAYLOR (RESONANCE)</title>
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        <description>SUJEITO E MUNDO SEGUNDO CHARLES TAYLOR (RESONANCE)

Data: 2023-05-24 15:50

Resonance

What is the World? Who is a Subject?

[ROSA, Hartmut. Resonance. A Sociology of Our Relationship to the World. Tr. James C. Wagner. London: Polity Press, 2019]

[ROSA, Hartmut. Résonance. Une sociologie de la relation au monde. Tr. Sacha Zilberfarb. Paris: Éditions La Découverte, 2018, 2021]</description>
    </item>
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        <title>INDIVIDUALISMO</title>
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        <description>INDIVIDUALISMO

TAYLOR, Charles. A ética da autenticidade. São Paulo: É realizações, 2011.

A primeira fonte de preocupação é o individualismo. É claro que individualismo também denomina o que muita gente considera a maior conquista da civilização moderna. Nós vivemos em um mundo no qual as pessoas possuem o direito de escolher por si mesmas o próprio modo de vida, de decidir conscientemente quais convicções abraçar, de determinar o formato de sua vida em uma série de maneiras que seus antepassa…</description>
    </item>
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        <title>MORTE DA LINGUAGEM?</title>
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        <description>MORTE DA LINGUAGEM?

TAYLOR, Charles. A secular age. First Harvard University Press paperback edition ed. Cambridge, Massachusetts London, England: The Belknap Press of Harvard University Press, 2018.

Esse medo de a linguagem se tornar morta, de perder sua ressonância, é recorrente na cultura moderna, e não apenas em relação à literatura. Vemos isso em</description>
    </item>
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        <title>RAZÃO INSTRUMENTAL (EA:15-16)</title>
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        <description>RAZÃO INSTRUMENTAL (EA:15-16)



Tocqueville, op. cit., p. 127.



“”



“”

(TAYLOR, Charles. A Ética da Autenticidade. Tr. Talyta Carvalho. São Paulo: É Realizações, 2017, p. 15-16)</description>
    </item>
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        <title>RELIGIÃO NA ERA SECULAR</title>
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        <description>RELIGIÃO NA ERA SECULAR

TAYLOR, Charles. A secular age. First Harvard University Press paperback edition ed. Cambridge, Massachusetts London, England: The Belknap Press of Harvard University Press, 2018.

	*  A investigação retoma a dificuldade conceitual do termo secularidade, indicando que sua aparente evidência inicial se dissolve assim que se tenta explicitá-lo com rigor.</description>
    </item>
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        <title>Taylor</title>
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        <description>Taylor


Charles Taylor (1931)

	*  Caráter singular da contribuição intelectual de Charles Taylor reside na amplitude fenomenal de sua obra, que se estende de reflexões sobre inteligência artificial até análises de sociedades multiculturais contemporâneas, erudição que integra conhecimento do pensamento grego, cristão, renascentista e moderno com uma apreciação das artes, traço que lhe assegura posição de grande influência no pensamento contemporâneo, com recepção verdadeiramente global amplifi…</description>
    </item>
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        <title>DIGNIDADE</title>
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        <description>DIGNIDADE

Nossa “dignidade”, na acepção particular que emprego aqui, é nosso sentido de merecer respeito (atitudinal). A questão de saber em que consiste nossa dignidade não é mais evitável que a de saber por que deveríamos respeitar os direitos alheios ou o que constitui uma vida plena, por mais que uma filosofia naturalista possa nos levar a pensar erroneamente nisso como mais um domínio de meras reações “viscerais</description>
    </item>
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        <title>TEMPO VIVIDO</title>
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        <description>TEMPO VIVIDO

(CTAYLOR2018)

Ao contrário de suas fontes gregas, que observavam o tempo objetivo, o tempo dos processos e do movimento, Agostinho, em sua famosa discussão nas Confissões XI, examina o tempo vivido. Seu instante não é o “nun” de Aristóteles, que é um limite, como um ponto, uma fronteira sem extensão de períodos de tempo. Em vez disso, é a reunião do passado no presente para projetar um futuro. O passado, que</description>
    </item>
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        <title>TRANSCENDER O SELF</title>
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        <description>TRANSCENDER O SELF

Transcender o self de acordo com o modelo com o qual trabalho aqui é fugir à identificação com uma voz particular na conversação, deixar de ser aquele que está situado em determinada perspectiva no espaço moral. Não há dúvida de que temos o poder de imaginação suficiente para ir além de nossa própria posição e compreender a nós mesmos como representando um papel no todo. Se não o tivéssemos, não seríamos capazes de estabelecer com outros seres humanos o que venho denominando …</description>
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        <title>VONTADE SELVAGEM, DESREGRADA, AMORAL</title>
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        <description>VONTADE SELVAGEM, DESREGRADA, AMORAL

(CTAYLOR2018)

[...] nossa existência, vitalidade e criatividade dependem não apenas do inumano fora de nós — por exemplo, da força esmagadora da natureza bruta que desperta o heroísmo em nós — mas também do selvagem e pré-humano dentro de nós, que ressoa com esse poder externo e alienígena. Já ultrapassamos</description>
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