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        <title>SOFIA</title>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>QUESTÃO DE &quot;ENCONTRAR-SE&quot;</title>
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        <description>QUESTÃO DE &quot;ENCONTRAR-SE&quot;

CAVELL1989

Quem, em que desamparo, faz tal pergunta “Onde nos encontramos?”]? A quem? E a própria pergunta deve ser feita no estado de perplexidade, digamos, de desorientação, que o ensaio descreve em seguida. O poema que prefacia o ensaio é sobre algo ali chamado “</description>
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        <title>ATRAIR E APREENDER, ENQUANTO PENSAR</title>
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        <description>ATRAIR E APREENDER, ENQUANTO PENSAR

CAVELL1989

[...] em “Experience” : “Considero esta evanescência, esta volatilidade de todos os objetos, que os deixa escorregarem por entre nossos dedos justamente quando os seguramos com mais força, como a parte menos nobre de nossa condição”. Examinemos em primeiro lugar a conexão entre mão  na palavra unhandsome e os dedos impotentes, tentando agarrar. O que é ignóbil, parece-me, não é que os objetos aos quais buscamos nos apegar sejam de certa forma evan…</description>
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        <title>AUTORRELAÇÃO (1979)</title>
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        <description>AUTORRELAÇÃO (1979)

(CAVELL1979)

Dizer que estou fadado a me relacionar comigo mesmo das maneiras como posso ou não me relacionar com os outros é fazer o contraste entre mim e os outros de uma maneira particular: qualquer outro é alguém que eu simplesmente posso não conhecer, com quem posso não ter relação; mas eu não posso simplesmente não conhecer a mim mesmo, ou não ter relação comigo mesmo. A ignorância de mim mesmo é algo que eu preciso trabalhar para alcançar; é algo estudado, como uma l…</description>
    </item>
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        <title>CONVENÇÕES (1979:120)</title>
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        <description>CONVENÇÕES (1979:120)

(CAVELL1979)

Imaginar uma atividade humana como inteiramente regida por puras convenções, ou como comportando convenções que tanto podem ser como não ser modificadas, conforme o gosto ou a decisão de um ou outro indivíduo, equivale a imaginar um conjunto de convenções como tirânico. Vale a pena dizer que as convenções podem ser modificadas, porque é essencial em uma convenção estar a serviço de um certo projeto, e porque não se sabe a priori que conjunto de procedimentos …</description>
    </item>
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        <title>&quot;QUEM SOU EU?&quot; (1979)</title>
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        <description>&quot;QUEM SOU EU?&quot; (1979)

(CAVELL1979)

Que eu não posso simplesmente não me conhecer pode ser colocado desta forma: “Eu sou eu” não transmite uma informação. — Claro que não. É uma tautologia, portanto vazia. — Mas para alguns, o conhecimento dessa tautologia, dessa vacuidade, se preferir, é êxtase. (Chamo a atenção mais uma vez para The Senses of Walden, pp. 100-104.) — Então deve existir algo como um êxtase do tédio. — Mas talvez você encontre isso porque não acredita na tautologia. Quero dizer,…</description>
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        <title>SE A FILOSOFIA É A CRÍTICA QUE UMA CULTURA... (1979)</title>
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        <description>SE A FILOSOFIA É A CRÍTICA QUE UMA CULTURA... (1979)

(CAVELL1979)

Se a filosofia é a crítica que uma cultura produz dela mesma, e se procede essencialmente criticando os esforços feitos no passado para se chegar a tal crítica, a originalidade de</description>
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        <title>TIRANIA INTERNA DA CONVENÇÃO (1979)</title>
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        <description>TIRANIA INTERNA DA CONVENÇÃO (1979)

(CAVELL1979)

Pensar em uma atividade humana como governada inteiramente por meras convenções, ou como tendo convenções que podem ser mudadas ou não, dependendo do gosto ou decisão de um indivíduo ou outro, é pensar em um conjunto de convenções como tirânico. Vale a pena dizer que as convenções podem ser mudadas porque é essencial para uma convenção que ela esteja a serviço de algum projeto, e você não sabe a priori qual conjunto de procedimentos é melhor do …</description>
    </item>
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        <title>VERDADE DO CETICISMO (1979)</title>
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        <description>VERDADE DO CETICISMO (1979)

(CAVELL1979)

O reconhecimento de alguma questão sobre o mistério da existência, ou do ser, do mundo, é um vínculo sério entre o ensino de Wittgenstein e o de Heidegger. Esse vínculo implica, em particular, uma visão compartilhada do que eu chamei de verdade do ceticismo, ou o que poderia chamar de moral do ceticismo, ou seja, que a base da criatura humana no mundo como um todo, sua relação com o mundo como tal, não é a do conhecimento, pelo menos não o que pensamos …</description>
    </item>
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        <title>“CON-DIÇÃO”</title>
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        <description>“CON-DIÇÃO”

CAVELL1989

Tive a oportunidade de dar mais um passo crítico em outra tentativa com Emerson — um texto chamado “Emerson, Coleridge, Kant”, que trata principalmente do ensaio de Emerson intitulado “Fate”, no qual descobri a Crítica da razão pura invertida: noções de limitação e de condição são tão determinantes em “Fate” quanto o são em</description>
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        <title>EVANESCER DO MUNDO</title>
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        <description>EVANESCER DO MUNDO

CAVELL1989

[...] a filosofia tem a ver com a capacidade perplexa de chorar o evanescer do mundo. (Ao final de “Experience”, isto é bastante explícito: “A vida da verdade é fria e até agora marcada pelo luto”.) Foi mais ou menos isso que falei de início a respeito de Walden, ao afirmar que o livro é construído, e sua edificação para nós se ergue, entre outras coisas, na identificação entre luto , ou seja, sofrimento, e manhã , ou seja, raiar do dia, como se a dor e o sofrimen…</description>
    </item>
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        <title>INVESTIGAÇÃO DAS “POSSIBILIDADES” DOS FENÔMENOS</title>
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        <description>INVESTIGAÇÃO DAS “POSSIBILIDADES” DOS FENÔMENOS

CAVELL1989

Acrescentemos, agora, à afinidade a respeito do ignóbil e do atraente, a ideia de que ambos são parte de nossa condição, da condição humana, ou seja, da condição de nosso pensar, especificamente do nosso conhecimento de um mundo de objetos, e a afinidade de</description>
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        <title>Cavell</title>
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        <description>Cavell

Stanley Cavell (1926-2018)

Martin Warner

Cavell se ocupa centralmente da dificuldade de apreender corretamente o óbvio, associando o apelo de Emerson ao “comum”, o de Austin à linguagem “ordinária” e o de Wittgenstein aos critérios.

	*  O autoconhecimento envolvido em tomar consciência dos critérios que governam o uso das palavras tem relações não triviais com a psicanálise.</description>
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        <title>PALAVRAS (WALDEN)</title>
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        <description>PALAVRAS (WALDEN)

Os sentidos de Walden

Extended edition

A Natureza da Obra e o Escritor como Herói

	*  As maiores obras-primas, quando recém-visitadas, tendem a parecer negligenciadas e indizivelmente superiores a qualquer comentário que se possa tecer sobre elas, sendo essencial compreender que Walden é um livro perfeitamente completo, que intenciona cada palavra que diz e é plenamente sensível e aberto quanto aos seus mistérios.</description>
    </item>
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        <title>SENTENÇAS (WALDEN)</title>
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        <description>SENTENÇAS (WALDEN)

Os sentidos de Walden

Henry David Thoreau

O Simbolismo do Despertar e a Função Profética

	*  A figura central que perpassa as linhas de direção da obra encontra-se na epígrafe de Walden, a única sentença repetida no livro, onde a proposta não é escrever uma ode ao abatimento, mas sim bradar vigorosamente como o galo, Chanticleer, pela manhã, com o intuito primordial de despertar os vizinhos; esta identificação do escritor com o galo é explicitada no capítulo Sons, onde a v…</description>
    </item>
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