<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<!-- generator="FeedCreator 1.8" -->
<?xml-stylesheet href="https://sofia.hyperlogos.info/lib/exe/css.php?s=feed" type="text/css"?>
<rdf:RDF
    xmlns="http://purl.org/rss/1.0/"
    xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#"
    xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
    xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
    <channel rdf:about="https://sofia.hyperlogos.info/feed.php">
        <title>SOFIA - blumenberg</title>
        <description></description>
        <link>https://sofia.hyperlogos.info/</link>
        <image rdf:resource="https://sofia.hyperlogos.info/lib/exe/fetch.php?media=wiki:dokuwiki.svg" />
       <dc:date>2026-05-06T16:29:44+00:00</dc:date>
        <items>
            <rdf:Seq>
                <rdf:li rdf:resource="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:a-filosofia&amp;rev=1771371266&amp;do=diff"/>
                <rdf:li rdf:resource="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:a-onipotencia-divina&amp;rev=1771371266&amp;do=diff"/>
                <rdf:li rdf:resource="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:blumenberg-pm-filosofia-cartesianizada&amp;rev=1771371266&amp;do=diff"/>
                <rdf:li rdf:resource="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:desprezo-ao-retorico&amp;rev=1771371266&amp;do=diff"/>
                <rdf:li rdf:resource="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:direito-primordial-a-autoafirmacao&amp;rev=1771371266&amp;do=diff"/>
                <rdf:li rdf:resource="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:levar-o-mito-ao-fim&amp;rev=1771371266&amp;do=diff"/>
                <rdf:li rdf:resource="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:mito-e-metafora&amp;rev=1771371266&amp;do=diff"/>
                <rdf:li rdf:resource="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:mito-radical&amp;rev=1771371266&amp;do=diff"/>
                <rdf:li rdf:resource="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:o-homem&amp;rev=1771371266&amp;do=diff"/>
                <rdf:li rdf:resource="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:o-que-o-mundo-e&amp;rev=1771371266&amp;do=diff"/>
                <rdf:li rdf:resource="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:start&amp;rev=1776113275&amp;do=diff"/>
                <rdf:li rdf:resource="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:teoria-da-evolucao&amp;rev=1771371266&amp;do=diff"/>
            </rdf:Seq>
        </items>
    </channel>
    <image rdf:about="https://sofia.hyperlogos.info/lib/exe/fetch.php?media=wiki:dokuwiki.svg">
        <title>SOFIA</title>
        <link>https://sofia.hyperlogos.info/</link>
        <url>https://sofia.hyperlogos.info/lib/exe/fetch.php?media=wiki:dokuwiki.svg</url>
    </image>
    <item rdf:about="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:a-filosofia&amp;rev=1771371266&amp;do=diff">
        <dc:format>text/html</dc:format>
        <dc:date>2026-02-17T23:34:26+00:00</dc:date>
        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>FILOSOFIA</title>
        <link>https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:a-filosofia&amp;rev=1771371266&amp;do=diff</link>
        <description>FILOSOFIA

(BLUMENBERG1989)

A filosofia é essencialmente constituída por afirmações que não podem ser nem provadas nem refutadas, e que são selecionadas do ponto de vista de sua eficácia funcional. Estas não são nada além de hipóteses, com a diferença de que não contêm direções para possíveis experimentos ou observações, mas apenas permitem que algo seja compreendido, algo que, de outra forma, teria que nos confrontar como completamente desconhecido e inquietante.</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:a-onipotencia-divina&amp;rev=1771371266&amp;do=diff">
        <dc:format>text/html</dc:format>
        <dc:date>2026-02-17T23:34:26+00:00</dc:date>
        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>ONIPOTÊNCIA DIVINA</title>
        <link>https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:a-onipotencia-divina&amp;rev=1771371266&amp;do=diff</link>
        <description>ONIPOTÊNCIA DIVINA

(BLUMENBERG1983)

A filosofia conquistou sua autonomia precisamente devido à renovação da suposição “gnóstica” de que o Deus onipotente e o Deus da salvação, o Deus oculto e o Deus revelado, não podem mais ser concebidos pela razão como idênticos, e, portanto, não podem mais ser relacionados entre si para os propósitos do interesse humano no mundo. O papel do filósofo é definido pela redução da certeza humana sob a pressão da suposição de que a onipotência divina não pode ter…</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:blumenberg-pm-filosofia-cartesianizada&amp;rev=1771371266&amp;do=diff">
        <dc:format>text/html</dc:format>
        <dc:date>2026-02-17T23:34:26+00:00</dc:date>
        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>FILOSOFIA CARTESIANIZADA (PM)</title>
        <link>https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:blumenberg-pm-filosofia-cartesianizada&amp;rev=1771371266&amp;do=diff</link>
        <description>FILOSOFIA CARTESIANIZADA (PM)

DescartesDescartesDescartes

DescartesBaconDescartes



DescartesDescartesDescartes Penguin, 1968), 41.

DescartesBaconDescartes</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:desprezo-ao-retorico&amp;rev=1771371266&amp;do=diff">
        <dc:format>text/html</dc:format>
        <dc:date>2026-02-17T23:34:26+00:00</dc:date>
        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>DESPREZO AO RETÓRICO</title>
        <link>https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:desprezo-ao-retorico&amp;rev=1771371266&amp;do=diff</link>
        <description>DESPREZO AO RETÓRICO

(BLUMENBERG2007)

Caso algo como uma metaforologia seja permitido e necessário, então, contra a [negligência e] desconsideração tradicional de tudo que é retórico por parte da filosofia desde Platão e todos aqueles que acreditaram ser capazes de oferecer verdades melhores. O desprezo da filosofia pela retórica é convertido em atenção ao que a retórica havia retirado , até mesmo àquilo que há muito tempo foi retórico sobre a própria .</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:direito-primordial-a-autoafirmacao&amp;rev=1771371266&amp;do=diff">
        <dc:format>text/html</dc:format>
        <dc:date>2026-02-17T23:34:26+00:00</dc:date>
        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>DIREITO PRIMORDIAL À AUTOAFIRMAÇÃO</title>
        <link>https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:direito-primordial-a-autoafirmacao&amp;rev=1771371266&amp;do=diff</link>
        <description>DIREITO PRIMORDIAL À AUTOAFIRMAÇÃO

(BLUMENBERG1983)

Sob a enorme pressão das demandas impostas pela teologia, o sujeito humano começa a consolidar-se, a assumir uma nova condição geral, que possui, em relação às armadilhas definidas pela vontade absoluta oculta, algo como o atributo elementar do átomo: não pode ser dividido ou alterado. O absolutismo reduz tudo o que está exposto a ele, mas, no processo, traz à luz as constantes, os núcleos intocáveis […]</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:levar-o-mito-ao-fim&amp;rev=1771371266&amp;do=diff">
        <dc:format>text/html</dc:format>
        <dc:date>2026-02-17T23:34:26+00:00</dc:date>
        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>LEVAR O MITO AO FIM</title>
        <link>https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:levar-o-mito-ao-fim&amp;rev=1771371266&amp;do=diff</link>
        <description>LEVAR O MITO AO FIM

(BLUMENBERG1979)

[...] o conceito limite do trabalho sobre o mito seria levar o mito ao fim, aventurar-se na deformação mais extrema, que apenas permite, ou quase já não permite, que a figura original seja reconhecida. Para a teoria da recepção, isso seria a ficção de um mito final, ou seja, um mito que explora plenamente e exaure a forma.</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:mito-e-metafora&amp;rev=1771371266&amp;do=diff">
        <dc:format>text/html</dc:format>
        <dc:date>2026-02-17T23:34:26+00:00</dc:date>
        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>MITO E METÁFORA</title>
        <link>https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:mito-e-metafora&amp;rev=1771371266&amp;do=diff</link>
        <description>MITO E METÁFORA

(BLUMENBERG1960)

[...] o mito carrega a sanção de sua origem primordial e insondável [...] enquanto a metáfora pode se apresentar como uma criação da imaginação, precisando apenas revelar uma possibilidade de compreensão para estabelecer sua legitimidade.</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:mito-radical&amp;rev=1771371266&amp;do=diff">
        <dc:format>text/html</dc:format>
        <dc:date>2026-02-17T23:34:26+00:00</dc:date>
        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>MITO RADICAL</title>
        <link>https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:mito-radical&amp;rev=1771371266&amp;do=diff</link>
        <description>MITO RADICAL

(BLUMENBERG1979)

O mito radical não precisa ser o mito inicial [...] Pelo contrário, o mito que é variado e transformado por suas recepções, nas formas em que se relaciona (e tem o poder de se relacionar) com a história, merece ser objeto de estudo, se apenas porque tal estudo também abarca as situações e necessidades históricas que foram afetadas pelo mito e se dispuseram a &#039;trabalhar&#039; nele.</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:o-homem&amp;rev=1771371266&amp;do=diff">
        <dc:format>text/html</dc:format>
        <dc:date>2026-02-17T23:34:26+00:00</dc:date>
        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>HOMEM</title>
        <link>https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:o-homem&amp;rev=1771371266&amp;do=diff</link>
        <description>HOMEM

(BLUMENBERG1971)

O que o homem é tem sido formulado como tese em inúmeras definições, mais ou menos formais, em tentativas variadas. As vertentes do que agora chamamos de antropologia filosófica podem ser reduzidas a um par de alternativas: o homem pode ser visto ou como uma criatura pobre ou como uma criatura rica. O fato de o homem não estar biologicamente fixado a um ambiente específico pode ser compreendido tanto como uma falta fundamental de equipamentos próprios para a autopreserva…</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:o-que-o-mundo-e&amp;rev=1771371266&amp;do=diff">
        <dc:format>text/html</dc:format>
        <dc:date>2026-02-17T23:34:26+00:00</dc:date>
        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>QUE O MUNDO É</title>
        <link>https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:o-que-o-mundo-e&amp;rev=1771371266&amp;do=diff</link>
        <description>QUE O MUNDO É

(BLUMENBERG1960)

O que o mundo realmente é — essa questão, a menos decidível de todas, é ao mesmo tempo nunca indecidível e, portanto, sempre já decidida. Que ele é “cosmos” foi uma das decisões constitutivas de nossa história intelectual.</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:start&amp;rev=1776113275&amp;do=diff">
        <dc:format>text/html</dc:format>
        <dc:date>2026-04-13T20:47:55+00:00</dc:date>
        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>Blumenberg</title>
        <link>https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:start&amp;rev=1776113275&amp;do=diff</link>
        <description>Blumenberg

HANS BLUMENBERG (1920-1996)

Jean Greisch. Universalis.

Hans Blumenberg nasceu em 13 de julho de 1920 em Lübeck e, vítima das leis raciais de Nuremberg, foi obrigado a interromper seus estudos universitários.

	*  Inicialmente inscrito como estudante de teologia na universidade jesuíta de Frankfurt, retornou como simples operário à sua cidade natal.</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:teoria-da-evolucao&amp;rev=1771371266&amp;do=diff">
        <dc:format>text/html</dc:format>
        <dc:date>2026-02-17T23:34:26+00:00</dc:date>
        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>TEORIA DA EVOLUÇÃO</title>
        <link>https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=blumenberg:teoria-da-evolucao&amp;rev=1771371266&amp;do=diff</link>
        <description>TEORIA DA EVOLUÇÃO

(BLUMENBERG2006)

 ignora que a possibilidade de existência humana é biologicamente definida precisamente pelo fato de o homem ter sido capaz de desativar os fatores de seu próprio desenvolvimento. Ele conseguiu fazer isso ao compensar sua situação original, provavelmente desesperadora, através da criação de uma zona cultural ao redor de seu corpo nu. Essa zona cultural, preenchida com ferramentas e diversos dispositivos de proteção à vida de natureza material e institucional…</description>
    </item>
</rdf:RDF>
