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        <title>SOFIA</title>
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        <title>HEGEL: UM HOMEM ETICAMENTE VIRTUOSO NÃO É JÁ POR SI MESMO MORAL - created - external edit</title>
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        <description>HEGEL: UM HOMEM ETICAMENTE VIRTUOSO NÃO É JÁ POR SI MESMO MORAL

Observemos mais atentamente o ponto de vista da moral como hoje no melhor sentido da palavra podemos tomá-lo e logo veremos que seu conceito não coincide imediatamente com o que antes se denominava em geral de virtude, eticidade, honradez e assim por diante. Um homem eticamente virtuoso não é já por si mesmo moral. Pois à moral pertence a reflexão e a consciência determinada sobre o que é conforme ao dever e ao agir a partir desta …</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=yates:yates-fygb-hermetistas-reacionarios-robert-fludd&amp;rev=1789651213&amp;do=diff">
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>HERMETISTAS REACIONÁRIOS: ROBERT FLUDD (FYGB) - removed - external edit (Unknown date)</title>
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        <description>HERMETISTAS REACIONÁRIOS: ROBERT FLUDD (FYGB)

Frances Yates. Excertos de «Giordano Bruno» (FYGB)


Em 1614, foi publicado na Inglaterra o volume de Casaubon que encerrava a crítica à Hermética, com uma dedicatória a Jaime I. Três anos mais tarde, o inglês Robert</description>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>A LEI MORAL NÃO TRAZ CONHECIMENTO (EFP:29-31) - removed - external edit (Unknown date)</title>
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        <description>A LEI MORAL NÃO TRAZ CONHECIMENTO (EFP:29-31)

Eis, pois, o que é a Ética, isto é, uma tipologia dos modos de existência imanentes (breve121), substitui a Moral, a qual relaciona sempre a existência a valores transcendentes. A moral é o julgamento de Deus, o sistema de Julgamento. Mas a Ética desarticula o sistema do julgamento. A oposição dos valores (Bem/Mal) é substituída pela diferença qualitativa dos modos de existência (bom/mau). A ilusão dos valores se confunde com a ilusão da consciência…</description>
    </item>
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        <title>SOFIA - external edit</title>
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        <description>SOFIA



Entendemos como Heidegger a sophia antiga como “compreensão”, e a philo + sophia, como o “apreço à compreensão”. Neste espírito reunimos aqui alguns poucos pensadores ocidentais, e excertos de sua obras.

Atualizações

	*  Espinosa
	*  Deleuze
	*  Derrida
	*</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=barbuy:barbuy-progresso-4-progressismo-sociologismo-materialismo&amp;rev=1789635134&amp;do=diff">
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>PROGRESSISMO, SOCIOLOGISMO, MATERIALISMO (4) - removed - external edit (Unknown date)</title>
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        <description>PROGRESSISMO, SOCIOLOGISMO, MATERIALISMO (4)

4. O progressismo dissolveu inteiramente a personalidade humana no todo social; pois, para que o progresso horizontal indefinido fosse possível era preciso que a sociedade e não o indivíduo fosse uma entidade real; que a sociedade e não o indivíduo tivesse um destino. E no mesmo passo em que o sociologismo explicava inteiramente o individual pelo social, o materialismo completou a obra explicando o social pelo geográfico e pelo econômico; neste proce…</description>
    </item>
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        <title>AFFECTIO E AFFECTUS (ESPINOSA) - removed - external edit (Unknown date)</title>
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        <description>AFFECTIO E AFFECTUS (ESPINOSA)

Hoje faremos uma pausa em nosso trabalho sobre a variação contínua, e voltaremos provisoriamente, por uma sessão, à História da Filosofia, sobre um ponto muito preciso. É como um corte, pedido por alguns de vocês. Esse ponto muito preciso concerne a isto: o que é uma Ideia e o que é um Afeto em Spinoza? Ideia e Afeto em Spinoza. No decorrer de março, a pedido de alguns de vocês, também faremos um corte sobre o problema da síntese, e o problema do tempo em…</description>
    </item>
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        <title>DEVIR E ACONTECIMENTO (LS:1-4) - removed - external edit (Unknown date)</title>
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        <description>DEVIR E ACONTECIMENTO (LS:1-4)













...</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>DELEUZE (QF): O FILÓSOFO É O AMIGO DO CONCEITO - removed - external edit (Unknown date)</title>
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        <description>DELEUZE (QF): O FILÓSOFO É O AMIGO DO CONCEITO

Nietzsche“”...Nietzsche“”

“”

“”...

DescartesLeibnizKantSchellingBergson...“”

Nietzsche...



...

DescartesLeibnizKantSchellingBergson...



//</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=deleuze:2005105-106-a-metafisica-esta-e-deve-ser-ultrapassada&amp;rev=1789606024&amp;do=diff">
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        <title>A METAFÍSICA ESTÁ E DEVE SER ULTRAPASSADA (2005:105-106) - removed - external edit (Unknown date)</title>
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        <description>A METAFÍSICA ESTÁ E DEVE SER ULTRAPASSADA (2005:105-106)

Encontra-se muitas vezes, entre os autores modernos mais importantes, um pensamento que tem o duplo aspecto de uma constatação e de uma profecia: a metafísica está e deve ser ultrapassada. A filosofia, à medida que seu destino é concebido como metafísico, dá e deve dar lugar a outras formas de pensamento, a outros modos de pensar.</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=barbuy:barbuy-visao-filosofica&amp;rev=1789605594&amp;do=diff">
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        <title>VISÃO FILOSÓFICA - removed - external edit (Unknown date)</title>
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        <description>VISÃO FILOSÓFICA

Toda a filosofia reflete uma visão fundamental, que é ao mesmo tempo religiosa, intelectiva, volitiva e emotiva. Estes elementos são inseparáveis, embora, didaticamente, se possa distinguir entre a intuição intelectiva e a volitiva, entre a intuição emotiva e a religiosa. A intuição intelectiva recebe as verdades racionais e os primeiros princípios da Inteligência; é por exemplo a intuição que nos diz que o que é, é, e o que não é, não é; que não se pode afirmar e negar o mesmo…</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=descartes:descartes-dm-as-quatro-regras-do-metodo&amp;rev=1789603953&amp;do=diff">
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        <title>AS QUATRO REGRAS DO MÉTODO (DM) - removed - external edit (Unknown date)</title>
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        <description>AS QUATRO REGRAS DO MÉTODO (DM)

O primeiro era de nunca aceitar coisa alguma como verdadeira sem que a conhecesse evidentemente como tal; ou seja, evitar cuidadosamente a precipitação e a prevenção, e não incluir em meus juízos nada além daquilo que se apresentasse tão clara e distintamente a meu espírito, que eu não tivesse nenhuma ocasião de pô-lo em dúvida.</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=deleuze:201367-69-ser-luz&amp;rev=1789596445&amp;do=diff">
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
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        <description>SER-LUZ (2013:67-69)

Existe, então, um “há” luz, um ser da luz ou um ser-luz, exatamente como um ser-linguagem. Cada um é um absoluto, e no entanto histórico, porque inseparável da maneira pela qual cai sobre uma formação, sobre um corpus. E um torna as visibilidades visíveis ou perceptíveis, tal como o outro tornava os enunciados enunciáveis, dizíveis ou legíveis. Desta forma, as visibilidades não são nem os atos de um sujeito vidente nem os dados de um sentido visual (</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=deleuze:1976iii15-nao-pensamos-ainda&amp;rev=1789592340&amp;do=diff">
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>NÃO PENSAMOS AINDA... (1976:III.15) - removed - external edit (Unknown date)</title>
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        <description>NÃO PENSAMOS AINDA... (1976:III.15)

Ao colocar o pensamento no elemento do sentido e do valor, ao fazer do pensamento ativo uma crítica da tolice e da baixeza, Nietzsche propõe uma nova imagem do pensamento. Pensar nunca é o exercício natural de uma faculdade. O pensamento nunca pensa sozinho e por si mesmo; como também nunca é simplesmente perturbado por forças que lhe permaneceriam exteriores, Pensar depende das forças que se apoderam do pensamento. Enquanto nosso pensamento é ocupado pelas f…</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=cavell:cavell-1979-autorrelacao&amp;rev=1789592285&amp;do=diff">
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>AUTORRELAÇÃO (1979) - removed - external edit (Unknown date)</title>
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        <description>AUTORRELAÇÃO (1979)

(CAVELL1979)

Dizer que estou fadado a me relacionar comigo mesmo das maneiras como posso ou não me relacionar com os outros é fazer o contraste entre mim e os outros de uma maneira particular: qualquer outro é alguém que eu simplesmente posso não conhecer, com quem posso não ter relação; mas eu não posso simplesmente não conhecer a mim mesmo, ou não ter relação comigo mesmo. A ignorância de mim mesmo é algo que eu preciso trabalhar para alcançar; é algo estudado, como uma l…</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=deleuzeold:start&amp;rev=1789591377&amp;do=diff">
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        <title>Deleuze - removed - external edit (Unknown date)</title>
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        <description>Deleuze

Gilles Deleuze (1925-1995)

DELEUZE, G. Nietzsche e a filosofia. Tradução: Tr Edmundo Fernandes Dias; Tradução: Ruth Joffily Dias. Rio de Janeiro: Editora Rio, 1976.

O conceito de verdade só se determina em função de uma tipologia pluralista. E a tipologia começa por uma topologia. Trata-se de saber a que região pertencem tais erros e tais verdades, qual é o seu tipo, quem os formula e os concebe. Submeter o verdadeiro à prova do baixo, mas também submeter o falso à prova do alto é a t…</description>
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        <title>A exposição do íntimo no romance moderno - removed - external edit (Unknown date)</title>
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        <description>A exposição do íntimo no romance moderno

Consciência e romance

Capítulo I

A Leitura do Romance e a Experiência Vicária da Existência

	*  O romance moderno, ao interrogar a totalidade da experiência humana, inevitavelmente perscruta o próprio ato de ler romances, convidando à meditação sobre como a leitura ou a ausência dela moldam a vida, o pensamento e os atos das personagens, tal como exemplificado fundacionalmente por Dom Quixote, cuja trama gira em torno da leitura de obras de cavalaria,…</description>
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        <title>SARTRE (2005:112) - removed - external edit (Unknown date)</title>
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        <description>SARTRE (2005:112)

Falamos de Sartre como se ele pertencesse a uma época acabada. Mas ai! Nós é que estamos já acabados na ordem moral e no conformismo atual. Pelo menos Sartre nos permite uma vaga espera dos momentos futuros, de retomadas nas quais o pensamento se reformará e refará suas totalidades, como potência ao mesmo tempo coletiva e privada. E por isso que</description>
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        <title>PLANO DE IMANÊNCIA PRÉ-FILOSÓFICO (2010:57) - removed - external edit (Unknown date)</title>
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        <description>PLANO DE IMANÊNCIA PRÉ-FILOSÓFICO (2010:57)

Se a filosofia começa com a criação de conceitos, o plano de imanência deve ser considerado como pré-filosófico. Ele está pressuposto, não da maneira pela qual um conceito pode remeter a outros, mas pela qual os conceitos remetem eles mesmos a uma compreensão não-conceitual. Esta compreensão intuitiva varia ainda segundo a maneira pela qual o plano está traçado. Em</description>
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        <description>HUMANO (SR:72-73)



Goethe





Goethe</description>
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        <title>O PENSAMENTO É A MAIS ELEVADA DETERMINAÇÃO (1988:413-414) - removed - external edit (Unknown date)</title>
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        <description>O PENSAMENTO É A MAIS ELEVADA DETERMINAÇÃO (1988:413-414)

É que fundar é determinar o indeterminado. Mas esta operação não é simples. Quando “a” determinação se exerce, ela não se contenta em dar uma forma, de informar matérias sob a condição de categorias. Alguma coisa do fundo sobe à superfície, e sobe sem tomar forma, insinuando-se, antes de tudo, entre as formas, existência autônoma sem rosto, base informal. Na medida em que ele se encontra agora na superfície, este fundo chama-se profundo,…</description>
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