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Leibniz

RUSSELL, Bertrand. A Critical Exposition of the Philosophy of Leibniz. Cambridge: Cambridge University Press, 1900.

CAPÍTULO I - AS PREMISSAS DE LEIBNIZ

  • 1. Razões pelas quais Leibniz nunca escreveu uma obra magna
  • 2. As funções do comentador de Leibniz
  • 3. Dois tipos de inconsistência em sua filosofia
  • 4. Suas premissas
  • 5. O desenvolvimento da presente obra
  • 6. Influências que formaram as opiniões de Leibniz

CAPÍTULO II - AS PROPOSIÇÕES NECESSÁRIAS E A LEI DE CONTRADIÇÃO

  • 7. A filosofia de Leibniz começa com uma análise das proposições
  • 8. Esboço do argumento lógico de Leibniz
  • 9. Questões suscitadas por esse argumento
  • 10. Todas as proposições são redutíveis à forma sujeito-predicado?
  • 11. Proposições analíticas e sintéticas
  • 12. Necessidade e contingência

CAPÍTULO III - AS PROPOSIÇÕES CONTINGENTES E A LEI DE RAZÃO SUFICIENTE

  • 13. O âmbito dos juízos contingentes em Leibniz
  • 14. O significado do princípio de razão suficiente
  • 15. Sua relação com a lei de contradição

CAPÍTULO IV - A CONCEPÇÃO DE SUBSTÂNCIA

  • 16. As concepções cartesiana e espinosista da substância
  • 17. O significado de substância em Leibniz
  • 18. O significado de atividade
  • 19. A conexão entre atividade e razão suficiente
  • 20. Os estados de uma substância constituem uma única série causal
  • 21. Em que uma substância difere da soma de seus predicados?
  • 22. A relação do tempo com a noção leibniziana de substância

CAPÍTULO V - A IDENTIDADE DOS INDISCERNÍVEIS E A LEI DE CONTINUIDADE. POSSIBILIDADE E COMPOSSIBILIDADE

  • 23. O significado da identidade dos indiscerníveis
  • 24. O princípio é necessário, mas não constitui uma premissa da filosofia de Leibniz
  • 25. A demonstração leibniziana do princípio é válida?
  • 26. Toda substância possui um número infinito de predicados. Relação disso com a contingência e com a identidade dos indiscerníveis
  • 27. A lei de continuidade: três formas de continuidade sustentadas por Leibniz
  • 28. Os fundamentos da lei de continuidade
  • 29. Possibilidade e compossibilidade
  • 30. Propriedades comuns a todos os mundos possíveis
  • 31. Os três tipos de necessidade

CAPÍTULO VI - POR QUE LEIBNIZ ACREDITAVA EM UM MUNDO EXTERIOR?

  • 32. Leibniz aceitava a matéria como um dado
  • 33. A existência do mundo exterior possui apenas “certeza moral”

CAPÍTULO VII - A FILOSOFIA DA MATÉRIA: (A) COMO RESULTADO DOS PRINCÍPIOS DA DINÂMICA

  • 34. A confiabilidade geral da percepção é uma premissa da filosofia de Leibniz
  • 35. Os diversos significados de matéria e corpo
  • 36. A relação entre a dinâmica leibniziana e a cartesiana
  • 37. A essência da matéria não é a extensão
  • 38. O significado de materia prima na dinâmica de Leibniz
  • 39. Materia secunda
  • 40. A concepção de força e a lei de inércia
  • 41. Força e movimento absoluto
  • 42. Fundamentos metafísicos da suposição da força
  • 43. Argumento dinâmico em favor da pluralidade das séries causais
  • 44. Três tipos de teoria dinâmica confundidos por Leibniz
  • 45. Seus argumentos contra os átomos extensos
  • 46. Contra o vácuo
  • 47. E contra a ação à distância
  • 48. A força como princípio de individuação
  • 49. Força primitiva e força derivativa
  • 50. Antinomia da causalidade dinâmica

CAPÍTULO VIII - A FILOSOFIA DA MATÉRIA (CONTINUAÇÃO): (B) COMO EXPLICAÇÃO DA CONTINUIDADE E DA EXTENSÃO

  • 51. Devem existir substâncias simples, uma vez que existem compostos
  • 52. A extensão, distinta do espaço, é o ponto de partida de Leibniz
  • 53. Extensão significa repetição
  • 54. Portanto, a essência de uma substância não pode ser a extensão, pois uma substância deve constituir uma verdadeira unidade
  • 55. Os três tipos de ponto. As substâncias não são materiais
  • 56. O movimento é fenomênico, embora a força seja real

CAPÍTULO IX - O LABIRINTO DO CONTÍNUO

  • 57. Dificuldades relativas aos pontos
  • 58. Afirmação do infinito atual e negação do número infinito
  • 59. A continuidade em um de seus sentidos é negada por Leibniz
  • 60. No número, no espaço e no tempo, o todo é anterior à parte
  • 61. O espaço e o tempo são, para Leibniz, puramente relacionais
  • 62. Resumo do argumento que conduz do contínuo às mônadas
  • 63. Como os agregados são fenomênicos, não existe realmente um número de mônadas
  • 64. Dificuldades dessa concepção

CAPÍTULO X - A TEORIA DO ESPAÇO E DO TEMPO E SUA RELAÇÃO COM O MONADISMO

  • 65. Razões pelas quais uma filosofia da substância deve negar a realidade do espaço
  • 66. Os argumentos de Leibniz contra a realidade do espaço
  • 67. A teoria leibniziana da posição
  • 68. A relação das mônadas com o espaço como dificuldade fundamental do monadismo
  • 69. As primeiras concepções de Leibniz sobre essa questão
  • 70. Suas concepções intermediárias
  • 71. Suas concepções posteriores
  • 72. Tempo e mudança
  • 73. Os sistemas monadistas adotam uma concepção assimétrica das relações do espaço e do tempo com as coisas
  • 74. Leibniz sustentava de maneira confusa a existência de uma contraparte objetiva do espaço e do tempo

CAPÍTULO XI - A NATUREZA DAS MÔNADAS EM GERAL

  • 75. Percepção
  • 76. Apetição
  • 77. A percepção não decorre da ação do objeto percebido sobre aquele que percebe
  • 78. A crítica de Lotze a essa concepção
  • 79. A harmonia preestabelecida

CAPÍTULO XII - ALMA E CORPO

  • 80. As relações entre as mônadas que serão examinadas a seguir
  • 81. As concepções cartesiana e espinosista das relações entre alma e corpo
  • 82. Esboço da concepção de Leibniz
  • 83. As três classes de mônadas
  • 84. Atividade e passividade
  • 85. Perfeição e clareza da percepção
  • 86. Materia prima como elemento de cada mônada
  • 87. A materia prima como origem da finitude, da pluralidade e da matéria
  • 88. E da interconexão das mônadas
  • 89. Duas teorias da alma e do corpo em Leibniz
  • 90. Primeira teoria
  • 91. Segunda teoria
  • 92. O vinculum substantiale
  • 93. A segunda teoria deve ser rejeitada
  • 94. Preformação

CAPÍTULO XIII - PERCEPÇÃO CONFUSA E INCONSCIENTE

  • 95. Dois tipos de diferenças entre as mônadas
  • 96. Estados mentais inconscientes
  • 97. Percepções confusas e diminutas

CAPÍTULO XIV - A TEORIA DO CONHECIMENTO DE LEIBNIZ

  • 98. O significado de teoria do conhecimento
  • 99. Ideias e verdades inatas
  • 100. Os Novos ensaios são inconsistentes com a metafísica de Leibniz
  • 101. Dificuldades relativas às ideias inatas
  • 102. Distinção entre sentido e intelecto
  • 103. A qualidade das ideias
  • 104. Definição
  • 105. A Characteristica Universalis

CAPÍTULO XV - AS PROVAS DA EXISTÊNCIA DE DEUS

  • 106. Quatro provas admitidas por Leibniz
  • 107. O argumento ontológico
  • 108. Prova de que a ideia de Deus é possível
  • 109. O argumento cosmológico
  • 110. Objeções a esse argumento
  • 111. O argumento das verdades eternas
  • 112. Sua fragilidade
  • 113. A relação do conhecimento com a verdade
  • 114. O argumento da harmonia preestabelecida
  • 115. Objeções a esse argumento
  • 116. Inconsistências decorrentes da crença de Leibniz em Deus
  • 117. A bondade de Deus

CAPÍTULO XVI - A ÉTICA DE LEIBNIZ

  • 118. Liberdade e determinismo
  • 119. Psicologia da volição e do prazer
  • 120. Pecado
  • 121. O significado do bem e do mal: três tipos de cada um
  • 122. O mal metafísico como origem dos outros dois tipos
  • 123. Conexão com a doutrina dos juízos analíticos
  • 124. Os reinos da natureza e da graça
  • Apêndice
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