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Bruyne

Edgar de Bruyne

Grande estudioso da Idade Média, em particular da estética medieval. Em 1946, este professor da universidade de Gand lançava as bases daquilo que denominaria mais tarde a história das sensibilidades estéticas. Se consagrando à Idade Média, de Boécio às grandes somas teológicas do século XII, Edgar de Bruyne buscou, em expondo as diversas doutrinas do Belo, entrar na alma e no espírito destas criações intelectuais, elas mesmas obras de beleza. Profundamente inovadora, esta síntese única que escreveu, sob o título “Estudos de Estética Medieval”, levantou um retrato de um civilização medieval que fez do mundo um canto à glória do “Belo Deus”. (texto adaptado da apresentação da obra reeditada, no original em francês).

Estudos de estética medieval 1

Estudos de estética medieval – volume 1

Advertência

Prefácio, de Maurice de Gandillac

Anteprojeto do autor

LIVRO I – OS FUNDADORES (TOMO I)

  • Capítulo I. BOÉCIO
    • 1. A Consolação da Filosofia
    • 2. A Harmonia universal
    • 3. A psicologia estética
  • Capítulo II. CASSIODORO
    • 1. A sensibilidade estética de Cassiodoro
    • 2. Cassiodoro e a retórica
    • 3. Música e plástica
  • Capítulo III. ISIDORO DE SEVILHA
    • 1. O ponto de vista das Etimologias
    • 2. As definições do Belo
    • 3. As diferentes artes
  • Capítulo IV. DA ESTÉTICA “HISPÉRICA” AO “CLASSICISMO” DE BEDA
    • 1. Aticismo e Asianismo
    • 2. Virgílio, o Gramático, e o ideal “hispérico”
    • 3. Rumo a um classicismo cristão

LIVRO II – A CIVILIZAÇÃO CAROLÍNGIA

  • Capítulo I. O HUMANISMO CAROLÍNGIO
    • 1. Panorama geral
    • 2. Duas estéticas diferentes realizadas nas obras de arte
    • 3. O humanismo estético
    • 4. A teoria da origem das artes
  • Capítulo II. AS TEORIAS LITERÁRIAS
    • 1. A Retórica de Alcuíno
    • 2. A Arte Poética
    • 3. Os comentários de Marciano Capela
  • Capítulo III. A ESTÉTICA PICTURAL E ARQUITETÔNICA
    • 1. A Arquitetura
    • 2. A estética pictorial dos Livros carolíngios
    • 3. O conteúdo e a forma segundo esses Livros e outras obras
  • Capítulo IV. AS ÚLTIMAS MANIFESTAÇÕES DA ESTÉTICA CAROLÍNGIA
    • 1. Reminiscências
    • 2. A rítmica de Remígio de Auxerre
    • 3. A noção de sinfonia
    • 4. A psicologia musical
  • Capítulo V. ALEGORISMO E SIMBOLISMO
    • 1. Alegorismo e simbolismo (Rabano Mauro e Escoto Erígena)
    • 2. A beleza formal segundo Escoto
    • 3. Estética e moral
  • Capítulo VI. A ÉPOCA ROMÂNICA (TOMO II)
    • As teorias literárias
      • 1. Panorama geral
      • 2. Artes dictaminis
      • 3. Artes Poeticae
      • 4. Artes Praedicandi
    • As artes figurativas
      • 1. As artes decorativas
      • 2. A arquitetura
      • 3. A escultura
    • A música
      • 1. Caráter transcendental do musical
      • 2. Expressão e forma musical segundo João Cotton
      • 3. A psicologia musical de Adelardo de Bath
    • Moral e estética
      • 1. Luxo ou simplicidade nas formas arquitetônicas?
      • 2. A favor ou contra a beleza literária
      • 3. Amor ou menosprezo pela beleza feminina
    • Estética e mística
      • 1. Os fundamentos ontológicos
      • 2. As condições psicológicas
      • 3. A contemplação
      • 4. Mística e estética
    • Humanismo e natureza
      • 1. A Escola de Chartres
      • 2. Os técnicos-filósofos
      • 3. Os poetas (Bernardo Silvestre e Alain de Lille)
  • Capítulo VII. A TEORIA DO ALEGORISMO
    • 1. Sensus allegoricus
    • 2. Literatura sagrada e letras profanas
    • 3. O alegorismo na explicação e na criação literárias
    • 4. O alegorismo universal como visão estética
    • 5. Variações alegoristas sobre o Homo quadratus
  • Capítulo VIII. A ARTE E AS BELAS-ARTES
    • 1. A definição de arte
    • 2. Reflexões sobre as belas-artes
    • 3. A consciência do artista medieval segundo alguns textos

Estudos de estética medieval 2

TOMO II

LIVRO III – ÉPOCA ROMÂNICA

  • Capítulo I: O desenvolvimento das teorias literárias
    • 1. Visão de conjunto
    • 2. Artes dictaminis
    • 3. Artes poeticae
    • 4. A estética das Artes praedicandi
  • Capítulo II: A estética das Artes plásticas
    • 1. Artes decorativas
    • 2. A arquitetura
    • 3. A escultura
  • Capítulo III: A filosofia da música
    • 1. Caráter transcendental do musical
    • 2. Expressão e forma musical segundo João Cotton
    • 3. A psicologia musical de Adelardo de Bath
  • Capítulo IV: O conflito das estéticas
    • 1. Luxo ou simplicidade na arquitetura?
    • 2. A favor ou contra a beleza literária
    • 3. A beleza feminina
  • Capítulo V: A estética dos Victorinos
    • 1. Os fundamentos ontológicos
      • a. A beleza da S. Escritura
      • b. A beleza da natureza visível
    • 2. As condições psicológicas
      • a. Visão de conjunto
      • b. Unidade e dualidade no homem
    • 3. A contemplação
    • 4. Mística e estética
      • a. Os graus da contemplação
      • b. A teoria de Hugo
      • c. A doutrina de Ricardo
  • Capítulo VI: A estética do “Timeu” na Escola de Chartres
    • 1. A Escola de Chartres
    • 2. Os técnicos
    • 3. Os poetas
  • Capítulo VII: A teoria do alegorismo
    • 1. Sensus allegoricus
    • 2. Literatura sacra e letras profanas
    • 3. O alegorismo na explicação e na criação literárias
    • 4. O alegorismo universal como visão estética
    • 5. Variações alegóricas sobre o “Homo quadratus”
  • Capítulo VIII: A Arte e as Belas Artes
    • 1. A definição de Arte
    • 2. Reflexões sobre as “Belas Artes”
      • a. As Artes plásticas
      • b. A poética
      • c. A música
    • 3. A consciência do artista

TOMO III

LIVRO IV – O SÉCULO XIII

  • Capítulo I: A estética da luz
    • 1. Caracteres gerais da estética do século XIII
    • 2. A arte e a luz
    • 3. Luminosidade da matéria
    • 4. A estrutura luminosa do Universo
  • Capítulo II: Os comentários ao “Cântico dos Cânticos”
    • 1. O Cântico
    • 2. A estética cisterciense
    • 3. Tomás Galo de Verceil
  • Capítulo III: Os primeiros escolásticos
    • 1. Guilherme de Auvergne
      • a. O sentido do Belo
      • b. O Belo é o que convém
    • 2. Alexandre de Hales
      • a. A nova estética
      • b. Os caracteres objetivos da Beleza
      • c. O otimismo estético
    • 3. Vicente de Beauvais
  • Capítulo IV: Grosseteste e a estética matemática
    • 1. A unidade da estética de Grosseteste
    • 2. A metafísica da Beleza no Comentário aos Nomes divinos
    • 3. A estética da luz no Hexaemeron
    • 4. A estética físico-matemática
    • 5. Plástica e música
    • 6. Algumas observações sobre a Arte
  • Capítulo V: Santo Alberto Magno
    • 1. A estética da Suma do Bem
    • 2. Os “Nomes divinos”
    • 3. Desenvolvimentos diversos
    • 4. O Bem e a Beleza
    • 5. Retorno à tradição
  • Capítulo VI: São Boaventura
    • 1. A posição do problema estético
    • 2. O prazer estético e as definições da Beleza
    • 3. “Aequalitas numerosa”
    • 4. A estética expressiva ou artística
    • 5. A estética sapiencial
    • 6. Da estética terrestre à estética celeste
  • Capítulo VII: O desenvolvimento da filosofia musical
    • 1. O Sapientiale de Tomás de York
    • 2. Rogério Bacon e a estética positiva
  • Capítulo VIII: A estética visual
    • 1. O Liber de Intelligentiis
    • 2. Psicologia da visão
    • 3. Os esboços de Villard de Honnecourt
  • Capítulo IX: Ulrico de Estrasburgo
    • 1. A teoria da Beleza
    • 2. Outros aspectos da estética de Ulrico
  • Capítulo X: Santo Tomás de Aquino
    • 1. Os primeiros escritos
    • 2. A “descoberta” da Suma Teológica
    • 3. Prazeres biológicos e prazer estético
    • 4. As condições objetivas da Beleza
    • 5. A beleza do homem
    • 6. A teoria da arte
  • Capítulo XI: João Duns Escoto
    • 1. Nova interpretação da Beleza
    • 2. Visão beatífica e sentimento da Beleza
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