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Âncoras no céu

BRAGUE, Rémi. Les ancres dans le ciel: L'infrastructure métaphysique. Paris: Seuil, 2011.

  • Prefácio

CAPÍTULO I - A METAFÍSICA COMO SABER E COMO VIVÊNCIA

  • § 1. De um livro a um substantivo, depois a um adjetivo
  • § 2. Uma disciplina filosófica
  • § 3. Uma dimensão do humano
  • § 4. Uma ausência a compensar

CAPÍTULO II - A METAFÍSICA RECOLOCADA EM SEU LUGAR

  • § 5. A destruição moderna da metafísica
  • § 6. A metafísica como superação da física
  • § 7. O êxodo kantiano

CAPÍTULO III - A RECUSA NIILISTA DA METAFÍSICA COMO PESSIMISMO

  • § 8. A ascensão do niilismo
  • § 9. Niilismo e pessimismo
  • § 10. A convertibilidade dos transcendentais
  • § 11. O desejo do bem

CAPÍTULO IV - O SER COMO EXISTÊNCIA BRUTA E A CONTINGÊNCIA DA VIDA

  • § 12. A redução do ser à existência
  • § 13. A deriva voluntarista
  • § 14. A contingência da vida
  • § 15. A inveja de si mesmo

CAPÍTULO V - EMBARQUE, AUTONOMIA E FECHAMENTO

  • § 16. No mesmo barco
  • § 17. A autonomia
  • § 18. A sociedade imanente
  • § 19. A facilidade do nada

CAPÍTULO VI - O SUICÍDIO E O AMOR À VIDA

  • § 20. Sobre o suicídio
  • § 21. Suicídio e imortalidade
  • § 22. Amar viver e amar a vida

A presente obra é resultado de palestras proferidas em Barcelona, de 23 a 27 de março de 2009, no âmbito da Cátedra Joan Maragall. Agradeço aos membros do comitê dessa cátedra pela honra que me concederam ao me convidarem.

De acordo com as regras da cátedra, meu texto, que havia redigido e proferido em francês, foi publicado inicialmente em catalão, em uma tradução de Jordi Galí y Herrera¹. Dessa forma, aumenta ainda mais minha já grande dívida de gratidão para com ele pela tradução de duas obras anteriores, incluindo uma coletânea inédita em francês².

Nestas conferências, encontrar-se-ão ideias que desejo apresentar em outro lugar, seja de forma mais desenvolvida, seja sob outra perspectiva.

O leitor apressado poderá ir diretamente para o início do capítulo III, § 8. O esboço do percurso histórico da metafísica é técnico demais para quem não é filósofo e, para o filósofo, ridiculamente sumário. Apresento-o apenas para preparar o que se segue, e sob o ângulo restrito que dele decorre.

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