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wunenburger:2016:start

Transfiguração

WUNENBURGER, Jean-Jacques. Esthétique de la transfiguration. Paris: Cerf, 2016.

Introdução

Primeira parte — Variações da mímesis

Capítulo 1 — As lições de Platão e do cristianismo

  • Genealogia das imagens
  • A imagem como encarnação do ser

Capítulo 2 — Imagem e tradução (ékphrasis) em Platão

  • As duas miméticas icônicas
  • A mimética linguística
  • O jogo poético e teatral
  • A pedagogia das imagens «típicas»

Capítulo 3 — Imagem, transcendência, mistério

  • O paradigma verbo-icônico
  • A presença na imagem
    • A experiência do sublime
    • A nudez como limiar
    • A imagem do cadáver
  • Da abertura poética
    • O olhar estético
    • O horizonte simbólico

Capítulo 4 — Da profundidade poética

  • Merleau-Ponty e a prosa do mundo
  • Bachelard e a transformação das imagens
  • Heidegger e o pensamento poético

Segunda parte — O paradigma da transfiguração

Capítulo 5 — Imagem, presença, desaparecimento

  • Da duplicação à idolatria
    • A força da imagem mimética
    • A teofania da imagem «viva»
  • A imagem entre desaparecimento e transfiguração
    • O que nos mostra a cor por si só?
    • Desimaginação e transfiguração

Capítulo 6 — A imagem para além do ser e do nada

  • A revelação eidética
  • A livre nadificação
  • O entremeio imaginal
  • Morte e ressurreição da imagem

Capítulo 7 — A transfiguração do real na pintura abstrata

  • Rumo a um além da representação?
  • O sentido do invisível
  • Do vazio à transfiguração

Capítulo 8 — A cor, janela para o imaginal

  • O quiasma do dentro e do fora
  • A metamorfose do olhar
  • O abismo sem fundo da cor
  • A protomanifestação autodiferenciante
  • Do real ao imaginal

Terceira parte — O retorno da simulação

Capítulo 9 — Estética digital e museu virtual

  • Heranças de imagens
  • Mutações da imagem digitalizada
  • A obra virtual
  • A estética mediatizada dos museus

Capítulo 10 — Frenesi da imagem na tela

  • A recepção catatônica e o corpo atrofiado
  • A circulação permanente e o consumo excessivo
  • A simultaneidade da privatização e da produção em massa

Capítulo 11 — A arte pós-estética e depois?

  • A utopia da modernidade
  • A aventura da pós-modernidade
  • O retorno do neomoderno
  • Da inestética a uma nova ética da arte

Quarta parte — Vias de metamorfose

Capítulo 12 — Gauguin: do exotismo ao além-mundo selvagem

  • Do exotismo à nostalgia do Ser
  • O mito do paraíso insular
  • O chamado do selvagem e o mito da descriação

Capítulo 13 — Chagall, sonhador de formas híbridas

  • Os jogos com a individuação
  • A arte das metamorfoses
  • A sedução das díades
  • A máscara zoomórfica
  • Entre a besta e o anjo
  • A criação híbrida

Referências

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