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CAMPOS DE CONHECIMENTO IV
SCHUMACHER, E. F. A Guide for the Perplexed. New York: Perennial, 1977
- O Quarto Campo do Conhecimento: a “aparência” do mundo e a observação sensorial
- Definição do Quarto Campo do Conhecimento como o domínio do que se oferece aos sentidos.
- A questão central do campo: “O que eu observo realmente?” e o progresso mediante a eliminação de pressupostos não verificáveis.
- Identificação do Quarto Campo como a pátria do behaviorismo, onde apenas o comportamento estritamente observável é de interesse.
- A crença generalizada de que este é o único campo onde o conhecimento verdadeiro pode ser obtido.
- Vilfredo Pareto e a defesa de uma abordagem estritamente objetiva
- Apresentação de Vilfredo Pareto como exemplo de pensador que insiste no método do Quarto Campo.
- Citação de Pareto que define seu campo de atuação como o da experiência e observação no sentido das ciências naturais.
- Exclusão, por Pareto, das experiências internas, como amor, ódio, esperança e medo, do âmbito da investigação científica racional.
- A visão de Pareto da história das ciências como uma batalha contra os métodos de introspecção e análise verbal.
- A crítica à incapacidade de Pareto de distinguir os Diferentes Níveis de Ser
- Análise do erro de Pareto em não distinguir entre os Níveis de Ser.
- A legitimidade de banir o conhecimento “interno” do estudo da natureza inanimada, onde não há vida interior.
- A ilegitimidade de banir o conhecimento “interno” do estudo da natureza humana, onde a aparência exterior é menos importante que a experiência interior.
- O contraste entre o Conhecimento no Segundo Campo (maior conhecimento sobre os níveis mais altos) e no Quarto Campo (maior conhecimento sobre a matéria inanimada).
- A visão de Pareto como típica de quem nega a hierarquia dos Níveis de Ser, vendo apenas diferença de complexidade entre uma pedra e um homem.
- As limitações do método experimental nos diferentes Níveis de Ser
- A afirmação de Pareto de que não há diferença entre as leis da economia política ou sociologia e as leis das outras ciências.
- A validade do método experimental para o estudo da matéria inanimada, que não pode ser destruída.
- A fragilidade da vida, da consciência e da autoconsciência, que são facilmente danificadas ou destruídas pela experimentação que ignora a liberdade.
- A invalidação do método experimental nos níveis mais altos não se deve apenas à complexidade, mas à subserviência da causalidade a poderes superiores.
- As consequências de modelar todas as ciências pela física
- O “progresso” obtido ao forçar todas as ciências no molde da física e o acúmulo de conhecimento que se torna uma barreira para a compreensão.
- A analogia do estudo de uma grande obra de arte limitado aos materiais de que é feita.
- A maturidade da física em contraste com a imaturidade das ciências que estudam objetos mais maduros, como o ser humano.
- A fórmula que ilustra a diferença: a matéria pode ser escrita como m, enquanto o homem deve ser escrito como m + x + y + z.
- A distinção entre ciências descritivas e ciências instrucionais
- A divisão das ciências do Campo 4 em dois grupos: descritivas (ex.: botânica) e instrucionais (ex.: química).
- A observação de que a diferença é frequentemente negligenciada, levando a filosofias da ciência que tratam apenas das ciências instrucionais.
- A refutação da ideia de F. S. C. Northrop de que a diferença é meramente de grau de maturidade no desenvolvimento de uma ciência.
- A afirmação de que o modelo de Northrop é válido para ciências instrucionais, como a geometria e a física, mas nunca para ciências descritivas, como a botânica, a zoologia e a geografia.
- Os objetivos contrastantes: descrição fiel versus instrução eficaz
- A distinção entre “ciências para a compreensão” e “ciências para a manipulação”.
- A ciência descritiva responde à pergunta “O que eu encontro realmente?”, regida pela preocupação de não omitir nada significativo.
- A ciência instrucional responde à pergunta “O que devo fazer para obter um determinado resultado?”, regida pelo princípio da navalha de Okham para excluir o supérfluo.
- A ciência descritiva preocupa-se primordialmente com a verdade inteira, enquanto a instrucional preocupa-se apenas com as partes da verdade úteis para a manipulação.
- A natureza quantificada e lógico-matemática das ciências instrucionais
- A necessidade de precisão e quantificação total nas instruções eficazes.
- A substituição de qualidades (como a cor vermelha) por fenômenos quantificáveis (como ondas de luz de certa frequência).
- Os meios de avanço das ciências instrucionais: a lógica e a matemática.
- O movimento de físicos modernos em direção a uma realidade transcendente
- A descoberta de uma ordem matemática estranha e maravilhosa nos fenômenos físicos.
- O afastamento de físicos pensativos do materialismo grosseiro do século XIX e a consciência de uma realidade transcendente.
- O movimento para fechar o fosso entre a ciência natural e a religião.
- A concordância de físicos avançados com a afirmação de René Guénon de que “toda a natureza não passa de um símbolo de realidades transcendentais”.
- As limitações inerentes das ciências instrucionais: o aspecto morto da natureza
- A reflexão de que Deus é um grande matemático como um sinal de que a ciência instrucional lida apenas com o aspecto morto da natureza.
- A constatação de que a matemática, embora bela e elegante, não tem o calor, a desordem da vida, o crescimento e a decadência, a esperança e o desespero.
- A vida, a consciência e a autoconsciência não podem ser comandadas, pois têm uma vontade própria, que é um sinal de maturidade.
- A incapacidade das ciências instrucionais de fornecer orientação filosófica
- A premissa de que a física e as ciências instrucionais baseiam-se apenas no aspecto morto da natureza.
- A conclusão de que tais ciências não podem levar a uma filosofia que oriente sobre o sentido da vida.
- O contraste entre a física do século XIX, que via a vida como um acidente sem sentido, e a física do século XX, que se abstém de tirar conclusões filosóficas gerais.
- A neutralidade ética das ciências instrucionais e a responsabilidade do cientista
- A constatação de que as ciências instrucionais moldam a vida através das tecnologias derivadas, mas são eticamente neutras quanto aos resultados.
- A afirmação de que as questões do bem e do mal não estão fora da província do cientista, mesmo que estejam fora da província da ciência.
- A existência de uma crise da ciência instrucional, com o risco de se tornar um juggernaut fora do controle humanístico, gerando reação e revulsão.
- A natureza da prova e da verdade nas ciências instrucionais
- A investigação da alegação de que a “Ciência” produz “Verdade” cientificamente comprovada.
- A definição de prova para uma instrução ou receita: se funcionar, foi “comprovada”.
- A validade do pragmatismo como filosofia para as ciências instrucionais: “Quando uma ideia funciona, é verdadeira”.
- A dupla natureza da prova nas ciências instrucionais: a instrução deve funcionar e ser inteligível em termos de princípios científicos estabelecidos.
- As limitações da prova pragmática e o exemplo do sistema pré-copernicano
- A limitação da prova pragmática: estabelece que um conjunto de instruções funciona, mas não que outros conjuntos ou princípios diferentes não possam funcionar.
- O exemplo das instruções pré-copernicanas para calcular os movimentos do sistema solar, que produziam resultados mais precisos do que as pós-copernicanas durante muito tempo.
- A conclusão de que a prova científica só existe na ciência instrucional, porque só pode ser provado aquilo que podemos fazer com nossas mentes ou mãos.
- A aplicação inadequada da metodologia das ciências instrucionais às ciências descritivas
- A localização adequada do pragmatismo no “mapa do conhecimento”: as ciências instrucionais.
- O problema causado pela aplicação dos requisitos metodológicos das ciências instrucionais (pragmatismo, princípios heurísticos, navalha de Okham) como metodologia científica per se.
- A afirmação de que tais restrições são incompatíveis com a descrição verídica e levam a uma metodologia do erro quando aplicadas às ciências descritivas.
- A indistinção entre epistemologia e ontologia no nível da matéria inanimada
- A constatação de que a física lida com a matéria inanimada, onde só há “aparência exterior”.
- A irrelevância de distinguir entre o que podemos saber e o que realmente existe (epistemologia e ontologia) a esse nível.
- A interpretação da afirmação do físico moderno de que “nos nossos experimentos mais cedo ou mais tarde encontramo-nos a nós mesmos” como uma obviedade: os resultados dependem da pergunta feita.
- A formulação dos filósofos escolásticos: todo conhecimento é obtido per modum cognoscentis (de acordo com os poderes cognitivos do conhecedor).
- A significativa distinção entre epistemologia e ontologia nos níveis mais altos de ser
- A significância da distinção entre epistemologia e ontologia à medida que se sobe na Cadeia do Ser.
- O exemplo do fenômeno da vida: o reconhecimento do facto da vida versus a afirmação da existência de um fator intrínseco que a ativa (vitalismo).
- A rejeição do vitalismo pelas ciências instrucionais com base na sua infertilidade como guia de pesquisa e no superior valor heurístico de abordagens alternativas.
- O erro de substituir a verdade pela fertilidade metodológica
- A crítica à confusão entre um princípio metodológico legítimo (“fertilidade”) e a ideia de verdade.
- A transformação de um princípio metodológico numa filosofia com pretensões universais.
- A formulação de Karl Stern: “os métodos tornam-se mentalidades”.
- A consideração de uma teoria como verdadeira não pela compatibilidade com a experiência, mas pelo seu valor heurístico superior.
- A natureza das teorias nas ciências descritivas e o papel do juízo
- A tarefa das ciências descritivas: descrever, induzindo uma atitude de humildade científica.
- A necessidade inevitável de classificações, generalizações e teorias para tornar os fatos compreensíveis.
- A impossibilidade de “prova científica” para teorias compreensivas nas ciências descritivas, cuja aceitação é um ato de fé.
- A divisão das teorias compreensivas entre as que veem inteligência ou significado e as que veem apenas acaso e necessidade.
- A interpretação dos sinais e a transcendência da lógica pelo juízo
- A constatação de que significado, propósito, inteligência, acaso, necessidade, vida, consciência e autoconsciência não podem ser observados sensualmente no Quarto Campo.
- A observação apenas de “sinais”, cabendo ao observador atribuir-lhes um grau de significância.
- A igualdade de condição “não científica” entre interpretar os sinais como acaso/necessidade ou como inteligência supra-humana: ambos são atos de fé.
- A conclusão de que a verdade ou falsidade dessas interpretações repousa não na prova científica, mas no juízo correto, um poder da mente humana que transcende a lógica.
- A importância mundial da Doutrina Evolutionista
- A apresentação da Doutrina Evolutionista como o ensino mais influente da era moderna.
- A classificação da doutrina não como ciência instrucional, mas como ciência descritiva.
- A questão fundamental: “O que é que ela descreve?”.
- A distinção entre a evolução como facto biológico e a Doutrina Evolutionista
- A definição de Julian Huxley da evolução em biologia como um termo amplo para cobrir mudanças na constituição de unidades sistemáticas.
- A aceitação da evolução como generalização da ciência descritiva das mudanças biológicas, estabelecida para além de qualquer dúvida.
- A caracterização da Doutrina Evolutionista como um erro filosófico com consequências desastrosas, por pretender provar e explicar a evolução como nas ciências instrucionais.
- A alegação ilegítima da Doutrina Evolutionista sobre a criação e o desígnio divino
- A referência às “duas coisas” que Darwin fez: mostrar que a evolução contradizia as lendas scripturais da criação e que a sua causa, a seleção natural, era automática, sem espaço para orientação ou desígnio divino.
- A refutação filosófica: “criação”, “orientação divina” e “desígnio divino” estão fora da possibilidade de observação científica.
- A admissão da comprovação da seleção natural como agente de mudança evolutiva, passível de prova pela ação.
- A ilegitimidade da extrapolação de que este mecanismo prova a automaticidade e a exclusão do divino, analogada à ideia de que encontrar dinheiro na rua prova que todos os rendimentos são assim obtidos.
- A apresentação enganadora e as extrapolações infundadas da Doutrina Evolutionista
- A crítica à apresentação da doutrina, que trai a probidade científica ao explicar sub-repticiamente a origem da vida, o desenvolvimento da consciência, da autoconsciência, da linguagem e das instituições sociais.
- A citação de texto que pede a crença na origem da vida num “caldo” pré-biológico, com compostos orgânicos a rodearem-se de membranas.
- A qualificação de tais especulações como indisciplinadas e temerárias, indignas do título de “cientista”.
- A crítica de Karl Stern à teoria da evolução como pensamento esquizofrénico
- A citação de Karl Stern, que apresenta uma formulação científica da teoria da evolução, desde a agregação de átomos até à aparição de um ser capaz de escolher o amor sobre o ódio e criar obras de arte supremas.
- A qualificação desta visão da cosmogênese como “louca”, no sentido técnico de psicótica, com afinidades com o pensamento esquizofrénico.
- A doutrinação generalizada e a natureza de fé do Evolutionismo
- A constatação da contínua oferta deste pensamento como ciência objetiva, em particular através da doutrinação de crianças em todo o mundo.
- A transformação do princípio metodológico de “explicar por causas observáveis” numa fé que exclui, ex hypothesi, a possibilidade de significados superiores.
- A caracterização do Evolutionismo como uma fé degradada que vê a natureza como produto apenas do acaso e da necessidade, “um conto narrado por um idiota, sem significar nada”.
- A supressão de objeções científicas e a negação da admiração
- A menção ao artigo da The New Encyclopaedia Britannica que ignora as objeções de biólogos e cientistas credenciados, citando apenas objeções teológicas e políticas.
- A referência a livros como The Transformist Illusion, de Douglas Dewar, como refutações científicas omitidas.
- A caracterização do Evolutionismo como ficção científica ou um embuste que criou um conflito irreconciliável entre “ciência” e “religião”.
- A destruição das fé que elevam a humanidade e a substituição por uma fé que a rebaixa, negando a admiração (“Nil admirari”) e qualquer hierarquia de “alto” e “baixo”.
- O Evolutionismo como produto do materialismo utilitário do século XIX e a sua ameaça à civilização
- A identificação do Evolutionismo como o produto mais extremo do materialismo utilitário do século XIX.
- A incapacidade do pensamento do século XX de se libertar desta impostura como uma falha que pode causar o colapso da civilização ocidental.
- A afirmação de que é impossível uma civilização sobreviver sem uma fé em significados e valores que transcendam o utilitarismo do conforto e da sobrevivência.
- O Evolutionismo como causa principal da perda de fé religiosa
- A observação de Martin Lings de que a teoria da evolução é a causa imediata da perda de fé religiosa no mundo moderno.
- A impossibilidade, para os logicamente minded, de uma combinação de religião e evolutionismo, forçando uma escolha entre a doutrina da queda do homem e a “doutrina” da ascensão do homem.
- A escolha do evolutionismo por milhões com base na alegação de ser uma “verdade cientificamente comprovada”.
- A incapacidade do homem religioso, não cientista, de construir uma ponte no plano científico, sendo silenciado por jargão científico.
- A necessidade de um argumento filosófico inicial contra o Evolutionismo
- A conclusão de que o argumento inicial não deve ser no plano científico, mas filosófico.
- A simples proposição filosófica: a ciência descritiva torna-se não científica ao indulgenciar em teorias explicativas compreensivas que não podem ser verificadas ou refutadas por experimentação.
- A afirmação de que tais teorias não são “ciência”, mas “fé”.
- A impossibilidade de derivar uma FÉ válida do Quarto Campo do Conhecimento
- A conclusão de que não é possível derivar uma FÉ válida do estudo do Quarto Campo do Conhecimento, que oferece apenas observações de aparências.
- Evidências modernas que contradizem o materialismo utilitário do século XIX
- A menção às conclusões de Wilder Penfield e às pesquisas de Harold Saxton Burr como exemplos de evidências que destroem as doutrinas materialistas.
- A descrição da descoberta de Burr de que as formas de vida são ordenadas e controladas por campos eletrodinâmicos mensuráveis.
- A interpretação desses campos como evidência instrumental de que o homem não é um acidente, mas parte integrante do Cosmos, sujeito às suas leis e participante do seu destino e propósito.
- A destronização da química pelos campos eletrodinâmicos e a limitação metodológica
- A afirmação de Burr de que a química (e a bioquímica com a sua mitologia do DNA) é apenas a “gasolina” que faz o “carro” funcionar, não determinando as propriedades funcionais de um sistema vivo.
- A atribuição da direção do fluxo de energia aos fenómenos elétricos do campo eletrodinâmico, que são de importância primordial para entender o crescimento e desenvolvimento.
- A constatação de que as doutrinas materialistas do século XIX se desfazem à medida que a ciência descritiva se torna mais refinada.
- O sentido da autolimitação metodológica para as ciências instrucionais, mas a sua falta de sentido para as ciências descritivas, que omitem os aspectos mais interessantes do objeto descrito.
- A coragem de cientistas que transcendem as limitações cartesianas
- A referência a cientistas como Adolf Portmann e Heinrich Zoller, que tiveram a coragem de romper as paredes da prisão construídas pelos cartesianos modernos.
- A mostra do “reino, o poder e a glória” de um Universo misteriosamente significativo por parte desses cientistas.
- A unidade do conhecimento e a relação com os Quatro Campos
- A afirmação da unidade do conhecimento, cuja demonstração separada dos Quatro Campos visa revelar a plenitude.
- A destruição da unidade do conhecimento quando um ou mais Campos não são cultivados, ou quando um Campo é cultivado com metodologias inadequadas de outro.
- A relação entre os Quatro Campos do Conhecimento e os Quatro Níveis de Ser
- A necessidade de relacionar os Campos do Conhecimento com os Níveis de Ser para uma visão clara da Realidade.
- A pouca aprendizagem sobre a natureza humana através do estudo exclusivo do Quarto Campo (aparências).
- A pouca ou nenhuma aprendizagem sobre o reino mineral através do estudo das experiências internas, exceto em casos de sensibilidades superiores desenvolvidas.
- A adequação metodológica para ciências instrucionais e descritivas
- A adequação do confinamento das ciências instrucionais ao Campo 4, onde se obtém precisão matemática.
- A traição das ciências descritivas ao imitarem as instrucionais e se confinarem à observação de aparências, tornando-se estéreis se não penetrarem o significado e o propósito.
- A autoconhecimento requer o equilíbrio entre o Campo 1 e o Campo 3
- A inutilidade do autoconhecimento baseado apenas no Campo 1 (experiências internas próprias).
- A necessidade de equilibrá-lo com o estudo do Campo 3 (o conhecimento de nós mesmos como os outros nos conhecem).
- O perigo social do homem que não busca o autoconhecimento, tendendo a mal interpretar os outros e a ignorar o significado de suas próprias ações.
- O conhecimento social e o acesso indireto ao Campo 2
- A importância do conhecimento social para estabelecer relações harmoniosas.
- A obtenção de acesso indireto ao Campo 2 (as experiências internas de outros seres) através do autoconhecimento.
- A refutação da acusação de que buscar autoconhecimento é virar as costas à sociedade.
- A conclusão de que o homem que não busca o autoconhecimento é um perigo para a sociedade.
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