STEINER, George. Antigones. New Haven London: Yale University Press, 1996.
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Hölderlin como caso-limite da interpretação criadora
Antigona não é apenas leitura, mas reconfiguração ontológica do texto
A tradução assume estatuto de acontecimento filosófico
Hegel e Kierkegaard como leitores obsessivos
Qualidade inédita do investimento filosófico
Goethe como figura de resistência
Recusa da fusão romântica entre filosofia e poesia
Crítica implícita ao idealismo romântico
Antígona como ponto de tensão