Du mode d’existence des objets techniques, Aubier, 1958, 1969, 1989, préface de John Hart, postface d’Yves Deforge (MEOT) / Tradução Vera Ribeiro, Editora Contraponto
Presumimos que a tecnicidade resulta de uma defasagem de um modo único, central e original de ser no mundo — o modo mágico. A fase que equilibra a tecnicidade é o modo de ser religioso. No ponto neutro, entre técnica e religião, aparece, no momento do desdobramento da unidade mágica primitiva, o pensamento estético, que não é uma fase, mas uma recordação permanente da ruptura da unidade do modo de ser mágico e uma busca de unidade futura.