SERRES, Michel. Le Système de Leibniz et ses modèles mathématiques. 2 volumes. Paris: PUF, 1968.
INTRODUÇÃO - CONJUNTOS TEÓRICOS
1. Cenografia, icnografia
2. Pluralismo das ordens não irreversíveis. O exemplo matemático: analogia de dois estados sistemáticos
3. O grafo em rede: multilinearidade, multivalência
4. Coerência e reversibilidade. A ordem leibniziana. Sobre o dicionário
5. Entre a expressão e o comentário
6. Séries. Séries de séries. Multiplicidades. Variação das relações um-múltiplo e múltiplo-múltiplo
7. Variações da identidade. Sobre a correspondência em geral. Entre duas sequências: a harmonia; entre duas multiplicidades: conhecimento e criação; entre dois sistemas: léxico para uma ética
8. O Quid sit Idea: conservação, fidelidade, invariância
9. A noção de modelo
10. Plano da obra: divisão de uma rede. Estrelas, esquemas, ponto
11. Recorrências e sobreposições históricas
PRIMEIRA PARTE - ESTRELAS
CAPÍTULO I - AS MULTIPLICIDADES REPRESENTATIVAS
I. Da combinatória à ciência
a. Perceber: sonhar, escutar, ver. A teoria das multiplicidades
b. Conhecer: filtro combinatório e decifração algébrica
c. Demonstrar: o fim da seleção. Do primitivo
II. Da geometria à perspectiva
a. Relações múltiplo-múltiplo: semelhança e paralelismo
b. Relações múltiplo-uno: cenografia, projeção geométrica, ponto no infinito. As seções cônicas
c. A teoria das sombras
III. Cálculo diferencial, geometria infinitesimal, cálculo das variações. Das multiplicidades infinitas
a. Um microscópio aritmético: o triângulo harmônico
b. Cáusticas em um espelho e curvas envoltórias
c. Distinção e decisão no ponto culminante do desfiladeiro
d. Pequeno dicionário infinitesimal das pequenas percepções
CAPÍTULO II - AS MULTIPLICIDADES HISTÓRICAS. O PROGRESSO
CAPÍTULO III - AS MULTIPLICIDADES MONÁDICAS
A MONADOLOGIA
SEGUNDA PARTE - A LINGUAGEM DOS ESQUEMAS
CAPÍTULO I - ESTRELAS INVERTIDAS
I. O esquema quadrado em geral: das séries às fábulas
II. O De Arte Combinatoria
A. Os teoremas: multiplicidades, multiplicação
B. As aplicações: geometria, álgebra, música, teleologia, invariância
III. Estrelas e inversão de estrelas. A fábula icnográfica
CAPÍTULO II - TÁBUAS HARMÔNICAS
Tábuas e harmonias na tradição
Tábua de definição: o campo semântico
I. Estabelecimento, por números e figuras, da harmonia preestabelecida
II. A arte dos registros e das tablaturas
III. Protocolo dinâmico
IV. Programa para autômatos
Tradução do programa em várias línguas
Do prefixo pré- ao prefixo pan-
Léxico para uma ética
O microscópio de Leeuwenhoek
V. “Articulus”: quadro das modalidades
CAPÍTULO III - O CICLO UNIVERSAL
A gama das ciências mistas
Semelhança e variações
Universalidade filosófica da característica: o real
Universalidade técnica da característica: o formal
As tábuas dos indivíduos
I. Variação combinatória e variação contínua
A. A árvore da liberdade: lei universal e concreto exemplar (aritmética, combinatória, cálculo das variações)
B. A cadeia dos seres: da espécie provisória à mônada (aritmética, seções cônicas, princípio de continuidade)
II. Invariante e variação: o que muda e o que permanece
III. Três reduções ao princípio de identidade
A. O quadro hierárquico das substâncias
B. Deus: universalidade da prova em favor da univocidade do ser
C. O plano icnográfico do universo. A relação cada um-todos e todos-cada um como tema sistemático do leibnizianismo e desta obra
Copérnico e Ptolomeu: o problema da referência
TERCEIRA PARTE - O PONTO FIXO
CAPÍTULO I - O PARADIGMA PASCALIANO
A tradição mecânica, geométrica e astronômica: o centro, o lugar, o ponto de apoio, o polo, o referencial
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II. A Apologia
A. Dois infinitos e balança
B. Esquemas do justo e do injusto
C. A razão dos efeitos
D. Jesus Cristo e a inversão das leis
Espaço natural, espaço metafísico
A história das religiões e a crítica da razão
CAPÍTULO II - O PROBLEMA DO REFERENCIAL
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I. O método da universalidade: o geral e suas referências
II. Os Princípios da natureza e da graça: o dicionário enciclopédico dos pontos
III. O espaço e o ponto: a estética formal e o problema transcendental
IV. O ponto aqui e o ponto no infinito: pertencem à mesma ordem