Mundo como Vontade e como Representação I

Barboza

SCHOPENHAUER, Arthur. O Mundo Como Vontade e Representação I. Jair Barboza. São Paulo: Editora Unesp, 2005.

TABELA DE CONTEÚDO

  • Prefácio à primeira edição
  • Prefácio à segunda edição
  • Prefácio à terceira edição
  • LIVRO PRIMEIRO
  • O mundo como representação, primeira consideração: a representação sujeita ao princípio de razão suficiente – o objeto da experiência e da ciência
    • § 1. O mundo é minha representação
    • § 2. O homem tem consciência clara da diferença entre sonho e realidade
    • § 3. A representação intuitiva se distingue da abstrata
    • § 4. O sujeito e o objeto
    • § 5. O princípio de razão suficiente
    • § 6. As formas do princípio de razão suficiente
    • § 7. Aplicação à realidade empírica
    • § 8. A matéria e a causalidade
    • § 9. O entendimento e a intuição
    • § 10. A prova a priori da causalidade
    • § 11. O mundo como representação abstrata: os conceitos
    • § 12. A verdade e o critério de verdade
    • § 13. A ciência
    • § 14. A matemática
    • § 15. A lógica
    • § 16. O método das ciências
  • LIVRO SEGUNDO
  • O mundo como vontade, primeira consideração: a objetivação da vontade
    • § 17. O enigma do mundo
    • § 18. A vontade como coisa-em-si
    • § 19. O corpo e a vontade
    • § 20. A vontade manifesta no corpo
    • § 21. A vontade como essência íntima de todo fenômeno
    • § 22. A vontade livre do princípio de razão suficiente
    • § 23. Graus da objetivação da vontade
    • § 24. A matéria
    • § 25. As forças da natureza
    • § 26. O instinto
    • § 27. A teleologia
    • § 28. O conhecimento a serviço da vontade
    • § 29. A individuação
  • LIVRO TERCEIRO
  • O mundo como representação, segunda consideração: a representação independente do princípio de razão suficiente – a ideia platônica – o objeto da arte
    • § 30. O conhecimento liberado da servidão à vontade
    • § 31. A ideia platônica
    • § 32. O sujeito puro do conhecimento
    • § 33. O gênio
    • § 34. O estado estético
    • § 35. A arquitetura
    • § 36. A escultura e a pintura
    • § 37. A poesia
    • § 38. A música
    • § 39. A beleza na natureza
    • § 40. O sublime
    • § 41. O ridículo
    • § 42. O belo e o agradável
  • LIVRO QUARTO
  • O mundo como vontade, segunda consideração: com o conhecimento de si mesmo alcançado, a afirmação e a negação da vontade de vida
    • § 43. A vida como expressão da vontade
    • § 44. O sofrimento e a dor
    • § 45. A morte e o medo da morte
    • § 46. O egoísmo
    • § 47. A justiça
    • § 48. A compaixão
    • § 49. A negação da vontade de vida
    • § 50. O ascetismo
    • § 51. A santidade
    • § 52. A redenção
    • § 53. A filosofia e a negação da vontade
  • APÊNDICE
  • Crítica da filosofia kantiana

Payne

SCHOPENHAUER, Arthur. The World as Will and Representation I. E.F.J. Payne. New York: Dover Publications, 1969.

TABELA DE CONTEÚDO

  • Prefácio à primeira edição
  • Prefácio à segunda edição
  • Prefácio à terceira edição
  • LIVRO PRIMEIRO: O MUNDO COMO REPRESENTAÇÃO, PRIMEIRA CONSIDERAÇÃO
    • A representação sujeita ao princípio de razão suficiente: o objeto da experiência e da ciência
    • § 1. O mundo como representação
    • § 2. O homem e a consciência
    • § 3. Representação intuitiva e abstrata
    • § 4. Sujeito e objeto
    • § 5. O princípio de razão suficiente
    • § 6. As formas do princípio de razão suficiente
    • § 7. Aplicação à realidade empírica
    • § 8. Matéria e causalidade
    • § 9. O entendimento e a intuição
    • § 10. Prova a priori da causalidade
    • § 11. A representação abstrata: os conceitos
    • § 12. A verdade e seu critério
    • § 13. A ciência
    • § 14. A matemática
    • § 15. A lógica
    • § 16. O método das ciências
  • LIVRO SEGUNDO: O MUNDO COMO VONTADE, PRIMEIRA CONSIDERAÇÃO
    • A objetivação da vontade
    • § 17. O enigma do mundo
    • § 18. A vontade como coisa-em-si
    • § 19. O corpo e a vontade
    • § 20. A vontade manifesta no corpo
    • § 21. A vontade como essência íntima de todo fenômeno
    • § 22. A vontade livre do princípio de razão suficiente
    • § 23. Graus da objetivação da vontade
    • § 24. A matéria
    • § 25. As forças da natureza
    • § 26. O instinto
    • § 27. A teleologia
    • § 28. O conhecimento a serviço da vontade
    • § 29. A individuação
  • LIVRO TERCEIRO: O MUNDO COMO REPRESENTAÇÃO, SEGUNDA CONSIDERAÇÃO
    • A representação independente do princípio de razão suficiente: a Ideia platônica – o objeto da arte
    • § 30. O conhecimento liberado da servidão à vontade
    • § 31. A Ideia platônica
    • § 32. O sujeito puro do conhecimento
    • § 33. O gênio
    • § 34. O estado estético
    • § 35. A arquitetura
    • § 36. A escultura e a pintura
    • § 37. A poesia
    • § 38. A música
    • § 39. A beleza na natureza
    • § 40. O sublime
    • § 41. O risível
    • § 42. O belo e o agradável
  • LIVRO QUARTO: O MUNDO COMO VONTADE, SEGUNDA CONSIDERAÇÃO
    • Com o alcance do autoconhecimento, afirmação e negação da vontade de vida
    • § 43. A vida como expressão da vontade
    • § 44. O sofrimento e a dor
    • § 45. A morte e o medo da morte
    • § 46. O egoísmo
    • § 47. A justiça
    • § 48. A compaixão
    • § 49. A negação da vontade de vida
    • § 50. O ascetismo
    • § 51. A santidade
    • § 52. A redenção
    • § 53. A filosofia e a negação da vontade
  • APÊNDICE: CRÍTICA DA FILOSOFIA KANTIANA

Burdeau

TABELA DE CONTEÚDO

  • PREFÁCIO DA PRIMEIRA EDIÇÃO
  • PREFÁCIO DA SEGUNDA EDIÇÃO
  • PREFÁCIO DA TERCEIRA EDIÇÃO
  • LIVRO PRIMEIRO: O MUNDO COMO REPRESENTAÇÃO
    • Primeiro ponto de vista: a representação submetida ao princípio de razão suficiente: o objeto da experiência e da ciência
  • LIVRO SEGUNDO: O MUNDO COMO VONTADE
    • Primeiro ponto de vista: a objetivação da vontade
  • LIVRO TERCEIRO: O MUNDO COMO REPRESENTAÇÃO
    • Segundo ponto de vista: a representação considerada independentemente do princípio de razão – a ideia platônica – o objeto da arte
  • LIVRO QUARTO: O MUNDO COMO VONTADE
    • Segundo ponto de vista: chegando a conhecer-se a si mesma, a vontade de viver se afirma e depois se nega
  • APÊNDICE: CRÍTICA DA FILOSOFIA KANTIANA