Na Alemanha, pensadores como Reinhold
Schneider e Romano Guardini defendem posições semelhantes, insistindo que a relação com Deus, e não um projeto humano, é o único que pode salvar o homem da culpa coletiva e oferecer sentido após a catástrofe, interpretando o fim da época moderna como uma oportunidade para redescobrir o homem “nu” diante de Deus.