Com o simples x ou y simboliza-se a ausência total de relação; com y, a relação do sujeito a um predicado, isto é, a determinação com a perspectiva de ainda receber posição; com x, a posição com a perspectiva de determinação por vir. Nessa linguagem simbólica, a physis de Deus, seu ser simples e infinitamente afirmado, deve ser designada por A, e não por B ou C, porque nada, no domínio de sua esfera própria, condicionada por seu nada, o precede, e nada pode precedê-lo, pois é posto como infinito e não como finito.
É efetividade simplesmente em repouso, mas infinita; se nesse mar silencioso da physis interna de Deus deve sobrevir uma tempestade que faça subir suas ondas, se de seu próprio seio nascem redemoinhos e vagas que ponham a superfície silenciosa em movimento arrebentante, isso ainda não se sabe. Em primeiríssimo lugar, é “A”: ser imóvel, infinito.