Para a constituição do nada pela negação do sendo, o alemão dispõe de
Verwesung (decomposição), dissolução, como a dos místicos; para a afirmação do nada, dispõe de aniquilamento (
Vernichtung). Na dissolução da essência o nada aparece em sua indeterminação infinita: nem o corpo que se dissolve nem a alma que perde a essência aspiram ao nada como coisa positiva, mas apenas à dissolução de sua essência positiva, e ao chegarem lá desembocam na noite informe do nada. Mefisto, ao contrário, que quer sem rodeios o mal e confessadamente ama o eternamente vazio, deseja o nada, e o conjunto desemboca no aniquilamento.