Durante o processo, o sentido da entidade é seu “alvo subjetivo” imanente.
Após a satisfação, a entidade não pode ter consciência de seu próprio sentido, pois qualquer consciência implicaria um novo processo.
O sentido e o valor de uma entidade não podem estar nela mesma (impossibilidade lógica) nem em uma realidade separada (violaria o princípio ontológico).
A única opção remanescente: o sentido de uma entidade está sempre em outra, em outros processos de existência (outras entidades atuais em individuação).
Valor “pragmático”: o significado de uma entidade está em seus efeitos, em sua “utilidade”. É uma “qualificação da criatividade”.
A entidade “satisfeita”, pelo simples fato de existir, direciona a criatividade, ou seja, a possibilidade de gênese de outras entidades que a incluirão.
O universo é um universo de sentidos pragmáticos, variáveis conforme as relações e harmonias.