Sem objetos eternos, só haveria preensões físicas (unificação de outras entidades atuais).
Neste cenário, a nova entidade seria apenas uma repetição da diversidade disjuntiva anterior. A novidade seria redutível a causas preexistentes (mecanicismo).
O problema: embora uma entidade seja uma “herança” ou “repetição”, ela é uma repetição de um modo particular, de uma maneira (manner, mode, how) irreduzível ao que ela repete.
Este “modo” é a origem e fonte da novidade. Os objetos eternos determinam este “como”: como as entidades atuais incluem outras? Como elas se realizam? Como herdam e deixam herança?
Objetos eternos são, portanto, determinantes da preensão e da individuação. Termo mais adequado: “determinantes eternos”.