I – «É chinês», «é grego»
II – De frente, de esguelha
III – Sob a cobertura da imagem: a crítica insinuada
IV – Por citações interpostas: o poder de abalar
V – Deixar entender, evitar dizer, ou como ler nas entrelinhas
VI – A dissidência impossível (ideologia da oblicuidade)
VII – Entre emoção e paisagem: o mundo não é um objeto de representação
VIII – Para além da paisagem: o sentido figurado não é simbólico
IX – De mestre a discípulo, o propósito é apenas indicial
X – Não há um plano das essências, ou por que o desvio é o acesso
XI – O percurso da maturação, o salto da realização
XII – A grande imagem não tem forma, ou como indicar o inefável
XIII – «Nassa» e «peixe», ou como aceder à natureza
XIV – As nuvens e a lua
XV – A distância alusiva
Nota de conclusão