JULLIEN, François. Procès ou Création: une introduction à la pensée chinoise essai de problématique interculturelle. Paris: Librairie générale française, 1996.
Parte I
1 – A evidência da natureza
2 – Inutilidade da palavra, esterilidade da ação
3 – A relação de incitação no ponto de partida da realidade
4 – O princípio da alternância – O que esperar de todo porvir e como pensar a origem?
5 – Nem Criador nem criação
Parte II
6 – O visível e o invisível
7 – Eficiência da limpidez, atolamento na opacidade
8 – Transcendência e correlatividade – A «natureza» é a «moral»
9 – Pode tratar-se de um pensamento materialista?
10 – Coerência e continuidade – A recusa de toda ruptura metafísica e de toda evasão idealista
Parte III
11 – A expressão linguística do processo
12 – Um modelo para pensar o devir – (fornecido pela interpretação do Livro das Mutações)
13 – Da análise do devir ao seu domínio
14 – Constância «estoica»
15 – O ideal único da transformação
Parte IV
16 – Ilustração: a poesia como processo, não como criação
17 – Generalização: um mesmo modo de inteligibilidade
Nota de conclusão – Para que serve a comparação?