Duas correções são propostas em relação ao vínculo entre visão romântica e casamento, evitando dois erros opostos.
O primeiro erro é afirmar que a visão romântica é ou deve ser a única base do casamento, o que é declarado tão ridículo quanto negar que ela frequentemente o seja.
A existência do enamoramento é afirmada como frequente, mas não deve ser exigida nem negada, pois há múltiplas modulações entre visão, afeição e apetite, e nenhuma é necessariamente início impróprio do experimento chamado casamento.
O segundo erro é afirmar que a visão romântica implica necessariamente casamento, pois pode existir onde o casamento é impossível e nem sequer contemplado.
A adoração própria desse amor pode existir entre diferentes tipos de pessoas e é aproximada da forma de culto secundário permitida sob o nome de dulia, dirigida a santos, anjos e veículos da glória.
Onde houver essa adoração romântica, a investigação intelectual correspondente deve existir, pois o estado é considerado normal, ainda que seu desenvolvimento ao fim próprio ainda não seja normal.
Estados como culto a heróis e formas mais sentimentais são descritos como imagens mais vagas e menos convincentes dessa qualidade, frequentemente tolas, mas capazes de sinceridade que pode tornar-se fidelidade à imagem ou ao princípio no interior e além da imagem.