Fenomenologia do sagrado e crítica ao monoteísmo centralizador através da figura da vaca sagrada e da proliferação politeísta.
Interpretação da vaca divina como interrupção da alma na cidade, desafiando a obsessão ocidental pelo centralismo de arquiteto e pela unidade monoteísta.
Compreensão do politeísmo como estratégia de modéstia: o divino manifesta-se em figuras humildes para não induzir ao perigo da ilusão ou da confusão conceitual.
Respeito pela “Zoe” e pela espontaneidade vital, traduzido em uma comiseração por tudo o que, como vivente, está votado ao sofrimento.
Crítica às teologias da eminência, sugerindo que os conceitos sublimes são perigosos por tentarem definir o impossível como algo determinado.