====== DIALÉTICA DO ETERNO PRESENTE III - TEMPO E ETERNIDADE (1945) ====== //[[https://classiques.uqam.ca/classiques/lavelle_louis/du_temps_et_de_l_eternite/du_temps_et_de_l_eternite.html|DU TEMPS ET DE L’ÉTERNITÉ]]// Livro I O tempo e a participação Capítulo I. A dedução do tempo * I. — Da situação do meu corpo no mundo * II. — Da relação entre o ato absoluto e o ato de participação * III. — ΔΙΑΣΤΗΜΑ ΤΗΣ ΤΟΥ ΠΑΝΤΟΣ ΦΥΣΕΩΣ * IV. — A relação do ser e do nada * V. — A entrada na existência e a passagem do nada ao ser * VI. — O tempo, ou a dupla relação da possibilidade e da atualidade * VII. — Liberdade e possibilidade * VIII. — O possível definido como uma ideia retrospectiva e prospectiva ao mesmo tempo * IX. — O tempo e a relação da atividade e da passividade Capítulo II. O tempo e o espaço * I. — Da oposição do sentido interno e do sentido externo * II. — Correspondência do tempo com o sentido interno e do espaço com o sentido externo * III. — O tempo que une e o espaço que separa * IV. — O tempo e o espaço esquemas da análise e da síntese * V. — Ligação do movimento e da alteração * VI. — O cruzamento do tempo e do espaço, isto é, da matéria e do espírito * VII. — Pensamento puro e perspectivas espaço-temporais * VIII. — Visão e relatividade * IX. — Manifestação e encarnação Capítulo III. O tempo e a individuação * I. — O tempo, fator de individuação ao mesmo tempo do eu e do objeto * II. — Separar-se do Todo, ou dar a si um futuro * III. — A liberdade, condição inicial da individuação * IV. — O tempo, ou a ordem introduzida pela liberdade entre os possíveis * V. — A implicação, no indivíduo, da liberdade e da vida * VI. — Relação entre a individualidade do vivente e a individualidade do objeto * VII. — A escala da individuação * VIII. — O tempo, mediador entre a matéria e o espírito, que escapam igualmente ao tempo e à individuação * IX. — O tempo individual e o tempo comum Livro II A idealidade do tempo Capítulo IV. O sentido do tempo * I. — O sentido, enquanto é a característica mesma do tempo * II. — Análise da irreversibilidade * III. — Dedução da irreversibilidade a partir da participação * IV. — A irreversibilidade física * V. — A irreversibilidade cumulativa * VI. — O sentido do tempo, ou a composição da liberdade e da necessidade, enquanto expressa a condição dos seres cuja essência é fazer-se * VII. — O sentido do tempo definido, “na ordem da existência”, pela conversão não do passado em futuro, mas do futuro em passado * VIII. — O sentido do tempo e a constituição do meu ser próprio * IX. — Da acepção temporal e da acepção intelectual da palavra sentido Capítulo V. A relação da presença e da ausência * I. — O movimento e o fluxo * II. — O fluxo da vida interior * III. — O presente, linha de cume do tempo * IV. — A recusa do presente * V. — A oposição da ausência e da presença * VI. — A ausência, enquanto envolve o passado e o futuro indistintamente * VII. — O passado e o futuro, ou a distinção entre as duas espécies de ausência * VIII. — O tempo, ou a dupla conversão da presença em ausência e da ausência em presença * IX. — O tempo definido não como uma ordem entre coisas diferentes, mas como a propriedade que cada coisa tem de ter alternadamente um futuro, um presente e um passado Capítulo VI. O tempo e a ideação * I. — A heterogeneidade dos momentos do tempo * II. — O tempo definido como uma relação e como a origem de todas as relações * III. — O tempo, ou a carreira do espírito * IV. — O tempo como intuição e o tempo como conceito * V. — O tempo como ideia e como forma de todas as ideias * VI. — A ideia, como o tempo, sempre renascente e inesgotável * VII. — O tempo onde o espírito atualiza a ideia ao se atualizar * VIII. — Tempo e gênese: que toda gênese é ideológica, como a gênese do eu * IX. — A gênese dos corpos e a gênese dos movimentos Livro III As fases do tempo Capítulo VII. O presente e o instante * I. — Ambiguidade da relação entre o presente e o tempo * II. — Da universalidade da presença * III. — Da presença e da atualidade * IV. — O tempo, ou a distinção e a ligação entre os diferentes modos da presença * V. — A consciência da presença * VI. — Distinção do presente e do instante * VII. — O instante onde tudo passa e que não passa * VIII. — “Mens momentanea” * IX. — O instante que nos liberta Capítulo VIII. O futuro * I. — Os componentes da noção de futuro * II. — O futuro primeiro na ordem da existência, como o passado na ordem do conhecimento * III. — A possibilidade como análise do ato * IV. — Distinção entre a possibilidade e a potência, ou entre a liberdade e a espontaneidade * V. — Que o futuro não pode ser senão pensado, enquanto só o passado é conhecido * VI. — A probabilidade das ações naturais e a improbabilidade do ato livre * VII. — À beira, não do nada, mas do ser imparticipado * VIII. — Espera, impaciência; desejo e esforço * IX. — O futuro e o vindouro Capítulo IX. O passado * I. — Os componentes da noção de passado * II. — A retrospecção, enquanto cria a realidade do passado * III. — O arrependimento e o remorso * IV. — O passado, ou a perda da presença sensível * V. — O passado enquanto adere ao presente * VI. — O passado, lugar do conhecimento * VII. — O passado, objeto da história * VIII. — A memória subjetiva * IX. — O passado definido como um presente espiritual Livro IV O tempo e a eternidade Capítulo X. O devir * I. — O devir definido como um efeito da participação * II. — O devir reduzido a uma perspectiva sobre o ser puro * III. — Que o ato de participação engendra o devir, sem comprometer-se ele mesmo no devir * IV. — O devir e a fenomenalidade * V. — O devir dos estados da matéria * VI. — O devir dos estados do eu * VII. — O devir ou o perecível * VIII. — A ordem do devir, efeito de um antagonismo criado pelo ato livre entre a inércia da matéria e o ímpeto da vida * IX. — Sobre o preceito: “Torna-te o que és.” Capítulo XI. A duração * I. — A duração intermediária entre o tempo e a eternidade * II. — A duração e a continuidade da vida * III. — Implicação na duração da conservação e da criação * IV. — Fazer obras que duram * V. — A duração como valor * VI. — A duração, enquanto é um ato do espírito voltado para o passado * VII. — A duração, enquanto é um ato do espírito voltado para o futuro * VIII. — Duração e identidade lógica * IX. — Duração e fidelidade moral Capítulo XII. A eternidade * I. — O tempo como negação da eternidade * II. — A experiência da eternidade implicada na experiência do tempo * III. — A opção entre o tempo e a eternidade * IV. — Relação da eternidade e das diferentes fases do tempo * V. — A eternidade criadora, ou o tempo sempre renascente * VI. — A eternidade do “em” e a eternidade do “por” * VII. — O devir, o tempo e a eternidade ou os três graus da liberdade * VIII. — Morte e ressurreição * IX. — O tempo da eternidade Livre I Le temps et la participation Chapitre I. La déduction du temps * I. — De la situation de mon corps dans le monde * II. — Du rapport entre l’acte absolu et l’acte de participation * III. — ΔΙΑΣΤΗΜΑ ΤΗΣ ΤΟϒ ΠΑΝΤΟΣ ΦϒΣΕΩΣ * IV. — La relation de l’être et du néant * V. — L’entrée dans l’existence et le passage du néant à l’être * VI. — Le temps, ou la double relation de la possibilité et de l’actualité * VII. — Liberté et possibilité * VIII. — Le possible défini comme une idée rétrospective et prospective à la fois * IX. — Le temps et la relation de l’activité et de la passivité Chapitre II. Le temps et l’espace * I. — De l’opposition du sens interne et du sens externe * II. — Correspondance du temps avec le sens interne et de l’espace avec le sens externe * III. — Le temps qui lie et l’espace qui sépare * IV. — Le temps et l’espace schèmes de l’analyse et de la synthèse * V. — Liaison du mouvement et de l’altération * VI. — Le croisement du temps et de l’espace, c’est-à-dire de la matière et de l’esprit * VII. — Pensée pure et perspectives spatio-temporelles * VIII. — Vision et relativité * IX. — Manifestation et incarnation Chapitre III. Le temps et l’individuation * I. — Le temps, facteur d’individuation à la fois du moi et de l’objet * II. — Se séparer du Tout, ou se donner un avenir * III. — La liberté, condition initiale de l’individuation * IV. — Le temps, ou l’ordre introduit par la liberté entre les possibles * V. — L’implication, dans l’individu, de la liberté et de la vie * VI. — Relation entre l’individualité du vivant et l’individualité de l’objet * VII. — L’échelle de l’individuation * VIII. — Le temps, médiateur entre la matière et l’esprit, qui échappent éga-lement au temps et à l’individuation * IX. — Le temps individuel et le temps commun Livre II L’idéalité du temps Chapitre IV. Le sens du temps * I. — Le sens, en tant qu’il est la caractéristique même du temps * II. — Analyse de l’irréversibilité * III. — Déduction de l’irréversibilité à partir de la participation * IV. — L’irréversibilité physique * V. — L’irréversibilité cumulative * VI. — Le sens du temps, ou la composition de la liberté et de la nécessité, en tant qu’elle exprime la condition des êtres dont l’essence est de se faire * VII. — Le sens du temps défini, « dans l’ordre de l’existence », par la con-version non pas du passé en avenir, mais de l’avenir en passé * VIII. — Le sens du temps et la constitution de mon être propre * IX. — De l’acception temporelle et de l’acception intellectuelle du mot sens Chapitre V. La relation de la présence et de l’absence * I. — Le mouvement et le flux * II. — Le flux de la vie intérieure * III. — Le présent, ligne de faîte du temps * IV. — Le refus du présent * V. — L’opposition de l’absence et de la présence * VI. — L’absence, en tant qu’elle enveloppe le passé et l’avenir indistincte-ment * VII. — Le passé et l’avenir, ou la distinction entre les deux espèces de l’absence * VIII. — Le temps, ou la double conversion de la présence en absence et de l’absence en présence * IX. — Le temps défini non pas comme un ordre entre des choses diffé-rentes, mais comme la propriété qu’a chaque chose d’avoir tour à tour un avenir, un présent et un passé Chapitre VI. Le temps et l’idéation * I. — L’hétérogénéité des moments du temps * II. — Le temps défini comme une relation et comme l’origine de toutes les relations * III. — Le temps, ou la carrière de l’esprit * IV. — Le temps comme intuition et le temps comme concept * V. — Le temps comme idée et comme forme de toutes les idées * VI. — L’idée, comme le temps, toujours renaissante et inépuisable * VII. — Le temps où l’esprit actualise l’idée en s’actualisant * VIII. — Temps et genèse : que toute genèse est idéologique, comme la genèse du moi * IX. — La genèse des corps et la genèse des mouvements Livre III Les phases du temps Chapitre VII. Le présent et l’instant * I. — Ambiguïté de la relation entre le présent et le temps * II. — De l’universalité de la présence * III. — De la présence et de l’actualité * IV. — Le temps, ou la distinction et la liaison entre les différents modes de la présence * V. — La conscience de la présence * VI. — Distinction du présent et de l’instant * VII. — L’instant où tout passe et qui ne passe pas * VIII. — « Mens momentanea » * IX. — L’instant qui nous libère Chapitre VIII. L’avenir * I. — Les composantes de la notion d’avenir * II. — L’avenir premier dans l’ordre de l’existence, comme le passé dans l’ordre de la connaissance * III. — La possibilité comme analyse de l’acte * IV. — Distinction entre la possibilité et la puissance, ou entre la liberté et la spontanéité * V. — Que l’avenir ne peut être que pensé, tandis que le passé seul est con-nu * VI. — La probabilité des actions naturelles et l’improbabilité de l’acte libre * VII. — Au bord, non pas du néant, mais de l’être imparticipé * VIII. — Attente, impatience ; désir et effort * IX. — L’avenir et le futur Chapitre IX. Le passé * I. — Les composantes de la notion de passé * II. — La rétrospection, en tant qu’elle crée la réalité du passé * III. — Le regret et le repentir * IV. — Le passé, ou la perte de la présence sensible * V. — Le passé en tant qu’il adhère au présent * VI. — Le passé, lieu de la connaissance * VII. — Le passé, objet de l’histoire * VIII. — La mémoire subjective * IX. — Le passé défini comme un présent spirituel Livre IV Le temps et l’éternité Chapitre X. Le devenir * I. — Le devenir défini comme un effet de la participation * II. — Le devenir réduit à une perspective sur l’être pur * III. — Que l’acte de participation engendre le devenir, sans s’engager lui-même dans le devenir * IV. — Le devenir et la phénoménalité * V. — Le devenir des états de la matière * VI. — Le devenir des états du moi * VII. — Le devenir ou le périssable * VIII. — L’ordre du devenir, effet d’un antagonisme créé par l’acte libre entre l’inertie de la matière et l’élan de la vie * IX. — Sur le précepte : « Deviens ce que tu es. » Chapitre XI. La durée * I. — La durée intermédiaire entre le temps et l’éternité * II. — La durée et la continuité de la vie * III. — Implication dans la durée de la conservation et de la création * IV. — Faire des œuvres qui durent * V. — La durée comme valeur * VI. — La durée, en tant qu’elle est un acte de l’esprit tourné vers le passé * VII. — La durée, en tant qu’elle est un acte de l’esprit tourné vers l’avenir * VIII. — Durée et identité logique * IX. — Durée et fidélité morale Chapitre XII. L’éternité * I. — Le temps comme négation de l’éternité * II. — L’expérience de l’éternité impliquée dans l’expérience du temps * III. — L’option entre le temps et l’éternité * IV. — Rapport de l’éternité et des différentes phases du temps * V. — L’éternité créatrice, ou le temps toujours renaissant * VI. — L’éternité du « dans » et l’éternité du « par » * VII. — Le devenir, le temps et l’éternité ou les trois degrés de la liberté * VIII. — Mort et résurrection * IX. — Le temps de l’éternité