schubert:linguagem-onirica-analogia-entre-expressoes-da-alma-humana
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| + | ====== LINGUAGEM ONÍRICA, ANALOGIA ENTRE EXPRESSÕES DA ALMA HUMANA | ||
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| + | Apresentação de Patrick Valette (Schubert1982) | ||
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| + | Este pensamento analógico descobre, em primeiro lugar, a identidade profunda entre as diversas expressões da alma humana. O sonho (capítulo 1), a poesia e a profecia (capítulo 2), o mito (capítulo 3) revelam, em análise, uma concordância essencial. Schubert chama essa analogia, sendo um bom discípulo de Saint-Martin, | ||
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| + | "Em sonho, e já nesse estado de delírio que frequentemente precede o sono, a alma parece falar uma linguagem completamente diferente do habitual." | ||
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| + | Além disso, a linguagem onírica utiliza uma "nova associação de ideias | ||
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| + | Outra característica é que essa linguagem original está mais ou menos constantemente em contradição com nossas inclinações e desejos do estado de vigília, o que resulta em certa ironia: "O sonho também tem o hábito de brincar, de certa forma, com coisas que muitas vezes são altamente estimadas no estado de vigília"; | ||
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| + | Assim, já no breve primeiro capítulo, são esboçadas as três características essenciais dessa linguagem original tal como ela se manifesta no sonho, na poesia, na profecia e no mito, e em torno das quais se orientam as reflexões do autor: essa linguagem é universal, profética e irônica. | ||
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| + | A primeira particularidade — a universalidade dessa linguagem — é que ela é composta de " | ||
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| + | No entanto, esse inconsciente não é o mesmo de Freud, ou seja, um depósito de atos falhos, um receptáculo de impurezas morais, o lugar onde os recalques se acumulam e as neuroses levam uma existência subterrânea. "Ele não é um quarto de despejo onde uma escotilha automática rejeita as turpitudes de nossa natureza." | ||
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| + | As diferentes escolas psicológicas do século XVIII tentaram reduzir o sonho e, de maneira geral, todas as manifestações do inconsciente a leis tão grosseiras quanto as dos "sucos nervosos" | ||
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| + | A nova interpretação do sonho, que encontra sua realização e ilustração na // | ||
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| + | A segunda geração foi a dos filósofos românticos, | ||
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