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| + | ====== FILOSOFIA DA MITOLOGIA LIVRO II ====== | ||
| + | ~~NOCACHE~~ | ||
| + | // | ||
| + | |||
| + | * Lição sétima | ||
| + | * Observações preliminares sobre a filosofia da mitologia | ||
| + | * O ponto de partida da análise: a possibilidade de uma alteração do homem | ||
| + | * As expressões correspondentes a essa possibilidade na mitologia: as noções de Nêmesis, de Apaté (Mâyâ), o conceito de tentação | ||
| + | |||
| + | * Lição oitava | ||
| + | * A alteração efetiva do homem = Arqui-Acidente (Fortuna primigênia) | ||
| + | * Os vestígios desse evento na mitologia ulterior. A figura de Perséfone | ||
| + | * A primeira condição de Perséfone, comparada à estadia no paraíso | ||
| + | * A dualidade em Perséfone segundo os filósofos antigos, em particular os Pitagóricos | ||
| + | * Descrição dessa transição de Perséfone nos Mistérios | ||
| + | * Consequências objetivas da reativação de B pelo homem: estabelecimento do politeísmo sucessivo | ||
| + | |||
| + | * Lição nona | ||
| + | * Irrupção do processo na consciência humana. Primeiro momento: o princípio posto no homem como unilateral (B) resiste ao seu superamento pelo poder superior (A2) | ||
| + | * O conceito dos deuses formais | ||
| + | |||
| + | * Lição décima | ||
| + | * Transição para o momento seguinte | ||
| + | * A natureza desse momento: o princípio (B) se materializa, | ||
| + | * O culto de Urania entre os Persas junta-se ao Sabismo – já ligado à veneração dos elementos – (Heródoto: I, 131) | ||
| + | * Mitra, Mylitta, Astarta = a Urania. Etimologia desses nomes | ||
| + | * A virada da mitologia com Urania, comparada ao momento correspondente da formação da natureza. O elemento úmido, representante desse momento | ||
| + | |||
| + | * Lição décima primeira | ||
| + | * A religião persa, como fixada no momento da primeira materialização: | ||
| + | * Dedução da religião de Mithra | ||
| + | * Explicação do nome de Mithra | ||
| + | * A relação entre Mithra e a doutrina do Zend. O dualismo dessa doutrina; justificação da doutrina de Zardust como produto da noção de Mithra | ||
| + | * O problema dos Mithriaca | ||
| + | * Os grandes traços da doutrina de Mithra como reação contra o processo mitológico (comparação com o aparecimento do budismo) | ||
| + | |||
| + | * Lição décima segunda | ||
| + | * O progresso para a polilatria efetiva se deve: | ||
| + | * 1) à transição para o culto decisivo da divindade feminina. – Este se manifesta | ||
| + | * a) no culto babilônico de Mylitta. Explicação deste último | ||
| + | * b) na representação da divindade masculina provida de atributos femininos e inversamente, | ||
| + | * As divindades masculinas-femininas implicam o conceito de relatividade | ||
| + | * 2) ao aparecimento contemporâneo da deusa e do segundo Deus; este (= Dionísio), ainda todo nela, lhe é assim incorporado: | ||
| + | * Exegese da passagem de Heródoto: III, 8; explicação dos nomes de Urotal e de Alilat | ||
| + | |||
| + | * Lição décima terceira | ||
| + | * O ponto exato sobre nosso desenvolvimento científico | ||
| + | * Dedução e resultado: o aparecimento simétrico de divindades masculinas e femininas, sua situação recíproca | ||
| + | * O curso insensível do processo, referido ao //numen// divino que o rege | ||
| + | * Comparação prévia entre os graus do processo mitológico e os momentos correspondentes da formação da natureza | ||
| + | * O sofrimento gerado pelo trânsito do primeiro Deus | ||
| + | * Caracterização mais precisa da situação inicial do segundo Deus, que doravante aparece ser autônomo – embora sempre em estado de negação | ||
| + | * Debate sobre a importância da distinção entre as duas épocas do Deus: a época de sua subordinação e de sua negação, a época de seu reconhecimento como Deus. A maneira como este ponto tem, em suma, sido tratado até aqui na mitologia | ||
| + | * Por que a primeira operação do segundo Deus é contrariada e desconcertante | ||
| + | * Marcha simétrica da evolução mitológica e da história da filosofia grega | ||
| + | |||
| + | * Lição décima quarta | ||
| + | * Momento de Cronos: a religião dos Fenícios | ||
| + | * Cronos = à segunda forma de Urano. Distinção entre o politeísmo relativamente sucessivo e o politeísmo absolutamente sucessivo | ||
| + | * Outras discussões sobre a noção de Cronos. Interpretações idênticas dessa noção entre os Antigos | ||
| + | * O primeiro passo para uma representação figurativa. Significação desse passo | ||
| + | * Legitimação do conceito de fetichismo | ||
| + | * O verdadeiro conceito da idolatria | ||
| + | * O dilaceramento da consciência nesse momento do processo. Sinais exteriores desse estado | ||
| + | * O conceito de deisidemonia | ||
| + | * O aparecimento de sacrifícios humanos (de garotos) | ||
| + | * Rejeição das explicações insuficientes a esse respeito | ||
| + | * Transição para a explicação efetiva: o problema de um filho de Cronos – o Melkharth dos Fenícios | ||
| + | * Onde se demonstra que Melkarth é filho de Cronos. A personalidade idêntica entre os Etíopes | ||
| + | * A noção de Melkarth | ||
| + | * Comparação entre este último e o servo de Deus odiado | ||
| + | * Explicação positiva dos sacrifícios de garotos | ||
| + | |||
| + | * Lição décima quinta | ||
| + | * Episódio do Heracles grego. – Explicação prévia do Heracles egípcio | ||
| + | * A relação entre o mito de Heracles e a mitologia grega geral | ||
| + | * A significação dos Heraclidas | ||
| + | * A fábula grega de Heracles apresentada segundo seus traços particulares como refundição da representação oriental | ||
| + | * Retorno à mitologia em seu conjunto | ||
| + | |||
| + | * Lição décima sexta | ||
| + | * A segunda (e perfeita) materialização (catabole) do princípio real. Ela se encontra anunciada por Vorgiasmo | ||
| + | * Representante desse progresso: a Mãe frígia dos deuses: Cibele. Etimologia desse nome | ||
| + | * Momento simétrico na formação da natureza (formação da terra) | ||
| + | * A pedra caída do céu, ícone de Cibele: da origem dos meteoritos (e das fontes termais) | ||
| + | * A significação de Cibele, confirmada por seu modo de aparecimento | ||
| + | |||
| + | * Lição décima sétima | ||
| + | * Momento da coexistência de duas potências ou de dois deuses na consciência: | ||
| + | * Construção de Osíris-Tífon (aspecto teriomórfico dos deuses – momento simétrico da formação dos animais na natureza) | ||
| + | * Esta construção se encontra atestada pelos enunciados da Antiguidade | ||
| + | * O mito do dilaceramento | ||
| + | * A relação que aparece entre deuses, uma vez resolvida a contradição Osíris-Tífon: | ||
| + | * Hórus criança (= ao Harpócrates grego) | ||
| + | |||
| + | * Lição décima oitava | ||
| + | * Conclusão do debate sobre as figuras isoladas da mitologia egípcia; a noção de Bubastis | ||
| + | * Resultado de toda a mitologia egípcia: o triplo Osíris (= à tensão resolvida das potências). Nascimento do monoteísmo na teologia egípcia | ||
| + | * O caráter desse monoteísmo enquanto aparecido na história explica a) o sistema calendário, | ||
| + | * Análise do sistema da teologia egípcia e de sua Tríade: Amon = ao Deus no recolhimento, | ||
| + | * A relação entre o nascimento dessa teologia superior e os monumentos egípcios. Discussão sobre estes últimos, sobre sua relação com os períodos da história egípcia; das pirâmides em particular | ||
| + | |||
| + | * Lição décima nona | ||
| + | * Acordo entre nossa dedução da mitologia e da teologia egípcias, e as ordens egípcias de deuses em Heródoto. A primeira dessas ordens: os oito deuses mais antigos. Discussão particular sobre a relação entre Amon e Pã, depois entre o culto de Pã e o de Ptah | ||
| + | * O Hermes egípcio como quarta divindade. Sua noção. Os Livros Herméticos | ||
| + | * A octade completada pelas divindades femininas correspondentes. Entre elas, Hathor e Neith | ||
| + | * A segunda geração de Heródoto: os doze deuses, apresentados como os deuses da época croniana – esta precedendo o ser especificamente egípcio – | ||
| + | * A terceira ordem de deuses: os deuses do momento propriamente egípcio | ||
| + | * Explicação do culto egípcio dos animais | ||
| + | * Derivação do culto de Ápis | ||
| + | |||
| + | * Lição vigésima | ||
| + | * Transição para a mitologia indiana. Justificação do lugar que lhe é atribuído | ||
| + | * Dedução do momento indiano em sua distinção do momento egípcio: a dissipação das potências como um dos aspectos do ser indiano: p. (435) – apresentado a) na noção de Brahman e de seu desaparecimento fora do culto: p. (441); b) no shivaismo: p. (444); c) no vishnuismo. Recusa da concepção de um Deus único situando-se acima das três //devatas// | ||
| + | * Onde se mostra a sucessão exata das três //devatas// (Shiva antes de Vishnu), assim como sua conexão lógica, graças à doutrina das três qualidades (// | ||
| + | * A etimologia da Tríade indiana. A compreensão que dela temos se encontra confortada pelos monumentos artísticos | ||
| + | * – Os momentos anteriores do processo mitológico na Índia, representados pelas seitas (// | ||
| + | * Os deuses materiais da Índia e sua significação | ||
| + | |||
| + | * Lição vigésima primeira | ||
| + | * Derivação e significação do mito da encarnação. As encarnações de Vishnu | ||
| + | * Análise da outra face da mitologia indiana – o misticismo – em consideração da significação do budismo e da tentativa de explicá-lo pelos sistemas indianos: 1) o sistema teosófico dos Vedas (Os Vedas: generalidades; | ||
| + | * 2) os sistemas filosóficos da Índia (// | ||
| + | |||
| + | * Lição vigésima segunda | ||
| + | * 3) A doutrina da // | ||
| + | * Sua doutrina das três qualidades | ||
| + | * Explicação positiva do budismo como fenômeno anti-mitológico, | ||
| + | * Ausência de relação causal entre o brahmanismo e o budismo | ||
| + | * Parentesco originário entre a Índia antiga e a Pérsia antiga | ||
| + | * Prova de uma coexistência entre o budismo e o brahmanismo na Índia | ||
| + | * Influência recíproca da mitologia indiana sobre o budismo. – A doutrina de //Maya// é também originariamente budista? Relação possível entre a //Mitra triformis// e a // | ||
| + | * O proselitismo budista. O budismo mongol (lamaico) | ||
| + | |||
| + | * Lição vigésima terceira | ||
| + | * Transição para a China. Definição do problema particular da explicação do ser chinês | ||
| + | * O princípio originário da religião em sua significação – aqui modificada segundo seu único aspecto formal, – mas operando com a mesma exclusividade | ||
| + | * Verificação histórica da justeza de nossa dedução, 1) a partir da noção de Império chinês, derivado do momento astral – na sequência de uma catástrofe: | ||
| + | * Interpretação do símbolo do Império chinês (o Dragão) | ||
| + | * O caráter puramente mundano – a-sacerdotal – do Imperador chinês e da China | ||
| + | |||
| + | * Lição vigésima quarta | ||
| + | * A verdadeira razão da natureza monossilábica da língua chinesa – retorno sobre a língua primordial do gênero humano e a confusão das línguas – | ||
| + | * Recusa de derivar o caráter da língua chinesa a partir de um estado de barbárie (Rémusat) | ||
| + | * A escrita chinesa consequência da língua, e não o inverso (contra Rémusat) | ||
| + | * A antiguidade dos Chineses – remontando à humanidade (absolutamente) ante-histórica | ||
| + | * O lugar exato da China na evolução da mitologia | ||
| + | * Transição para os sistemas religiosos existentes na China: 1) a doutrina de Confúcio; 2) o sistema de Lao Tsé; 3) o budismo | ||
| + | |||
| + | * Lição vigésima quinta | ||
| + | * Recapitulação. Nova caracterização do Indiano. A preponderância da alma no Indiano; sua compleição física e a plenitude de alma de sua poesia (// | ||
| + | * Outros detalhes sobre o espiritualismo do Indiano, comparado ao materialismo do Egípcio | ||
| + | * Transição para o momento grego | ||
| + | * A trilogia das mitologias egípcia, indiana e grega | ||
| + | * O ponto de partida da mitologia helênica em Cronos. Suas afecções (momentos) na consciência grega (Hades, Posêidon, Zeus) | ||
| + | * Hades e Poseidon em relação de subordinação (de passado) em relação a Zeus | ||
| + | * A exposição dessa relação na //Ilíada// | ||
| + | * Liberdade e necessidade na formação da mitologia helênica | ||
| + | * Pelasgos e Helenos (Heródoto: II, 52, 53) | ||
| + | |||
| + | * Lição vigésima sexta | ||
| + | * Caráter da mitologia grega como mitologia universal (como sistema teológico). Homero e Hesíodo: a diferença de sua situação em relação à mitologia grega | ||
| + | * Primeira noção da // | ||
| + | * A noção simétrica à do Caos: o Jano da mitologia itálica antiga (ligação desta última com a mitologia helênica; observações sobre as mitologias germânica antiga e escandinava) | ||
| + | * Dedução da noção de Caos e demonstração de que há um conteúdo idêntico na figura (o símbolo) de Jano | ||
| + | * Os testemunhos antigos sobre a significação de Jano como unidade originária | ||
| + | * O templo de Jano em Roma. Quirino = a Jano (o início da história romana. Niebuhr) | ||
| + | * O testemunho de Ovídio | ||
| + | * Etimologia de Jano. Derivação de Buttmann | ||
| + | |||
| + | * Lição vigésima sétima | ||
| + | * O primeiro período da // | ||
| + | * 2) momento da primeira fundação do mitológico: | ||
| + | * – A genealogia dos filhos da Noite como episódio filosófico da // | ||
| + | * – Transição da // | ||
| + | * A significação do rapto de Perséfone. A fronteira entre exotérico e esotérico na mitologia grega | ||
| + | * Fim e conteúdo dos Mistérios | ||
| + | * Crítica das representações que se fizeram até aqui de Deméter e de Perséfone | ||
| + | * A explicação dos Mistérios por Paulus | ||
| + | * Como exotérico e esotérico se condicionam mutuamente na mitologia grega | ||
| + | |||
| + | * Lição vigésima oitava | ||
| + | * Diferença qualitativa entre o caráter da religião grega e o das religiões anteriores | ||
| + | * A origem supostamente pós-homérica dos Mistérios e a significação de Homero | ||
| + | * A compleição dos deuses homéricos | ||
| + | * O primeiro receio na arte grega de representar deuses antropomórficos (os graus da arte plástica entre os Gregos) | ||
| + | * Explicação desse receio, e considerações gerais sobre a arte antiga e a arte moderna | ||
| + | |||
| + | * Lição vigésima nona | ||
| + | * Relação entre o mundo grego dos deuses em seu conjunto, e Zeus | ||
| + | * Em que medida certos deuses da mitologia grega aparecem a princípio como formais, para vir tomar lugar ulteriormente entre os deuses materiais (Ares. Hefesto) | ||
| + | * A noção de Atena = à Perséfone restaurada, portanto à // | ||
| + | * Noção de Hermes. O caráter particular de duas divindades: Apolo e Ártemis | ||
| + | * Como admitir igualmente autênticas invenções no seio da mitologia grega | ||
| + | * Observações gerais sobre a filosofia da mitologia | ||
| + | * Reflexão final | ||
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