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paul-arnold:esoterismo-de-shakespeare:seres-fabulosos-elfos-e-fadas

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 Tudo se passa como se o Sonho, para além de uma imagética de jogo poético e cênico, devesse ser a primeira tentativa de Shakespeare para ensinar ao espectador a existência de planos e de potências cósmicas cada vez mais elevados, no meio dos quais o homem, no mais baixo da escala, perceberia apelos misteriosos. Uma coisa não pode mais ser contestada, em todo caso, ao término desses desenvolvimentos: Shakespeare não ficou à margem das querelas filosóficas de seu tempo; ele se informou manifestamente sobre o que toca a essas questões de ocultismo e esoterismo, ele parece mesmo ter tomado posição. Tudo se passa como se o Sonho, para além de uma imagética de jogo poético e cênico, devesse ser a primeira tentativa de Shakespeare para ensinar ao espectador a existência de planos e de potências cósmicas cada vez mais elevados, no meio dos quais o homem, no mais baixo da escala, perceberia apelos misteriosos. Uma coisa não pode mais ser contestada, em todo caso, ao término desses desenvolvimentos: Shakespeare não ficou à margem das querelas filosóficas de seu tempo; ele se informou manifestamente sobre o que toca a essas questões de ocultismo e esoterismo, ele parece mesmo ter tomado posição.
  
-Antes de prosseguir no exame das obras dramáticas, vou analisar um documento que permaneceu misterioso e que nos aparecerá como um verdadeiro manifesto filosófico do poeta, a elegia da [[..:um-manifesto-filosofico-fenix-e-a-rolinha|Fênix e a Rolinha]].+Antes de prosseguir no exame das obras dramáticas, vou analisar um documento que permaneceu misterioso e que nos aparecerá como um verdadeiro manifesto filosófico do poeta, a elegia da [[um-manifesto-filosofico-fenix-e-a-rolinha|Fênix e a Rolinha]].
  
-[[..:sonho-de-uma-noite-de-verao|Continuação de Sonho de uma Noite de Verão]]+[[sonho-de-uma-noite-de-verao|Continuação de Sonho de uma Noite de Verão]]
  
 {{tag>Shakespeare fadas elfos}} {{tag>Shakespeare fadas elfos}}
  
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