hegel:reflexao-sobre-passagem-da-fenomenologia-do-espirito
Differences
This shows you the differences between two versions of the page.
| hegel:reflexao-sobre-passagem-da-fenomenologia-do-espirito [14/04/2026 13:57] – created - external edit 127.0.0.1 | hegel:reflexao-sobre-passagem-da-fenomenologia-do-espirito [17/09/2026 09:23] (current) – external edit 127.0.0.1 | ||
|---|---|---|---|
| Line 1: | Line 1: | ||
| + | ====== REFLEXÃO SOBRE PASSAGEM DA FENOMENOLOGIA DO ESPÍRITO ====== | ||
| + | Reflexão sobre Hegel (FG1965) | ||
| + | |||
| + | 1. O texto pertence à 4ª Seção da Fenomenologia (O Espírito), vindo após Consciência, | ||
| + | |||
| + | 2. Destacar uma passagem característica sobre a morte: "esta universalidade que o singular como tal alcança é o puro ser, a morte; é aí o ser-tornado (Gewordensein) natural imediato, e não a operação de uma consciência. O dever de um membro da família é portanto acrescentar também este aspecto (diese Seite), de modo que seu ser último, este ser universal, não pertença apenas à natureza (der Natur angehöre) e permaneça assim algo de irracional (Unvernünftiges), | ||
| + | |||
| + | 3. A passagem ao universal se realizando a partir do singular, este último se encontra de certa forma negado, já que não há substância onde encontraria sua autêntica realização concreta. | ||
| + | |||
| + | > //"No lar do reino ético, não se trata deste marido, desta criança, mas de um marido em geral, das crianças em geral. Não é na sensibilidade, | ||
| + | |||
| + | Entretanto, assim o exigem "os costumes" | ||
| + | |||
| + | 4. Perigoso apelo ao governo (Regierung) para que " | ||
| + | |||
| + | 5. Citamos aqui, por sua atualidade e sabedoria, o ponto de vista de R. Aron. | ||
| + | |||
| + | R. Aron estima que é " | ||
| + | |||
| + | Por outro lado, e concedendo que "ao longo dos séculos o homem acede à humanidade, a dignidade de cada um é reconhecida por todos, o império da lei permite a todos viver segundo a razão", | ||
| + | |||
| + | > //" | ||
| + | |||
| + | É claramente e lealmente reconhecer que o devir não tem um sentido assegurado, ou que em todo caso este sentido nos escapa; e é augurar sem dúvida que se um significado existe, é no plano do ser que ele nos é parcimoniosamente dado hic et nunc como perceptível: | ||
| + | |||
| + | > //" | ||
| + | |||
| + | Há muita sabedoria nesta modéstia que recusa "se abandonar à utopia e desconhecer as dilacerações de nossa condição" | ||
| + | |||
| + | > //" | ||
| + | |||
| + | E então: | ||
| + | |||
| + | > //" | ||
| + | |||
| + | 5. Ao devir dos Estados, só é possível encontrar um sentido mediante um acoplamento de dialéticas, | ||
| + | |||
| + | {{tag> | ||
