butler:2022-antigona
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| + | ====== Butler (2022) – Antígona ====== | ||
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| + | Heidegger traz uma longa reflexão sobre a tradução que Hölderlin faz de // | ||
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| + | De maneira similar, Heidegger entende a “lei não escrita” à qual Antígona se refere como uma relação com o ser e com a morte: | ||
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| + | //Antígona reconhece como adequado tudo que lhe é destinado do domínio do que quer que prevaleça além dos deuses superiores (Zeus) e além dos deuses inferiores […] Contudo, isso não se refere nem aos mortos, nem aos laços de sangue com seu irmão. O que determina Antígona é o que primeiro atribui fundamento e necessidade à distinção dos mortos e à prioridade do sangue. Isso, Antígona, e isso também significa o poeta, fica sem um nome. A morte e o ser humano, o ser humano e a vida corporificada (sangue), em cada caso, permanecem juntos. A “morte” e o “sangue” em cada caso nomeiam domínios diferentes e extremos do ser humano.// | ||
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| + | Em Martin Heidegger, | ||
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| + | (BUTLER, J. A reivindicação de Antígona: O parentesco entre a vida e a morte. Rio de Janeiro, RJ: Editora Civilização Brasileira, 2022) | ||
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